<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8774303889241340757</id><updated>2012-02-15T22:47:42.164-08:00</updated><category term='http://www.blogger.com/img/blank.gif'/><category term='Reportagem da Ecclesia'/><title type='text'>AEFJNPORTUGAL</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Secção portuguesa da Rede cristã AEFJN</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16975863732410955901</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>141</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8774303889241340757.post-753270171623771504</id><published>2011-10-06T22:48:00.000-07:00</published><updated>2011-10-06T22:55:54.279-07:00</updated><title type='text'>No Darfur o povo continua a sofrer – venha ouvir um testemunho na primeira pessoa</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-YQvcDtopExg/To6TFZDUUuI/AAAAAAAAAS0/MsXCfdBIwUE/s1600/lgoCorOPT.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 130px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-YQvcDtopExg/To6TFZDUUuI/AAAAAAAAAS0/MsXCfdBIwUE/s320/lgoCorOPT.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5660623502484722402" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0.5cm"&gt;No &lt;strong&gt;dia 13 de Outubro, 5ª feira, às 17h30, na Livraria Bertrand do Chiado, em Lisboa&lt;/strong&gt;, venha ouvir o testemunho na primeira pessoa de um missionário comboniano, o Padre Feliz Martins, que desde 2006 se encontra na região de Nyala, no sul do Darfur, mas que soma já quase 20 anos de vivência no Sudão. Neste evento, també&lt;/p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 238); -webkit-text-decorations-in-effect: underline; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0.5cm"&gt;m se realizará a entrega simbólica do valor angariado pela Porto Editora referente às vendas da edição do livro "Lágrimas do Darfur", à Plataforma porDafur. Lembramos que por cada livro vendido, 1 euro, revertia para o trabalho da Plataforma porDarfur.&lt;/p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 238); -webkit-text-decorations-in-effect: underline; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0.5cm"&gt;Antes do evento vamos contar com a participação do grupo &lt;strong&gt;T&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;ocá Rufar&lt;/strong&gt;, que na zona circundante à livraria, tocará os seus tambores enquanto serão distribuídos folhetos sobre a iniciativa. Esta acção será integrada na campanha internacional &lt;strong&gt;A&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Beat for Peace&lt;/strong&gt;, que teve início no Sudão e alastrou-se a todo o mundo, tendo contado com a participação de centenas de artistas internacionais que desta forma fizeram um apelo pela paz no Sudão.&lt;/p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 238); -webkit-text-decorations-in-effect: underline; "&gt;&lt;img src="http://2.bp.blogspot.com/-9mjZUeycS8c/To6T1S24p4I/AAAAAAAAAS8/L_T2MGYwGi4/s320/Por%2BDarfur%2Bamarela%2Bcom%2Bbertrand%2Bimpress%25C3%25A3o.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5660624325455685506" style="display: block; margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 227px; " /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 238); -webkit-text-decorations-in-effect: underline; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 238); -webkit-text-decorations-in-effect: underline; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0.5cm"&gt;A AI Portugal deseja agradecer às voluntárias Mariana Belo e Sofia Lacerda pela colaboração na concepção gráfica dos materiais para esta acção.&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0.5cm"&gt;A Plataforma &lt;strong&gt;porDarfur&lt;/strong&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;é dinamizada pela Amnistia Internacional, Associação Mãos Unidas Padre Damião, Comissão Justiça e Paz dos Religiosos, Fundação Ajuda à Igreja que Sofre, Fundação Gonçalo da Silveira, Missionários Combonianos, Rede Fé e Justiça Europa-África.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8774303889241340757-753270171623771504?l=aefjnportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/feeds/753270171623771504/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2011/10/no-darfur-o-povo-continua-sofrer-venha.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/753270171623771504'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/753270171623771504'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2011/10/no-darfur-o-povo-continua-sofrer-venha.html' title='No Darfur o povo continua a sofrer – venha ouvir um testemunho na primeira pessoa'/><author><name>Secção portuguesa da Rede cristã AEFJN</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16975863732410955901</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-YQvcDtopExg/To6TFZDUUuI/AAAAAAAAAS0/MsXCfdBIwUE/s72-c/lgoCorOPT.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8774303889241340757.post-8405585201191379653</id><published>2011-08-27T02:06:00.000-07:00</published><updated>2011-08-27T02:09:00.933-07:00</updated><title type='text'>Continua emergência humanitária no Nordeste Africano</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-kmVbP35_8ic/Tli0Jlv_vjI/AAAAAAAAASs/OU8peK2x7SA/s1600/Ref_Dadaab.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 226px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-kmVbP35_8ic/Tli0Jlv_vjI/AAAAAAAAASs/OU8peK2x7SA/s320/Ref_Dadaab.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5645460209754160690" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Cada 11 semanas, morre 10% da população somali menor de 5 anos&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;ROMA, sexta-feira, 26 de agosto de 2011 (&lt;a href="http://www.zenit.org/"&gt;ZENIT.org&lt;/a&gt;) – Pouco mais de um mês após o dramático apelo lançado por Bento XVI, no domingo, 17 de julho, por ocasião da oração mariana do Ângelus, continua a catástrofe humanitária no Corno de África, particularmente na já martirizada Somália: depois do Bakool Meridional e da Baixa Shabelle (especialmente os distritos de Balcad e Cadale), a de Benadir, que compreende a área da capital Mogadíscio, e o chamado corredor de Afgoye.&lt;br /&gt;E tudo indica que as coisas não mudarão muito. “Não cometamos o erro de acreditar que o pior já passou, advertiu em Genebra o porta-voz do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (UNHCR), Adrian Edwards (Agência EFE, 12 de agosto). “A situação não melhorará, pelo menos até janeiro”, confirmou, por sua vez, a coordenadora das intervenções humanitárias da Fundação Cooperação Internacional (COOPI) na Somália, Gemma Sammartin (Repubblica.it, 4 de agosto).&lt;br /&gt;A emergência se estende também ao norte da Somália, em particular ao Puntland, ou seja, à região semi-autónoma que forma a ponta extrema da África Oriental. “As populações perderam 85% do gado pela seca e a porcentagem de desnutrição aguda chegou a 25% nos campos de refugiados de Bosaso, e a 23,6% na região do Karkaar”, declarou Daniele Timarco, de Save the Children Italia.&lt;br /&gt;Segundo dados do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), disponíveis em seu site (www.unicef.it, 17 de agosto), pelo menos 12,4 milhões de pessoas afetadas pela seca nos quatro países têm “necessidade imediata, urgente de ajuda humanitária”. As estimativas falam, de fato, de 4,8 milhões no leste da Etiópia, 3,7 milhões na Somália (das quais 2,8 milhões no sul do país), outros 3,7 milhões no nordeste do Quénia e, finalmente, 165 mil no pequeno Jibuti.&lt;br /&gt;Ainda segundo a UNICEF, somente na Somália, 1,85 milhões de crianças precisam de assistência e mais de 780 mil estão desnutridas – 640 mil nas áreas meridionais. Deste último grupo, 310 mil crianças – isto é, quase a metade – sofrem de desnutrição aguda grave. Em todo o Corno de África, 600 mil crianças se encontram em perigo imediato de morte, ao serem afetadas pela desnutrição grave. “Calcula-se – lê-se no Situation Report da Cáritas Somália, enviado à agencia Fides (20 de agosto) – que, a cada 11 semanas, morre 10% da população somali abaixo dos 5 anos.”&lt;br /&gt;Enquanto isso, prossegue o êxodo dos refugiados. Os dados do UNHCR, que na semana passada havia criado um novo site para a emergência no Corno da África [1], impressionam. Basta pensar na situação de Dadaab, a empoeirada cidade do nordeste do Quênia que acolhe atualmente o maior complexo de campos de refugiados. Segundo estimativas da agência da ONU, os diversos campos de Dadaab – Ifo, Dagahaley e Hagadera, mais a chamada "Extension Ifo", com os setores Ifo 2 e Ifo 3 – acolhem quase 440 mil refugiados somalis, um número de habitantes de cidades italianas como Bari (320 mil). Fugindo da carestia, da seca e da violência em seu país, atualmente mais de 140 mil somalis chegaram este ano ao Quênia, dos quais 700 mil nos meses de junho e julho (www.unhcr.it, 19 de agosto).&lt;br /&gt;A constante afluência de refugiados coloca as agências humanitárias diante de uma imensa tarefa. A situação higiênica e sanitária nos campos superpopulados está frequentemente no limite, com todas as consequências, como demonstra o aparecimento de doenças como o cólera, o sarampo e a coqueluche. No complexo dos campo de Dollo Ado (Etiópia), por exemplo, foram registrados, segundo o UNHCR, 166 casos suspeitos de sarampo e 15 falecimentos ligados a esta doença.&lt;br /&gt;Para enfrentar esta enésima emergência, as agências internacionais lançaram uma série de programas de vacinação massiva. Precisamente no complexo Dollo Ado, concluiu na semana passada, no campo de Kobe, uma primeira campanha de imunização contra o sarampo em todas as crianças na faixa dos 6 meses aos 15 anos, e se colocou em marcha uma segunda em Melkadida, que, com seus 40 mil prófugos, é a maior região da Etiópia.&lt;br /&gt;Outro desafio para os agentes humanitários é a contínua violência. Na sexta-feira, 5 de agosto, um tiroteio ocorrido durante a distribuição de alimentos no maior campo de refugiados da capital somali, Mogadíscio (Badbado), provocou 12 vítimas. Segundo algumas testemunhas, a violência começou quando soldados governamentais ou milicianos próximos do fraco governo de transição tentaram roubar uma parte das quase 300 toneladas de ajuda do Programa Alimentar Mundial (WFP). O primeiro-ministro somali, Abdiweli Mohamed Ali, visitou o lugar e se declarou “profundamente incomodado” (guardian.co.uk, 5 de agosto).&lt;br /&gt;Violência e abusos afetam também os prófugos somalis, que, depois de terem caminhado durante dias e noites inteiras, conseguem chegar aos campos do Quênia e da Etiópia. Um novo informe de Human Rights Watch (HRW), divulgado neste mês com o título “You Don't Know Who to Blame”. War Crimes in Somalia [2], denuncia abusos contra os direitos humanos, cometidos inclusive por parte das tropas do AMISOM (a missão da União Africana na Somália) e da polícia do Quênia. Não faltam notícias sobre as mulheres somalis estupradas em Dadaab e nas proximidades por policiais quenianos.&lt;br /&gt;Um capítulo à parte são os combatentes do movimento islâmico extremista al-Shabab, que se retiraram de Mogadíscio, permitindo às tropas governamentais que estendessem o controle a toda a capital, que, segundo estimativas, acolhe cerca de 475 mil refugiados internos, dos quais 100 mil chegaram nos últimos meses. “Eu me pergunto se a de Chabab não é uma retirada estratégica para fazer confluir em Mogadíscio as ajudas humanitárias, para depois voltar de repente e tomar uma parte, ou talvez seus dirigentes tenham advertido a fortíssima pressão internacional (…) e tenham decidido deixar temporalmente a cena da capital somali”, explicou a Fides (8 de agosto) Dom Giorgio Bertin, bispo de Jibuti e administrador apostólico de Mogadíscio.&lt;br /&gt;A ONG americana International Christian Concern (ICC), que denuncia a perseguição dos cristãos no mundo, acusa, por outro lado, os milicianos de al-Shabab de negar deliberadamente, aos cristãos que moram nos territórios controlados por eles, o acesso às ajudas ou a possibilidade de fugir a regiões sob controle governamental, um movimento que faz parte de uma estratégia para erradicar o cristianismo da Somália. “Qualquer somali suspeito de ser cristão ou amigo de um cristão não recebe ajuda humanitária alguma”, afirmou o chefe de uma igreja clandestina (ICC, 15 de agosto). Segundo fontes locais, pelo menos 18 cristãos morreram de inanição nas cidades de Afgoye, Baidawa e Kismayo, após terem sido excluídos das ajudas humanitárias.&lt;br /&gt;Como se sabe, os al-Shabab, que no último verão vetaram três agências humanitárias cristãs, acusando-as de ser missionárias, mostraram-se sempre ferozes diante dos cristãos. Basta recordar as impactantes imagens da degolação, em 2008, de um convertido ao cristianismo, o jovem de 25 anos Mansur Mohammed, por parte dos milicianos islâmicos.&lt;br /&gt;Enquanto isso, a comunidade cristã internacional mantém, junto às demais agências humanitárias, seu compromisso a favor das populações afetadas. Enquanto a Cáritas Somália está coordenando as ajudas procedentes das demais cáritas do Mundo, a organização católica irlandesa Trócaire assiste cerca de 220 mil pessoas no centro-sul da Somália (Fides, 20 de agosto). Por outro lado, os bispos católicos do Quênia lançaram, há algumas semanas, um fundo de emergência – o Catholic Charity Emergency Fund – e dirigiram um apelo para contribuições a favor desta iniciativa (Fides, 4 agosto).&lt;br /&gt;Em nome do Papa Bento XVI, o Conselho Pontifício Cor Unum enviou uma “substanciosa ajuda” a 5 dioceses do Quênia e a 6 dioceses da Etiópia, que “estão enfrentando a emergência humanitária com os poucos meios que têm à sua disposição. Quem fez esta declaração foi o secretário do dicastério, Dom Giampietro Dal Toso, em uma entrevista à Radio Vaticano (12 de agosto). “A presença da comunidade internacional está garantida, mas repito: acho que a atenção deve estar sempre disposta, porque atualmente é a crise financeira que ocupa a maior parte da informação. Mas nesses países e em muitos outros do mundo, existem pessoas que morrem de fome, e no terceiro milênio isso é inadmissível”, afirmou o prelado.&lt;br /&gt;[1] http://data.unhcr.org/horn-of-africa/&lt;br /&gt;[2] http://www.hrw.org/sites/default/files/reports/somalia0811webwcover.pdf&lt;br /&gt; (Paul De Maeyer)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8774303889241340757-8405585201191379653?l=aefjnportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/feeds/8405585201191379653/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2011/08/continua-emergencia-humanitaria-no.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/8405585201191379653'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/8405585201191379653'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2011/08/continua-emergencia-humanitaria-no.html' title='Continua emergência humanitária no Nordeste Africano'/><author><name>Secção portuguesa da Rede cristã AEFJN</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16975863732410955901</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-kmVbP35_8ic/Tli0Jlv_vjI/AAAAAAAAASs/OU8peK2x7SA/s72-c/Ref_Dadaab.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8774303889241340757.post-5053675980535585663</id><published>2011-07-12T13:32:00.000-07:00</published><updated>2011-07-12T13:33:55.444-07:00</updated><title type='text'>Sudão do Sul: finalmente independente</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/--ePeYfZFgOs/ThyvoufggLI/AAAAAAAAASk/VL7CQsOkkKo/s1600/SUDAO-DO-SUL.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 207px;" src="http://1.bp.blogspot.com/--ePeYfZFgOs/ThyvoufggLI/AAAAAAAAASk/VL7CQsOkkKo/s320/SUDAO-DO-SUL.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5628566748516090034" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;Primeiro país em reconhecer a nova nação foi o próprio Sudão&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;ROMA, terça-feira, 12 de julho de 2011 (ZENIT.org) – Em uma atmosfera quase de estádio de futebol – com gente até tocando vuvuzelas –, o Sudão do Sul viveu, no último dia 9, o tão esperado dia da sua independência do Sudão, tornando-se oficialmente o 54º país do continente africano e o 193º do mundo.&lt;br /&gt;Na solene cerimônia, realizada na capital Juba, no mausoléu do líder independentista John Garang, que morreu em um acidente de helicóptero em julho de 2005, participaram dezenas de milhares de pessoas, formando, segundo a Neue Zürcher Zeitung (9 de julho), a mais numerosa concentração humana jamais vista na cidade situada às margens do Nilo Branco.&lt;br /&gt;A celebração começou com as orações lidas por dois líderes religiosos, um muçulmano e outro cristão, Dom Paulino Luduku Loro. “Que Deus dê alegria a todo o nosso povo”, rezou o arcebispo católico de Juba, que quis recordar todos os que “nos expressaram sua solidariedade durante os longos anos de guerra” e pediu, além disso, um “novo entendimento” entre o Norte e o Sul (Agence France-Presse, 9 de julho).&lt;br /&gt;O cume do evento chegou quando se recolheu a bandeira sudanesa e se içou a da República do Sudão do Sul, que, depois de Eritreia (1993), é a segunda nação africana nascida de uma secessão. A independência de Juba foi precedida por uma longa e sanguinária guerra civil entre o Norte muçulmano e o Sul animista e cristão que, explodindo em 1955, durou (com uma pausa de 1972 a 1983) até a assinatura do Acordo Geral de Paz (CPA), que se realizou em 9 de janeiro de 2005, na capital do Quênia, Nairóbi, entre o presidente sudanês, Omar Hassan al-Bashir, e os rebeldes do Movimento/Exército Popular para a Libertação do Sudão (SPLA/M) de Garang.&lt;br /&gt;Calcula-se que a segunda fase da guerra civil – a mais cruenta – causou quase 2 milhões de vítimas e mais de 4 milhões de deslocados. “Nossos mártires não morreram em vão”, destacou o presidente do Sudão do Sul, Salva Kiir Mayardit, dirigindo-se à multidão (BBC, 9 de julho). “Esperamos mais de 56 anos até este dia. É um dia que ficará gravado em nossos corações e em nossas mentes”, continuou o ex-chefe rebelde, que usava seu já característico chapéu preto de cowboy.&lt;br /&gt;O primeiro país em reconhecer o Sudão do Sul na sexta-feira foi o próprio Sudão. Segundo a agência Reuters (9 de julho), trata-se de um gesto de boa vontade da parte do regime de Al-Bashir, sobre cuja cabeça pende ainda uma ordem internacional de captura emitida pelo Tribunal Penal Internacional (ICC) de La Haya (Holanda) por crimes de guerra e contra a humanidade, cometidos em Darfur entre 2003 e 2004. Al-Bashir participou também da cerimônia de independência. “Nós nos alegramos com os nossos irmãos do Sul pela criação do seu novo Estado. Compartilhamos sua alegria e sua festa. A vontade das pessoas do Sul deve ser respeitada”, disse o homem forte de Cartum, que pediu aos Estados Unidos que levantasse as sanções contra o seu país (BBC, 9 de julho).&lt;br /&gt;Todos concordam em que, com a independência, começa o verdadeiro trabalho para Juba. Os desafios que esperam o país, um dos mais pobres do mundo, são enormes. O primeiro deles é o da segurança, não só a exterior, mas também a interior. Sobre o terreno do Sudão do Sul agem pelo menos sete movimentos de rebeldes que, segundo Juba, são financiados por Cartum. Para muitos especialistas, o verdadeiro inimigo do Sudão do Sul se esconde, de fato, dentro do país, e são a corrupção e as divisões étnicas.&lt;br /&gt;Depois estão os complicados assuntos das fronteiras com o Sudão, da dívida sudanesa e sobretudo o do petróleo. Enquanto a maior parte dos jazimentos sudaneses (pelo menos 75%) se encontram no território do Sul, a infraestrutura para a exportação do ouro negro ficou nas mãos de Cartum. Ainda que o Sudão do Sul se veja obrigado a chegar a um acordo com o Norte, tudo indica que, para seu desenvolvimento econômico, precisará sobretudo da ajuda dos seus vizinhos Etiópia, Quênia e Uganda.&lt;br /&gt;Como recorda a Reuters (6 de julho), o Sudão do Sul é, de fato, o principal destinatário das exportações ugandesas, que, segundo Uganda Exports Pormotions Board, chegaram, em 2009, a um volume de 184,6 milhões de dólares. No mesmo ano, o Quênia exportou bens e serviços no valor de 157,7 milhões de dólares rumo a Juba. Segundo um informe do centro de consulta Frontiers Economics, uma possível retomada da guerra no Sudão do Sul custaria aos seus vizinhos até 34% do seu PIB combinado durante um período de 10 anos. Juba é, além disso, o candidato mais provável para tornar-se membro da Comunidade da África Oriental (EAC), se os atuais Estados membros (Burundi, Quênia, Ruanda, Tanzânia e Uganda) decidirem ampliar este grupo.&lt;br /&gt;Para o seu desenvolvimento, Juba tem, talvez, um surpreendente ás na manga: poderia tornar-se um destino para os amantes do safári. Como recordou o jornal espanhol El mundo (10 de julho), no Sudão do Sul se esconde um Serengeti “secreto”. Exploradores da sociedade zoológica de Nova York (Wildlife Conservation Society ou WCS) e do National Geographic descobriram, em 2006, uma grande migração em massa de herbívoros, quase maior que a do famoso Parque Nacional do Serengeti, na Tanzânia. Nesta migração participaram até 1,4 milhão de antílopes e outros herbívoros. Junto ao oeste da Etiópia, a região do Sudão do Sul onde se verificou esta migração forma, segundo El Mundo, o maior ecossistema de savana ainda intacto de toda a África.&lt;br /&gt;Enquanto isso, a prioridade absoluta é a criação – quase do zero – de um sistema de saúde e educativo. Com uma população igual à de Milão e Roma juntas – observa Il Corriere della Sera (9 de julho) –, o novo país africano tem menos de 449 mulheres diplomadas na escola superior. Para ajudar neste colossal desafio, as autoridades do Sudão do Sul – um país no qual 1 de cada 10 crianças morre antes dos 5 anos e 1 de cada 10 mulheres morre antes ou depois do parto – há 400 ONGs ativas, além da Igreja Católica. Nestes anos, a diocese de Torit pretende, por exemplo, dedicar 9 milhões de dólares a projetos de desenvolvimento (La Croix, 1º de abril).&lt;br /&gt;(Paul De Maeyer)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8774303889241340757-5053675980535585663?l=aefjnportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/feeds/5053675980535585663/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2011/07/sudao-do-sul-finalmente-independente.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/5053675980535585663'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/5053675980535585663'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2011/07/sudao-do-sul-finalmente-independente.html' title='Sudão do Sul: finalmente independente'/><author><name>Secção portuguesa da Rede cristã AEFJN</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16975863732410955901</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/--ePeYfZFgOs/ThyvoufggLI/AAAAAAAAASk/VL7CQsOkkKo/s72-c/SUDAO-DO-SUL.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8774303889241340757.post-3399386029052505987</id><published>2011-07-08T23:55:00.000-07:00</published><updated>2011-07-08T23:56:54.940-07:00</updated><title type='text'>9 Julho: Independência do Sudão do Sul</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-elUAmjjtt-8/Thf7riBYlmI/AAAAAAAAASc/4NlvWneGEig/s1600/Nova_bandeira_do_Sud__o_840261477.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 318px; height: 222px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-elUAmjjtt-8/Thf7riBYlmI/AAAAAAAAASc/4NlvWneGEig/s320/Nova_bandeira_do_Sud__o_840261477.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5627242984708281954" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Sudão do Sul: orgulhoso por ser nova nação&lt;br /&gt;Bispo de Rumbek destaca importância deste acontecimento histórico&lt;br /&gt;ROMA, sexta-feira, 8 de julho de 2011 (ZENIT.org) – Um “caminho sereno” rumo à declaração de independência que amanhã, em Juba, tornará oficial o nascimento do 54º Estado africano, Sudão do Sul.&lt;br /&gt;Apesar os duros enfrentamentos que no mês de junho devastaram o sul de Kordofan e os milhares de desalojados, privados de assistência adequada em Darfur e Abyei, Dom Cesare Mazzolari, bispo da diocese de Rumberk, tende a destacar a grande esperança e o entusiasmo vivido pelo povo do Sudão do Sul na véspera deste importante dia.&lt;br /&gt;“O Sudão do Sul – afirma – está orgulhoso por ser uma nova nação e está preparado para conquistar sua própria identidade no mundo.”&lt;br /&gt;De fato, 9 de julho de 2011 representa uma data histórica: nunca, desde a década de 60, ou seja, desde a época da descolonização do continente africano, foram colocadas em discussão as fronteiras traçadas pelos estados coloniais (exceto pela secessão da Eritreia da Etiópia, em 1993).&lt;br /&gt;A independência do Sudão do Sul, que marca o fim do período de transição estabelecido nos acordos de paz de 2005 e que foi aprovada pelo referendo popular do último dia 9 de janeiro (que decretou, com 98,83% dos votos, a secessão do Norte do país), foi paga com outro tributo de sofrimento. Quase 50 anos de guerra, marcados pelas fases sanguinárias de 1955 a 1972 e de 1983 a 2005, dois milhões de mortos e quatro milhões de prófugos e deslocados.&lt;br /&gt;Dom Mazzolari, há 30 anos em missão no Sudão, foi testemunha de grande parte deste processo, colocando-se ao lado dos mais pobres e esquecidos, lutando para que lhes chegasse a assistência sanitária e pelos programas de desenvolvimento que fazem parte dos direitos fundamentais da pessoa.&lt;br /&gt;Este é um papel importante da Igreja a serviço de um povo que é o 150º (de 182) mais pobre da terra. “A Igreja – observa Dom Mazzolari na véspera da independência – perseverou na oração e na difusão da fé em Deus, incentivando o compromisso rumo à reconciliação, em uma região repleta de conflitos, divisões e problemas tribais.”&lt;br /&gt;“A voz e o testemunho da Igreja – acrescenta o bispo de Rumbek – é clara e luminosa e, depois de muitos anos de sofrimento, o Senhor está se manifestando graças à semente da fé cristã, que está crescendo no Sudão do Sul.”&lt;br /&gt;O Sudão, para o bispo comboniano, “precisa se entregar a um Deus que ama esse povo, enquanto a Igreja universal deve guiar as iniciativas de solidariedade para com o Sudão do Sul, para que o povo possa sentir-se parte da família global através de sinais de comunhão”.&lt;br /&gt;Ainda que o território do emergente Sudão do Sul seja muito rico em água e petróleo, 90% da população vive com menos de 1 dólar ao dia, enquanto o analfabetismo dos adultos é de 84%. À taxa mais alta do mundo de mortalidade das mulheres no parto ou aos problemas durante a gravidez une-se a desnutrição de quase a metade da população infantil.&lt;br /&gt;Hoje, o Sudão do Sul é uma região cujo sistema econômico deve ser reconstruído, a saúde e a educação devem ser refundadas e é preciso criar as infraestruturas necessárias para o desenvolvimento. Também o recurso do petróleo – que representa 98% do balanço estatal – tem de fazer contras com a falta de oleoductos e de refinarias.&lt;br /&gt;“Precisaremos – explica Mazzolari – do apoio internacional sobretudo nos próximos anos, para tornar-nos membros da comunidade global.”&lt;br /&gt;As celebrações oficiais da independência, informa uma nota da Coordenação de Entes Solidários em Rumbek, começarão amanhã, 9 de julho, às 10h, em Juba, no mausoléu de John Garang, político e guia do Exército Sudanês de Libertação Popular (SPLA) na 2ª Guerra Civil (1983-2005).&lt;br /&gt;Além do presidente do Sul do Sudão, Salva Kiir Mayardit, de Cartum se unirá também Omar El-Bashir, atual presidente da República do Sudão. “A presença de El-Bashir – destaca a nota – é um sinal da vontade de diálogo e cooperação entre o Sudão e o Sudão do Sul.”&lt;br /&gt;Como bênção à nação nascente, está previsto que, antes da proclamação da independência, representações cristãs e muçulmanas (o Sudão do Sul conta com quase 9 milhões de habitantes, a maioria composta por cristãos e animistas) se reunirão para um momento de oração comum.&lt;br /&gt;À assinatura da constituição da República do Sudão do Sul por parte do presidente Salva Kiir, seguirão as intervenções das delegações internacionais. Entre elas, a Liga Árabe, expoentes do governo chinês, representantes da União Europeia e dos Estados Unidos, da presidência da União Africana e o secretário das Nações Unidas, Ban Ki Moon.&lt;br /&gt;Depois dos momentos institucionais, a palavra será dada ao esporte. No dia seguinte, domingo 10 de julho, no Juba Footbal Stadium, a nova seleção de futebol do Sudão do Sul enfrentará a seleção do Quênia. Já no dia 11 de julho, o basquete representará as cores do 54º Estado africano, com a partida da Uganda contra o Juba Basketball Complex.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8774303889241340757-3399386029052505987?l=aefjnportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/feeds/3399386029052505987/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2011/07/9-julho-independencia-do-sudao-do-sul.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/3399386029052505987'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/3399386029052505987'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2011/07/9-julho-independencia-do-sudao-do-sul.html' title='9 Julho: Independência do Sudão do Sul'/><author><name>Secção portuguesa da Rede cristã AEFJN</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16975863732410955901</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-elUAmjjtt-8/Thf7riBYlmI/AAAAAAAAASc/4NlvWneGEig/s72-c/Nova_bandeira_do_Sud__o_840261477.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8774303889241340757.post-1010604844091530893</id><published>2011-05-18T22:29:00.000-07:00</published><updated>2011-05-18T22:40:13.625-07:00</updated><title type='text'>Desafio para o futuro: globalizar justiça social</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-bYH0AOdgBis/TdStN3G_0RI/AAAAAAAAASQ/8w-wGHPGZcc/s1600/Imagem%2BCarta%2Bda%2BTerra.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 185px; height: 141px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-bYH0AOdgBis/TdStN3G_0RI/AAAAAAAAASQ/8w-wGHPGZcc/s320/Imagem%2BCarta%2Bda%2BTerra.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5608297889626312978" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Congresso em Roma sobre a “Mater et Magistra” e a “Caritas in veritate”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;ROMA, quarta-feira, 18 de maio de 2011 (ZENIT.org) - Em um mundo globalizado, é necessário globalizar também a justiça social, quando se pretende dar uma resposta às novas situações. Além disso, é necessário respeitar novas regras, como evitar a concorrência desleal entre países e criar sistemas de segurança social nos países destinatários da deslocalização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estes são alguns dos temas abordados no segundo dia do congresso internacional organizado pelo Conselho Pontifício "Justiça e Paz", que estará sendo realizado em Roma até amanhã, por ocasião dos 50 anos da encíclica Mater et Magistra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse segundo dia, trabalhou-se por áreas continentais: África, América, Ásia e Europa, sobre temas precisos, como a sociedade do trabalho e o bem comum, estilos de vida, o paradigma do desenvolvimento, a pluralidade de empresas e a dignidade dos direitos dos trabalhadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas também se falou sobre o trabalho, a avaliação e remuneração, as políticas sociais, a subsidiariedade e a justiça social. Também foram importantes temas como a terra como ambiente de vida, condições climáticas, recursos materiais, desenvolvimento integral, demografia e bioética.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes da Missa conclusiva, Dom Mario Toso, secretário do Conselho Pontifício "Justiça e Paz", aprofundou nos problemas dos desequilíbrios tradicionais que voltam a se apresentar hoje e como resolvê-los: o ponto central continua sendo a justiça social no contexto de um mundo globalizado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para instituir uma justiça social global, indicou Dom Toso, "é necessário que a democracia globalizada seja sustentada por um ethos aberto à transcendência, incentivado pela fraternidade e pela lógica do dom", apoiado "no quadro jurídico e ético seguro, isto é, nos direitos e deveres arraigados na lei moral universal e não no livre arbítrio".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dom Toso recordou que a Caritas in veritate "nos convida a praticar a justiça dentro dos desequilíbrios que hoje se acrescentam aos tradicionais".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Um dos caminhos indicados por Bento XVI - prosseguiu - é o renascimento do pensamento moral; depois, é necessária uma reflexão sobre a unicidade da economia mundial, e sobre a globalização da economia social", assim como a universalização de "uma democracia substancial, social e participativa".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deslocalização&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim como a Mater et Magistra, há 50 anos, falava de uma remuneração equitativa, hoje existe "a exigência do bem comum no âmbito mundial" e, portanto, há outros parâmetros, como o de "evitar uma concorrência desleal entre as economias dos diversos países; favorecer a colaboração entre as economias nacionais, com acordos fecundos, e cooperar no desenvolvimento das comunidades política e economicamente menos avançadas".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um ponto central é que "hoje, frente à liberalização dos mercados, da deslocalização de muitas empresas, quando se pretende realizar o desenvolvimento integral e harmônico, não se devem destruir ou considerar supérfluos os direitos sociais".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, dado que "os direitos trabalhistas não podem se separar dos demais direitos civis e políticos, é necessário contribuir para realizar estes também onde se deslocalizam as empresas. Os sistemas de proteção e de segurança social - como diz a Caritas in veritate - devem ser reformados nos países mais ricos, em sentido societário e participativo. Assim, poupam-se energias e se pode ajudar os países mais pobres".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma só doutrina social&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por sua vez, o cardeal Oscar Andrés Rodríguez Maradiaga, arcebispo de Tegucigalpa e presidente da Cáritas Internacional, insistiu também na importância de uma unicidade dentro da própria doutrina social da Igreja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Não existe - explicou o purpurado - uma doutrina social da Igreja diferente em cada parte do mundo. Se a pessoa mora na América Latina, África ou Europa, os princípios da doutrina social que se aplicam às diversas realidades são sempre os mesmos. Não há uma forma de solidariedade ou de subsidiariedade para um continente diferente do outro."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso não elimina, no entanto, que "a realidade sobre a qual se aplicam os princípios da doutrina social seja uma realidade local. É a situação social, cultural, econômica e política que cada comunidade eclesial vive".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recordou que "um papa escreve uma encíclica não só porque considera importante falar de um tema social atual. Ele recebe contribuições de bispos, que, por sua vez, são motivados pelas contribuições dos fiéis leigos".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trata-se, portanto, de um processo "contínuo e dinâmico. Evidentemente, a doutrina fundamental não muda: a Sagrada Escritura continua sendo a base da nossa fé; e os princípios que se deduzem para a ação - como o bem comum, a solidariedade e o destino universal dos bens - são para todos".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Concluindo sua intervenção, o cardeal Rodríguez Maradiaga recordou que uma dimensão construtiva da pregação do Evangelho é "a ação a favor da justiça e da participação na transformação do mundo".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8774303889241340757-1010604844091530893?l=aefjnportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/feeds/1010604844091530893/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2011/05/desafio-para-o-futuro-globalizar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/1010604844091530893'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/1010604844091530893'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2011/05/desafio-para-o-futuro-globalizar.html' title='Desafio para o futuro: globalizar justiça social'/><author><name>Secção portuguesa da Rede cristã AEFJN</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16975863732410955901</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-bYH0AOdgBis/TdStN3G_0RI/AAAAAAAAASQ/8w-wGHPGZcc/s72-c/Imagem%2BCarta%2Bda%2BTerra.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8774303889241340757.post-715059416050049895</id><published>2011-05-18T01:24:00.000-07:00</published><updated>2011-05-18T01:27:34.409-07:00</updated><title type='text'>Papa incentiva “nova evangelização do social”</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-VzzBMSwWuc8/TdOC1jJom1I/AAAAAAAAASI/zD6UWErP3uQ/s1600/joao-23.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; 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 &lt;p style="line-height:16.8pt"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Verdana;font-size:9.5pt;color:black;"   &gt;O Pontífice recebeu, em audiência, os participantes de um congresso internacional promovido pelo Conselho Pontifício "Justiça e Paz", no 50º aniversário da encíclica &lt;i&gt;Mater et Magistra&lt;/i&gt;, de João XXIII, que está sendo realizado em Roma.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="line-height:16.8pt"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Verdana;font-size:9.5pt;color:black;"   &gt;Esta encíclica de João XXIII, sublinhou, "conserva grande atualidade, também no mundo globalizado".&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="line-height:16.8pt"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Verdana;font-size:9.5pt;color:black;"   &gt;"O Papa Roncalli, com uma visão de Igreja colocada ao serviço da família humana sobretudo mediante sua específica missão evangelizadora, pensou na doutrina social - antecipando o Beato João Paulo II - como um elemento essencial para esta missão, por ser parte integrante da concepção cristã da vida."&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="line-height:16.8pt"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Verdana;font-size:9.5pt;color:black;"   &gt;Para João XXIII, a doutrina social da Igreja "tem a Verdade como luz, o Amor como força propulsora, a Justiça como objetivo", elementos que o Papa Bento XVI retoma da &lt;i&gt;Caritas in veritate&lt;/i&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="line-height:16.8pt"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Verdana;font-size:9.5pt;color:black;"   &gt;"A verdade, o amor e a justiça, indicados pela &lt;i&gt;Mater et Magistra&lt;/i&gt;, junto ao princípio do destino universal dos bens, como critérios fundamentais para superar os desequilíbrios sociais e culturais, continuam sendo os pilares para interpretar e buscar solucionar também os desequilíbrios internos da globalização atual", observou o Papa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="line-height:16.8pt"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=" ;font-family:Verdana;font-size:9.5pt;color:black;"   &gt;Novos desafios&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:9.5pt;color:black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="line-height:16.8pt"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Verdana;font-size:9.5pt;color:black;"   &gt;O Pontífice alertou que hoje as finanças, "após uma fase mais aguda da crise, voltaram a praticar com frenesi contratos de crédito que frequentemente permitem uma especulação sem limites".&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="line-height:16.8pt"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Verdana;font-size:9.5pt;color:black;"   &gt;Estão ocorrendo também "fenômenos de especulação daninha com referência aos produtos alimentícios, a água, a terra, acabando por empobrecer ainda mais aqueles que já vivem em situações de grave precariedade".&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="line-height:16.8pt"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Verdana;font-size:9.5pt;color:black;"   &gt;Também sublinhou "o aumento dos preços dos recursos energéticos primários, com a conseguinte busca de energias alternativas, guiadas, às vezes, por interesses exclusivamente econômicos de curto prazo", que "acabam por ter consequências negativas sobre o meio ambiente, além de sobre o próprio homem".&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="line-height:16.8pt"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Verdana;font-size:9.5pt;color:black;"   &gt;A questão social, prosseguiu, "é, sem dúvida, uma questão de justiça social mundial", de "distribuição equitativa dos recursos materiais e imateriais" e de "globalização da democracia substancial, social e participativa".&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="line-height:16.8pt"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Verdana;font-size:9.5pt;color:black;"   &gt;Por isso, "em um contexto em que se vive uma progressiva unificação da humanidade, é indispensável que a nova evangelização do social evidencie as implicações de uma justiça que deve ser realizada universalmente".&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="line-height:16.8pt"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Verdana;font-size:9.5pt;color:black;"   &gt;Esta justiça, destacou, não pode ser alcançada "apoiando-se no mero consenso social, sem reconhecer que este, para ser duradouro, deve estar arraigado no bem humano universal".&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="line-height:16.8pt"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Verdana;font-size:9.5pt;color:black;"   &gt;Além disso, "deve levar-se a cabo na sociedade civil, na economia de mercado, mas também por parte de uma autoridade política honrada e transparente proporcional a ela, também no âmbito internacional".&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="line-height:16.8pt"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=" ;font-family:Verdana;font-size:9.5pt;color:black;"   &gt;Nova evangelização social &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=" ;font-family:Verdana;font-size:9.5pt;color:black;"   &gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="line-height:16.8pt"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Verdana;font-size:9.5pt;color:black;"   &gt;Frente a estes desequilíbrios, é necessário "restabelecer uma razão integral que faça renascer o pensamento e a ética".&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="line-height:16.8pt"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Verdana;font-size:9.5pt;color:black;"   &gt;"Sem um pensamento moral que supere a apresentação das éticas seculares, como as neoutilitaristas e neocontratualistas, que se fundam em um substancioso ceticismo e em uma visão prevalentemente imanentista da história, torna-se árduo para o homem de hoje aceder ao conhecimento do verdadeiro bem humano."&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="line-height:16.8pt"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Verdana;font-size:9.5pt;color:black;"   &gt;Assim, acrescentou, "é necessário desenvolver sínteses culturais humanistas abertas à Transcendência, mediante uma nova evangelização - arraigada na lei nova do Evangelho, a lei do Espírito".&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="line-height:16.8pt"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Verdana;font-size:9.5pt;color:black;"   &gt;"Somente em comunhão pessoal com o Novo Adão - Jesus Cristo -, a razão humana é curada e potencializada, e é possível chegar a uma visão mais adequada do desenvolvimento, da economia e da política, segundo sua dimensão antropológica e as novas condições históricas."&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="line-height:16.8pt"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Verdana;font-size:9.5pt;color:black;"   &gt;Além disso, é necessária uma razão "restabelecida em sua capacidade especulativa e prática", para dispor "critérios fundamentais para superar os desequilíbrios globais, à luz do bem comum".&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="line-height:16.8pt"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Verdana;font-size:9.5pt;color:black;"   &gt;Para o Papa, de fato, "sem o conhecimento do verdadeiro bem humano, a caridade se desliza rumo ao sentimentalismo; a justiça perde sua ‘medida' fundamental; o princípio do destino universal dos bens é deslegitimado".&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="line-height:16.8pt"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Verdana;font-size:9.5pt;color:black;"   &gt;Na &lt;i&gt;Mater et Magistra&lt;/i&gt;, João XXIII recordava que "é possível captar melhor as exigências fundamentais da justiça quando se vive como filhos da luz", afirmou Bento XVI, sublinhando a necessidade de "uma nova evangelização do social e do testemunho da vida nova segundo o Evangelho".&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8774303889241340757-715059416050049895?l=aefjnportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/feeds/715059416050049895/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2011/05/papa-incentiva-nova-evangelizacao-do.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/715059416050049895'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/715059416050049895'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2011/05/papa-incentiva-nova-evangelizacao-do.html' title='Papa incentiva “nova evangelização do social”'/><author><name>Secção portuguesa da Rede cristã AEFJN</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16975863732410955901</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-VzzBMSwWuc8/TdOC1jJom1I/AAAAAAAAASI/zD6UWErP3uQ/s72-c/joao-23.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8774303889241340757.post-5987146747919979074</id><published>2011-05-14T00:56:00.000-07:00</published><updated>2011-05-14T00:57:56.853-07:00</updated><title type='text'>Mais desenvolvimento para resolver conflitos no Norte de África</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-cyXC1zDsCLk/Tc41-JnAyxI/AAAAAAAAASA/eT1JdtZWmSU/s1600/Mario%2BToso.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 124px; height: 125px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-cyXC1zDsCLk/Tc41-JnAyxI/AAAAAAAAASA/eT1JdtZWmSU/s320/Mario%2BToso.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5606477927970556690" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;ROMA, sexta-feira, 13 de maio de 2011 (&lt;a href="http://www.zenit.org/"&gt;ZENIT.org&lt;/a&gt;) - Vendo como se movem os rebeldes na Líbia, a pergunta é: "E depois, o que virá?". Isso não quer dizer que "vamos dar-lhes armas e que resolvam o seu problema", porque, "para resolver determinadas situações de conflito e injustiça, são necessários instrumentos muito diferentes em relação aos que temos agora". É necessário "superar a resposta imediata e trabalhar nas bases do desenvolvimento".&lt;br /&gt;Estes são alguns dos pensamentos apresentados por Dom Mario Toso, durante a conferência de imprensa de apresentação, na sede do Conselho Pontifício "Justiça e Paz" - do qual ele é secretário -, do Congresso por ocasião do 50º aniversário da encíclica Mater et Magistra.&lt;br /&gt;"A doutrina social da Igreja aborda o uso de instrumentos de paz: esta é a direção que a Igreja oferece a todos, aos leigos, aos líderes dos Estados. A estes últimos cabe avaliar quais são os instrumentos de paz e se são eficazes para alcançá-la", disse ele.&lt;br /&gt;Com grande sinceridade, Dom Toso disse que a Igreja, como muitos, foi apanhada de surpresa pelos acontecimentos do Norte de África: "Quem poderia esperar que houvesse uma intervenção de alguns países europeus mesmo antes de uma resolução da ONU?".&lt;br /&gt;"Nem sempre há tempo suficiente para analisar, refletir e para sair com pronunciamentos ponderados. Diante dos acontecimentos, uma declaração pode acabar sendo tardia, mas tampouco pode ser apressada."&lt;br /&gt;Aprofundando-se neste ponto, afirmou que "não é tarefa da Igreja fazer pronunciamentos políticos". Ele lembrou que "a honra da Igreja e sua força é pregar Cristo, agir no nível das consciências, no âmbito pedagógico. E depois, a sua força se expressa através de leigos bem treinados, servindo em alguns lugares, nos parlamentos, para abordar estas questões. Há pessoas bem preparadas, mas às vezes se comprova que prevalecem as menos experientes".&lt;br /&gt;Não se pode esquecer também de que existe a exigência de um clima político diferente. "Se muitos fogem dessa situação, não é por espírito de aventura, mas por necessidade, porque não se respeitam os direitos fundamentais, porque não há liberdade nem oportunidades de trabalho, nem tampouco possibilidades de participação."&lt;br /&gt;Na Líbia, acrescentou que é necessário trabalhar em profundidade, e os meios de comunicação têm essa tarefa. Ajudar as pessoas a refletir sobre os compromissos para além da resposta imediata. "É preciso trabalhar nas bases do desenvolvimento."&lt;br /&gt;Quanto às ondas massivas de imigrantes, disse que necessária "uma cooperação séria com os Estados mais pobres. A Gaudium et spes já dizia que é preciso ajudar os pobres a resolver seus próprios problemas".&lt;br /&gt;"Por que vários movimentos não estão associados e não dão respostas, como buscar financiamento ou bolsas de estudo para formar os futuros líderes desses países?", concluiu Dom Toso.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8774303889241340757-5987146747919979074?l=aefjnportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/feeds/5987146747919979074/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2011/05/mais-desenvolvimento-para-resolver.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/5987146747919979074'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/5987146747919979074'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2011/05/mais-desenvolvimento-para-resolver.html' title='Mais desenvolvimento para resolver conflitos no Norte de África'/><author><name>Secção portuguesa da Rede cristã AEFJN</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16975863732410955901</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-cyXC1zDsCLk/Tc41-JnAyxI/AAAAAAAAASA/eT1JdtZWmSU/s72-c/Mario%2BToso.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8774303889241340757.post-7233256061598026299</id><published>2011-04-23T00:58:00.000-07:00</published><updated>2011-04-23T01:03:16.537-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='http://www.blogger.com/img/blank.gif'/><title type='text'>A Líbia e o mundo do petróleo</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-x6Pn6jDuQUc/TbKHmNBI6AI/AAAAAAAAAR4/_ifbx9iQgPo/s1600/petroleo_libia2.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-x6Pn6jDuQUc/TbKHmNBI6AI/AAAAAAAAAR4/_ifbx9iQgPo/s320/petroleo_libia2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5598686377174165506" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;18/04/2011 | Noam Chomsky *&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mundo do petróleo raramente está longe quando se trata de assuntos que envolvem o Oriente Médio e o Norte da África. Este mundo oferece um guia útil para entender as reações ocidentais diante dos levantes populares no mundo árabe. Argumenta-se que o petróleo não pode ser considerado um motivo para a intervenção na Líbia porque o Ocidente já tem acesso ao mesmo sob o regime de Kadafi. Isto é certo, mas irrelevante. Afinal, o mesmo poderia ser dito sobre o Iraque sob o regime de Saddam Hussein.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mês passado, no tribunal internacional sobre crimes durante a guerra civil em Serra Leoa, o julgamento do ex-presidente liberiano Charles Taylor chegou ao fim. O promotor geral, o professor de Direito estadunidense David Crane, informou ao jornal The Times, de Londres, que o caso estava incompleto: os promotores queriam processar Muammar Kadafi, que, disse Crane, era, em última instância, o responsável pela mutilação e/ou assassinato de 1,2 milhões de pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas isso não aconteceria, esclareceu. Os Estados Unidos, o Reino Unido e outros países interviram para bloquear essa decisão. Ao ser perguntado sobre o porquê disso, respondeu: Bem-vindo ao mundo do petróleo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra vítima recente de Kadafi foi sir Howard Davies, diretor da Escola de Economia de Londres, que renunciou depois de revelações sobre os laços da escola com o ditador líbio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Cambridge, Massachusetts, o Monitor Group, uma empresa de consultoria fundada por professores de Harvard, foi bem paga por serviços tais como um livro para levar as palavras imortais de Kadafi ao público em conversão com famosos especialistas internacionais, junto com outros esforços para melhorar a imagem internacional da Líbia (de Kadafi). O mundo do petróleo raramente está longe quando se trata de assuntos que envolvem esta região.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por exemplo, quando as dimensões da derrota estadunidense no Iraque já não podiam ser escondidas, a retórica bonita foi substituída pelo anúncio honesto de objetivos políticos. Em novembro de 2007, a Casa Branca emitiu uma declaração de princípios que insistia em que o Iraque deve conceder acesso e privilégio indefinidos aos invasores estadunidenses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dois meses depois, o presidente George W. Bush informou ao Congresso que rechaçaria a legislação que limitasse o emprego permanente das forças armadas estadunidenses no Iraque ou o controle dos Estados Unidos dos recursos petroleiros do Iraque; demandas que os Estados Unidos teriam que abandonar um pouco depois diante da resistência iraquiana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mundo do petróleo oferece um guia útil para entender as reações ocidentais diante dos notáveis levantes pró-democráticos no mundo árabe. O ditador rico em petróleo, que é um cliente confiável, é tratado com rédea solta. Houve pouca reação quando a Arábia Saudita declarou no dia 5 de março: as leis e regulamentos no reino proíbem totalmente qualquer tipo de manifestações, marchas e atos, assim como a sua convocação, já que vão contra os princípios da Shariah, os costumes e as tradições sauditas. O reino mobilizou enormes forças de segurança que aplicaram rigorosamente a proibição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Kuwait, pequenas manifestações foram sufocadas. O punho de ferro golpeou a população no Bahrein, depois que forças militares encabeçadas pela Arábia Saudita interviram para garantir que a monarquia sunita minoritária não fosse ameaçada pelas reivindicações de reformas democráticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Bahrein é sensível não só porque abriga a Quinta Frota dos Estados Unidos, mas também porque faz fronteira com áreas xiitas da Arábia Saudita, local de maior parte das reservas do reino. Os recursos energéticos primários do mundo se localizam perto do Norte do Golfo Pérsico (ou Golfo Arábico, como costuma ser chamado pelos árabes), uma área em grande medida xiita, um potencial pesadelo para os planejadores ocidentais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Egito e na Tunísia, o levante popular conseguiu vitórias impressionantes, mas, como informou a Fundação Carnegie, os regimes permanecem e aparentemente estão decididos a frear o ímpeto pró-democracia gerado até agora. Uma mudança nas elites governantes e no sistema de governo segue sendo um objetivo distante, e que o Ocidente buscará mantê-lo assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Líbia é um caso diferente, um Estado rico em petróleo dirigido por um ditador brutal que, não obstante, é pouco confiável: seria melhor ter um cliente digno de confiança. Quando iniciaram os protestos não violentos, Muammar Kadafi atuou rapidamente para sufocá-los.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia 22 de março, enquanto as forças de Kadafi convergiam para a capital rebelde de Bengasi, o principal assessor do presidente Barack Obama sobre Oriente Médio, Dennis Ross, advertiu que se ocorresse um massacre, todos culpariam os Estados Unidos por isso, uma consequência inaceitável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o Ocidente certamente não queria que o coronel Kadafi aumentasse seu poder e independência, sufocando a rebelião. Os Estados Unidos trabalharam então pela autorização do Conselho de Segurança das Nações Unidas de uma zona de exclusão aérea, que seria posta em prática por França, Inglaterra e os próprios Estados Unidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A intervenção evitou um provável massacre, mas foi interpretada pela coalizão como a autorização para o apoio direto aos rebeldes. Um cessar-fogo foi imposto às forças de Kadafi, mas se ajudou os rebeldes a avançar para o Oeste. Em pouco tempo conquistaram as principais fontes da produção petroleira da Líbia, ao menos temporariamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia 28 de março, o jornal em língua árabe sediado em Londres, Al-Quds Al-Arabi, advertiu que a intervenção dividiria a Líbia com dois estados, um Leste rico em petróleo e em mãos dos rebeldes e um Oeste encabeçado por Kadafi e mergulhado na pobreza. Com o controle dos poços petrolíferos assegurados, poderíamos estar diante de um novo emirado petroleiro líbio, escassamente habitado, protegido pelo Ocidente e muito similar aos estados emirados do Golfo. Ou a rebelião respaldada pelo Ocidente poderia seguir adiante até eliminar o irritante ditador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Argumenta-se que o petróleo não pode ser um motivo para a intervenção porque o Ocidente já tem acesso ao mesmo sob o regime de Kadafi. Isso é certo, mas irrelevante. O mesmo poderia ser dito sobre o Iraque sob o regime de Saddam Hussein, ou sobre Irã e Cuba atualmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que o Ocidente busca é o que Bush anunciou: o controle, ou ao menos clientes dignos de confiança e, no caso da Líbia, o acesso a enormes áreas inexploradas que se espera sejam ricas em petróleo. Documentos internos britânicos e estadunidenses insistem que o vírus do nacionalismo é o maior temor, já que poderia engendrar desobediência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A intervenção está sendo realizada pelas três potências imperiais tradicionais (poderíamos lembrar - os líbios presumivelmente o fazem - que, depois da Primeira Guerra Mundial, a Itália foi responsável por um genocídio no Leste da Líbia).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As potências ocidentais estão atuando em virtual isolamento. Os estados na região - Turquia e Egito - não querem participar, tampouco a África. Os ditadores do Golfo se sentiriam felizes de ver Kadafi partir, mas, ainda empanturrados pelas armas avançadas que recebem para reciclar os petrodólares e assegurar a obediência, oferecem apenas uma participação simbólica. O mesmo se aplica em outros lugares: Índia, Brasil e, inclusive, Alemanha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primavera árabe tem raízes profundas. A região está em fermentação há muitos anos. A primeira da atual onda de protestos começou no ano passado, no Saara Ocidental, a última colónia africana, invadida pelo Marrocos em 1975 e retida ilegalmente desde então, de maneira similar ao Timor Oriental e aos territórios ocupados por Israel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um protesto não violento, em novembro do ano passado, foi sufocado por forças marroquinas. A França interveio para bloquear uma investigação do Conselho de Segurança sobre os crimes de seu cliente. Logo acendeu-se uma chama na Tunísia que, desde então, espalhou-se e tornou-se uma conflagração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Noam Chomsky é linguista, filósofo e ativista político estadunidense. Publicado originalmente no site da Agência Carta Maior. Tradução por Katarina Peixoto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="www.envolverde.com.br"&gt;www.envolverde.com.br&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8774303889241340757-7233256061598026299?l=aefjnportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/feeds/7233256061598026299/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2011/04/libia-e-o-mundo-do-petroleo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/7233256061598026299'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/7233256061598026299'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2011/04/libia-e-o-mundo-do-petroleo.html' title='A Líbia e o mundo do petróleo'/><author><name>Secção portuguesa da Rede cristã AEFJN</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16975863732410955901</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-x6Pn6jDuQUc/TbKHmNBI6AI/AAAAAAAAAR4/_ifbx9iQgPo/s72-c/petroleo_libia2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8774303889241340757.post-9140167259364861357</id><published>2011-04-06T21:51:00.000-07:00</published><updated>2011-04-06T21:56:30.918-07:00</updated><title type='text'>Seminário sobre Advocacia social no Porto</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-ZnGkFpd8FO0/TZ1DdayyJRI/AAAAAAAAARw/LZGAScn4EuM/s1600/cartaz_Workshop_AdvocaciaSocial.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 210px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-ZnGkFpd8FO0/TZ1DdayyJRI/AAAAAAAAARw/LZGAScn4EuM/s320/cartaz_Workshop_AdvocaciaSocial.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5592700484951614738" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O Workshop "&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;Advocacia social: uma forma de pôr em prática a Doutrina Social da Igreja"&lt;/span&gt;, previsto para o próximo sábado dia 9 de Abril, foi adiado para dia 14 de Maio, no mesmo local - CREU (Porto). Entende-se por Advocacia social, todo o esforço organizado para, em nome da justiça social, influenciar instituições e sistemas políticos, económicos e sociais no sentido de tomarem decisões que defendam os interesses de grupos desfavorecidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois da sua 1ª edição em Lisboa, no passado dia 19 de Março, avaliado pelos participantes como muito pertinente, lanço o desafio para que se inscrevam nesta nova oportunidade e para que divulguem por quem acharem por bem. O workshop dirige-se a todas as pessoas interessados em aprofundar estes temas, leigos ou religiosos, com ou sem grupo/ movimento/ organização/ paróquia de referência. A participação é gratuita. Para mais informações, consultar o cartaz em anexo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraço,&lt;br /&gt;Margarida&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Margarida Alvim&lt;br /&gt;Rede Fé e Desenvolvimento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fundação Evangelização e Culturas (FEC)&lt;br /&gt;margarida.alvim@fecongd.org&lt;br /&gt;www.fecongd.org&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8774303889241340757-9140167259364861357?l=aefjnportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/feeds/9140167259364861357/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2011/04/seminario-sobre-advocacia-social-no.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/9140167259364861357'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/9140167259364861357'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2011/04/seminario-sobre-advocacia-social-no.html' title='Seminário sobre Advocacia social no Porto'/><author><name>Secção portuguesa da Rede cristã AEFJN</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16975863732410955901</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-ZnGkFpd8FO0/TZ1DdayyJRI/AAAAAAAAARw/LZGAScn4EuM/s72-c/cartaz_Workshop_AdvocaciaSocial.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8774303889241340757.post-630287461294266840</id><published>2011-04-03T14:02:00.000-07:00</published><updated>2011-04-03T14:04:22.383-07:00</updated><title type='text'>Globalizar a solidariedade</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-0uDQAKt9Qlo/TZjgzLTIHAI/AAAAAAAAARo/KQ_TYVjOKEM/s1600/logocaritasafrica.gif"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 256px; height: 109px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-0uDQAKt9Qlo/TZjgzLTIHAI/AAAAAAAAARo/KQ_TYVjOKEM/s320/logocaritasafrica.gif" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5591466107191434242" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Entrevista com um responsável da Cáritas para a África&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ROMA, domingo, 3 de abril de 2011 (ZENIT.org) - A trágica história da África ecoa em seu difícil presente, mas, segundo um responsável para a África da rede Cáritas, sua situação seria realmente dramática se não fosse pela Igreja Católica.&lt;br /&gt;Nascido no Congo, o padre Pierre Cibambo Ntakobajira viu com seus próprios olhos a contribuição da Igreja para o continente. “Não sei qual seria a situação da África hoje se a Igreja não fosse tão dinâmica”, afirma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta entrevista, o sacerdote fala de sua própria história como católico e da necessidade permanente de “globalizar a solidariedade”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;–O senhor nasceu na República Democrática do Congo. Cresceu em um ambiente católico?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;–Padre Ntakobajira: Em 1955, quando nasci, meus pais não eram cristãos. Não eram católicos. Viviam sua religião tradicional. Alguns de meus irmãos e irmãs já eram católicos, mas meus pais não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;–Custou-lhes aceitar a notícia de seu desejo de ser sacerdote?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;–Padre Ntakobajira: Comecei a escola primária aos 7 anos e fui batizado em 1966. Tinha 11 anos e recebi o batismo dois anos antes de minha mãe, porque frequentava uma escola católica. Para mim era fácil ter contato com a fé católica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;–Você deixou Bukavu, no Congo, e foi para a Bélgica, estudar na Universidade Católica dali. Depois foi para o Canadá, ao Instituto Canadense para a Resolução de Conflitos. Por que deixou Bukavu?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;–Padre Ntakobajira: Foi meu bispo que me pediu que fosse estudar para melhorar nossa participação no trabalho social e de desenvolvimento. Por isso fui à Bélgica. Estive ali três anos. Voltei ao meu país em 1994. Foi precisamente durante o genocídio em Ruanda. Pediram-me para assumir o escritório diocesano da Cáritas, para ajudar a organizar o trabalho em minha diocese, para auxiliar os muitos refugiados de Ruanda que naquele momento cruzavam a fronteira para entrar no Congo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;–Em um estudo da ONU de mais de 50 países subdesenvolvidos, 34 nações africanas formam parte da lista. Por que a África parece o continente do sofrimento?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;–Padre Ntakobajira: Creio que levaria muito tempo para falar disso. Mas diria que é o resultado de uma combinação de muitos fatores: a perspectiva histórica, os sistemas econômicos internacionais, o governo e a cultura. É uma combinação de todos esses fatores. Ao fazer referência à história da África, é necessário que compreendamos que a história do continente é triste – a escravidão, por exemplo, e suas consequências. É uma história de colonialismo e exploração. Não é suficiente para explicar e justificar a situação atual, mas tem muito a ver com o que estamos dizendo da situação da África.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;–Isso também tem a ver com a política e os governos atuais?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;–Padre Ntakobajira: Durante muitos anos, o continente africano, e muitos dos países do continente, estiveram nas mãos de pessoas que foram postas ali não por serem adequadas, mas porque serviam aos interesses de outros. Durante a Guerra Fria, no Congo, por exemplo, tivemos Mobutu durante 32 anos, um homem que não fez nada para o Congo. O que sofremos no Congo hoje tem suas raízes naquela era. Mobutu foi posto no contexto da Guerra Fria, apoiado e com dinheiro da comunidade internacional, mas fazendo seus próprios negócios com este dinheiro e não desenvolvendo o país. É um país quatro vezes maior que a França, com 60 milhões de pessoas. Temos todos os recursos naturais que se podem imaginar. É como um paraíso e, ainda assim, as pessoas morrem de fome. Imagina isso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;–A África tem algumas das maiores riquezas naturais, mas sofre uma grande pobreza. É uma contradição que exige resposta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;–Padre Ntakobajira: Estes vários recursos naturais têm sido explorados por empresas externas e podemos ver que este mesmos recursos naturais são a principal razão da guerra que está causando estragos em países como o Congo. Em muitos países onde há petróleo, ouro e diamante, estabelece-se a miséria. Ter todas essas riquezas em seu solo parece ser uma maldição... Estes recursos são explorados e os lucros se gastam em armas que são trazidas para o país. No Congo, sobretudo na região oriental, sofremos com os que foram responsáveis pelo genocídio em Ruanda. Eles entraram no Congo e agora ocupam várias áreas do país, onde estão extraindo os recursos naturais e vendendo tudo para as companhias do exterior. Assim compram armas e se preparam para a guerra, para assassinar a população local e ameaçar a segurança da região. É um desastre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;–A Igreja católica é vital. Falando da educação na África, oferece educação para cerca de 1 milhão de crianças e tem mais de 2 mil hospitais, sem mencionar clínicas e orfanatos. Até que ponto é importante o trabalho da Igreja católica, ao manter essa infra-estrutura nas nações africanas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;–Padre Ntakobajira: Na África, graças a Deus, temos a Igreja, sobretudo a Igreja católica. Não sei qual seria a situação do continente hoje se a Igreja não fosse tão dinâmica. No Congo, eu venho da arquidiocese de Bakuvu, que gerencia 10 hospitais e mais de 200 centros de saúde. Assim se pode imaginar o compromisso e o impacto que a Igreja local tem nesta área, e todo mundo reconhece. A Igreja contribui muito para melhorar a situação das pessoas, sobretudo na educação e na saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;–Até que ponto é importante o trabalho de organizações como Cáritas, Ajuda à Igreja que Sofre e outras organizações beneficentes?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;–Padre Ntakobajira: João Paulo II fez um apelo a todo o mundo que dizia: é necessário que globalizemos a solidariedade. As organizações católicas como AIS e Cáritas são uma forma concreta de globalizar a solidariedade, segundo o Evangelho e a doutrina social da Igreja. Por isso, é muito importante que estas organizações apoiem as Igrejas locais, porque elas necessitam de apoio em sua luta diária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--- --- ---&lt;br /&gt;Esta entrevista foi realizada por Mark Riedemann para "Onde Deus chora", um programa rádio-televisivo semanal produzido por Catholic Radio and Television Network, (CRTN), em colaboração com a organização católica Ajuda à Igreja que Sofre.&lt;br /&gt;Mais informação em www.aisbrasil.org.br, www.fundacao-ais.pt.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8774303889241340757-630287461294266840?l=aefjnportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/feeds/630287461294266840/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2011/04/globalizar-solidariedade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/630287461294266840'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/630287461294266840'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2011/04/globalizar-solidariedade.html' title='Globalizar a solidariedade'/><author><name>Secção portuguesa da Rede cristã AEFJN</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16975863732410955901</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-0uDQAKt9Qlo/TZjgzLTIHAI/AAAAAAAAARo/KQ_TYVjOKEM/s72-c/logocaritasafrica.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8774303889241340757.post-7399103843558940845</id><published>2011-02-26T14:18:00.000-08:00</published><updated>2011-02-26T14:19:53.897-08:00</updated><title type='text'>Bispos da África austral preocupados com a situação no Zimbabué</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-0bTEtn99YuI/TWl8fwZBjEI/AAAAAAAAARg/e6dflsvwMgU/s1600/imbisa_bishops-web.jpg"&gt;&lt;img style="float: right; margin: 0pt 0pt 10px 10px; cursor: pointer; width: 320px; height: 110px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-0bTEtn99YuI/TWl8fwZBjEI/AAAAAAAAARg/e6dflsvwMgU/s320/imbisa_bishops-web.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5578126498482719810" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;23/02/2011 | Fides&lt;br /&gt;"Escrevemos aos líderes da SADC (South African Development Community) em um momento crítico na vida da nação do Zimbabué" - escrevem os Bispos de Angola, Botsuana, Lesoto, Namíbia, Moçambique, São Tome e Príncipe, África do Sul e Zimbabué, na conclusão de sua 9a Sessão Plenária.&lt;br /&gt;Em um comunicado enviado à Agência Fides, os membros da IMBISA recordam "o importante papel desempenhado pela SADC ao facilitar o Global Political Agreement (GPA) que conduziu ao governo de unidade nacional". Fazem parte do governo de unidade nacional o partido do Presidente Robert Mugabe e o do Primeiro-ministro Morgan Tsvangirai. Este último é o principal opositor de Mugabe. O duro confronto político entre as duas partes gerou uma grave crise, à negociação do GPA e à formação do governo de unidade nacional. "Todavia, dois anos após a assinatura do acordo, estamos preocupados pela ausência de progressos significativos - escrevem os Bispos da IMBISA. Nem todos os aspectos do GPA foram respeitados no prazo estabelecido. Não obstante alguns progressos, constatamos que os cidadãos do Zimbabué continuam a sofrer com a extrema pobreza, altos níveis de desemprego, inadequados serviços de saúde e da instrução, carência de investimentos e de confiança na economia do país. Trata-se de uma forma de grave injustiça, considerando a riqueza da nação em proporção a seus recursos humanos e materiais".&lt;br /&gt;Em 2011, estão previstas eleições presidenciais e parlamentares. A IMBISA se demonstra preocupada com as graves carências na preparação do pleito: a não completa atuação do GPA; os atrasos do processo de reforma constitucional ("não se sabe quando será o referendo sobre a nova Constituição"); as listas eleitorais não foram atualizadas; os fortes limites à liberdade de imprensa e de associação; o aumento das intimidações e das violências enquanto a campanha eleitoral se inicia. 46 pessoas foram presas enquanto assistiam vídeos dos protestos na Tunísia e no Egito, acusadas de preparar "atividades para subverter um governo legítimo".&lt;br /&gt;Fonte: www.fides.org&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8774303889241340757-7399103843558940845?l=aefjnportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/feeds/7399103843558940845/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2011/02/bispos-da-africa-austral-preocupados.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/7399103843558940845'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/7399103843558940845'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2011/02/bispos-da-africa-austral-preocupados.html' title='Bispos da África austral preocupados com a situação no Zimbabué'/><author><name>Secção portuguesa da Rede cristã AEFJN</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16975863732410955901</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-0bTEtn99YuI/TWl8fwZBjEI/AAAAAAAAARg/e6dflsvwMgU/s72-c/imbisa_bishops-web.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8774303889241340757.post-2662043319233515991</id><published>2011-02-16T01:31:00.000-08:00</published><updated>2011-02-16T01:33:31.889-08:00</updated><title type='text'>44 milhões caíram no limiar da extrema pobreza devido à alta dos preços - Banco Mundial</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-3YwGc342Z3I/TVuZ5HyKyAI/AAAAAAAAARY/1GDsy9vXtto/s1600/pobreza_pedinte.jpg"&gt;&lt;img style="float: right; margin: 0pt 0pt 10px 10px; cursor: pointer; width: 168px; height: 200px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-3YwGc342Z3I/TVuZ5HyKyAI/AAAAAAAAARY/1GDsy9vXtto/s200/pobreza_pedinte.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5574218170422183938" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Washington, 15 fev (Lusa) - A alta dos preços alimentares fez cair 44 milhões de pessoas no limiar da extrema pobreza, entre junho e dezembro, avançou hoje o Banco Mundial.&lt;br /&gt;Para chegar a este dado, a instituição partiu das estatísticas sobre os rendimentos e as despesas domésticos nos países com rendimentos médios e baixos.&lt;br /&gt;O limiar da extrema pobreza é definido por despesas de 1,25 dólares diários por pessoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;© Elsa Resende, 2011 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/hostednews/epa/article/ALeqM5igVK_1s-mdJxE0L6Uw0zm7eyj5wg?docId=12159002"&gt;http://www.google.com/hostednews/epa/article/ALeqM5igVK_1s-mdJxE0L6Uw0zm7eyj5wg?docId=12159002&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8774303889241340757-2662043319233515991?l=aefjnportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/feeds/2662043319233515991/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2011/02/44-milhoes-cairam-no-limiar-da-extrema.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/2662043319233515991'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/2662043319233515991'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2011/02/44-milhoes-cairam-no-limiar-da-extrema.html' title='44 milhões caíram no limiar da extrema pobreza devido à alta dos preços - Banco Mundial'/><author><name>Secção portuguesa da Rede cristã AEFJN</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16975863732410955901</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-3YwGc342Z3I/TVuZ5HyKyAI/AAAAAAAAARY/1GDsy9vXtto/s72-c/pobreza_pedinte.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8774303889241340757.post-1237821114027188095</id><published>2011-02-08T14:59:00.000-08:00</published><updated>2011-02-08T15:00:50.396-08:00</updated><title type='text'>Assassinatos recentes ameaçam independência do Sudão</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TVHLDIvfe1I/AAAAAAAAARQ/zhzy67rqTUs/s1600/countries-sudan.gif"&gt;&lt;img style="float: right; margin: 0pt 0pt 10px 10px; cursor: pointer; width: 287px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TVHLDIvfe1I/AAAAAAAAARQ/zhzy67rqTUs/s320/countries-sudan.gif" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5571457468780739410" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Bispo adverte sobre islamização do norte&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;YAMBIO, terça-feira, 8 de fevereiro de 2011 (ZENIT.org) - Uma religiosa de 37 anos de idade é apenas uma das vítimas dos recentes homicídios e sequestros ocorridos no Sudão do Sul, que ameaçam os esforços da nação africana recém-formada, disse o bispo de Tombura-Yambio.&lt;br /&gt;Dom Hiiboro Kussala publicou uma carta aberta pedindo o fim da violência perpetrada pelo "Exército de Resistência do Senhor" (LRA) e pelo seu líder, Joseph Kony, informou Ajuda à Igreja que Sofre.&lt;br /&gt;O prelado disse à agência de ajuda que, hoje, "a ameaça da crescente violência poderia afetar qualquer governo do Sul do Sudão, arruinando os recursos de uma nação jovem que se esforça para proteger seus cidadãos e evitar que outros sejam arrastados para a luta".&lt;br /&gt;Em 7 de fevereiro, anunciou-se que, com 98% dos votos no referendo do Sul do Sudão, a população escolheu a independência do norte.&lt;br /&gt;O atual presidente do Sudão, estabelecido em Cartum, Omar al-Bashir disse que aceitava os resultados oficiais da votação.&lt;br /&gt;Portanto, o Sudão do Sul vai se tornar uma nova nação, o 54º dos estados independentes da África, seis anos após a assinatura do Comprehensive Peace Agreement, que pôs fim à guerra civil no Sudão.&lt;br /&gt;Apesar disso, o arcebispo expressou sua preocupação de que a violência tenha "consequências devastadoras" nos esforços da região para se tornar uma nação independente.&lt;br /&gt;Terror&lt;br /&gt;"Cada dia que termina sem encontrar uma solução para o problema do LRA é outro dia de terror e pânico para os que vivem sob a ameaça constante de novos ataques", disse ele.&lt;br /&gt;Dom Kussala disse que "o problema do LRA em nossas comunidades não encontrará uma solução definitiva enquanto Joseph Kony e outros líderes não estiverem prontos para deixar os bosques".&lt;br /&gt;O bispo informou que "muitas das nossas crianças ainda estão nas mãos do LRA. Não sabemos se estão vivas ou mortas".&lt;br /&gt;"Aqueles que escaparam do LRA estão física e mentalmente marcados pelo sofrimento pelo qual passaram e nunca voltarão a ser os mesmos."&lt;br /&gt;O prelado disse à agência de ajuda que, entre as vítimas conhecidas dos assassinatos, encontra-se a Irmã Angelina, do Instituto St. Augustine, que foi assassinada no dia 17 de janeiro, enquanto viaja para levar ajuda médica aos refugiados do sul do Sudão.&lt;br /&gt;Ele acrescentou que 9 pessoas foram mortas, 7 ficaram feridas e 17 foram sequestradas durante os ataques do LRA em sua diocese, de 22 a 25 de dezembro.&lt;br /&gt;Desde então, a violência continua, disse o bispo, e no sábado passado, 8 pessoas foram torturadas até a morte em um vilarejo a 130 milhas de Tombura.&lt;br /&gt;Mudanças políticas&lt;br /&gt;Ajuda à Igreja que Sofre relatou que os cristãos, em particular, estavam sofrendo ameaças no norte do Sudão, devido às mudanças políticas vividas naquela região.&lt;br /&gt;O bispo auxiliar, Daniel Adwok, de Cartum, advertiu que a região se tornaria menos tolerante com os não-muçulmanos.&lt;br /&gt;"A declaração do presidente (al-Bashir,) várias semanas após a secessão (do sul), afirmava que ele tinha um plano progressivo por meio do qual o Norte se tornaria uma nação islâmica em sua religião e arábica em sua cultura."&lt;br /&gt;O arcebispo continuou: "Até este momento, o governo do norte tem sido indulgente à implementação desta política por temor à secessão do sul, mas agora nada poderá detê-los".&lt;br /&gt;"Agora, em alguns lugares, as pessoas (cristãs e não-cristãs) são interrogadas sobre o motivo pelo qual ainda moram no norte", disse o bispo.&lt;br /&gt;"As pessoas que normalmente trabalham na agricultura têm relatado abusos por parte dos proprietários rurais. Essas pessoas não são bem pagas e, quando reclamam, são ameaçadas com armas."&lt;br /&gt;O bispo disse que muitos cristãos têm migrado para o sul e em sua região pastoral de Kosti, o comparecimento à Missa caiu de 1.000 para 100 pessoas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8774303889241340757-1237821114027188095?l=aefjnportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/feeds/1237821114027188095/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2011/02/assassinatos-recentes-ameacam.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/1237821114027188095'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/1237821114027188095'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2011/02/assassinatos-recentes-ameacam.html' title='Assassinatos recentes ameaçam independência do Sudão'/><author><name>Secção portuguesa da Rede cristã AEFJN</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16975863732410955901</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TVHLDIvfe1I/AAAAAAAAARQ/zhzy67rqTUs/s72-c/countries-sudan.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8774303889241340757.post-6181155262522843539</id><published>2011-01-31T09:56:00.000-08:00</published><updated>2011-01-31T09:59:27.530-08:00</updated><title type='text'>Sudão do Sul: Resultados preliminares de referendo confirmam independência</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TUb4bi8HfwI/AAAAAAAAARA/SuOwy2yZfas/s1600/sudan%2Bnorth%2Bsouth.jpg"&gt;&lt;img style="float: right; margin: 0pt 0pt 10px 10px; cursor: pointer; width: 300px; height: 300px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TUb4bi8HfwI/AAAAAAAAARA/SuOwy2yZfas/s320/sudan%2Bnorth%2Bsouth.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5568411141409308418" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Missionário português diz que as igrejas querem estar presentes na redacção de uma proposta de Constituição&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Lisboa, 31 Jan (Ecclesia) – Os resultados preliminares do referendo de autodeterminação realizado entre 9 e 15 deste mês, no sul do Sudão, revelam que uma maioria de 98,83 por cento das pessoas votou pela divisão do maior país africano.&lt;br /&gt;Calcula-se que a população sul-sudanesa seja de 8,3 milhões, segundo dados do censo de 2008, 85% da qual vive na pobreza.&lt;br /&gt;O presidente sudanês, Omar al-Bashir, já se comprometeu a reconhecer a separação do sul do Sudão, colocando ponto final num conflito que se prolongou por décadas, matando quase dois milhões de pessoas.&lt;br /&gt;O missionário português José da Silva Vieira, a residir em Juba, capital do sul do Sudão, revela que “os próximos passos são a proclamação oficial final dos resultados”.&lt;br /&gt;Num comentário publicado no seu blogue «Jirenna» (palavra guji, do sul da Etiópia, que significa vida), o padre comboniano, chefe de redacção da «Rádio Bakhita», diz que “entretanto, os partidos que governam o Norte e o Sul têm que terminar as negociações sobre Abyeai, as fronteiras, a cidadania, e a partilha dos recursos naturais e da dívida externa”.&lt;br /&gt;“Uma comissão técnica formada por políticos, juízes e advogados, já está a elaborar uma proposta de Constituição para o novo país. A sociedade civil e as igrejas também gostariam de fazer parte do processo”, revela o padre José da Silva.&lt;br /&gt;A data prevista para a proclamação da independência é o dia 9 de Julho.&lt;br /&gt;OC&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?tpl=&amp;amp;id=84044"&gt;http://www.agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?tpl=&amp;amp;id=84044&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8774303889241340757-6181155262522843539?l=aefjnportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/feeds/6181155262522843539/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2011/01/sudao-do-sul-resultados-preliminares-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/6181155262522843539'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/6181155262522843539'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2011/01/sudao-do-sul-resultados-preliminares-de.html' title='Sudão do Sul: Resultados preliminares de referendo confirmam independência'/><author><name>Secção portuguesa da Rede cristã AEFJN</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16975863732410955901</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TUb4bi8HfwI/AAAAAAAAARA/SuOwy2yZfas/s72-c/sudan%2Bnorth%2Bsouth.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8774303889241340757.post-6046757854048036236</id><published>2011-01-30T14:24:00.000-08:00</published><updated>2011-01-30T14:28:35.984-08:00</updated><title type='text'>Notícias da AEFJN, nº 44</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TUXlbQzs6lI/AAAAAAAAAQ4/uArLCSu4iHc/s1600/Logo_AEFJN-Bruxelas.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 74px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TUXlbQzs6lI/AAAAAAAAAQ4/uArLCSu4iHc/s320/Logo_AEFJN-Bruxelas.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5568108770844535378" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;N.º 44 – Janeiro de 2011&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Armas&lt;br /&gt;Negociações em vista do Tratado sobre o Comércio de Armas&lt;br /&gt;Negociadores de 192 Estados encontraram-se na ONU, em 12 de Julho de 2010, para dar início a conversações formais em vista de um acordo internacional, juridicamente vinculativo, para o controle do comércio das armas. Dez dias depois, deu-se a conhecer um documento preliminar, com os princípios e pontos fundamentais do futuro Tratado sobre o Comércio de Armas. Este documento mostra que a maioria dos Estados reconhece a necessidade de um tratado deste tipo. O próximo encontro da ONU sobre este tratado terá lugar em Março de 2011.&lt;br /&gt;Para saber mais consulte: &lt;a href="www.controlarms.org"&gt;www.controlarms.org&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SADC-APE&lt;br /&gt;Cimeira da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral [SADC] termina com um apelo à rejeição dos APE&lt;br /&gt;A Cimeira de Chefes de Estado reuniu a voz da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral para partilhar opiniões sobre prosperidade pessoal e liberdade económica.&lt;br /&gt;M. Makoni/CJW ed.: &lt;a href="http://www.africafiles.org/article.asp?ID=24236"&gt;http://www.africafiles.org/article.asp?ID=24236&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agricultura/alimentação&lt;br /&gt;Congo-Brazzaville: Comunidade de pescadores desalojada&lt;br /&gt;O Porto Autónomo de Pointe-Noire, para se expandir, expulsou 8 000 habitantes de uma aldeia de pescadores. Este desalojamento é um duro golpe para os proventos da comunidade, bem como o fecho do mercado que fornecia aos habitantes alimentos com proteínas, a preços acessíveis. «Eu sempre pesquei, desde a minha juventude, e agora não sei para onde vamos!», disse Josep Takpo, um velho pescador.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ips.org/africa/2010/11/congo-beninois-fishing-community-evicted/"&gt;http://www.ips.org/africa/2010/11/congo-beninois-fishing-community-evicted/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Congo-Kinshasa: Investimentos de empresários indianos&lt;br /&gt;RDC, 13 de Agosto de 2010 – O governo da R.D. do Congo oferece facilidades de investimento nos sectores agrícola e alimentar a empresários indianos. Isto permite-lhes arrendar enormes áreas de terra agrícola.      &lt;br /&gt;&lt;a href="http://farmlandgrab.org/14769%20ou%20http://www.africafiles.org/article.asp?ID=24170"&gt;http://farmlandgrab.org/14769 ou http://www.africafiles.org/article.asp?ID=24170&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Direitos da Natureza na ONU&lt;br /&gt;A sociedade civil debruça-se sobre uma nova resolução que está, neste momento, em estudo na ONU: os direitos da Natureza. Este assunto poderá ser discutido pelos governos, no dia 22 de Abril de 2011, dia da Terra. O documento está em fase de consulta informal e, por isso, ainda não está disponível ao público. No entanto, é tempo de começar a fazer pressão política. O objectivo deste debate – que a sociedade civil já havia solicitado em 2005 – é obrigar os 192 Estados-membros da ONU a declararem publicamente a sua posição quanto aos direitos da natureza. Esta campanha pretende corrigir a abordagem baseada apenas no mercado, que predomina nos trabalhos da ONU sobre o ambiente e sobre temas cruciais como a mudança climática, as florestas, a água e a biodiversidade. Estes direitos estão consagrados na Declaração Universal da Mãe Terra, adoptada em consequência da resposta de 32 000 pessoas de todo o mundo ao apelo do presidente Morales, em Cochabamba (Bolívia), em 22 de Abril de 2010, na «Conferência dos Povos sobre a Mudança Climática e os Direitos da Mãe Terra»&lt;br /&gt;&lt;a href="http://pwccc.wordpress.com/programa/"&gt;http://pwccc.wordpress.com/programa/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;África : A Igreja fala da promoção da segurança alimentar&lt;br /&gt;Nairobi, 26 de Novembro de 2010 – Os delegados da Assembleia das Igrejas Cristãs, em Nairobi, criticaram certos países de África por terem falhado à obrigação de «alimentarem» a sua população. «Muitas vezes, os governos falharam por terem destinado uma mínima parte do seu orçamento, 10%, à agricultura.» «Entre outras coisas, isto poderia mudar se o continente africano fosse auto-suficiente em alimentos.»&lt;br /&gt;«A Igreja afirma que pode tomar a seu cargo todo o sector da educação das populações, e livrar da fome o continente. Os mais pobres podem ter formação, no terreno, sobre a maneira de utilizar os recursos disponíveis para a alimentação», insiste o grupo de trabalho dos delegados.&lt;br /&gt;[cisa@wananchi.com] e &lt;a href="http://www.e-alliance.ch/en/s/food/2010-churches-week-of-action-on-food/"&gt;http://www.e-alliance.ch/en/s/food/2010-churches-week-of-action-on-food/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Medicamentos-Saúde&lt;br /&gt;Manifestação a favor do acesso aos medicamentos&lt;br /&gt;No quadro da campanha do Médicos Sem fronteiras «Europa, não toque nos nossos medicamentos!», nós protestámos contra as políticas comerciais agressivas da Comissão Europeia, que vão afectar o acesso aos medicamentos nos países em vias de desenvolvimento. O protesto teve lugar por ocasião da abertura da Cimeira União Europeia-Índia, em Bruxelas, no dia 10 de Dezembro, em que se negociou um acordo comercial de livre intercâmbio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As investigações sobre saúde em África têm soluções, mas não têm apoio&lt;br /&gt;Não é por falta de talento que piora a situação da saúde em África. O desinteresse por parte dos políticos e a falta de fundos para a implementação de novas tecnologias têm também grande relevância.&lt;br /&gt;M. Makoni em &lt;a href="http://news.theage.com.au/breaking-news-world/african-health-research-has-solutions-but-no-support-20101213-18ub8.html"&gt;http://news.theage.com.au/breaking-news-world/african-health-research-has-solutions-but-no-support-20101213-18ub8.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Empresas&lt;br /&gt;A ENI instala-se na R. D. do Congo através da aquisição de um bloco petrolífero&lt;br /&gt;A ENI é a primeira empresa italiana de energia a ter acesso ao sector do petróleo na R. D. do Congo. Esta empresa prevê assegurar 55% do bloco petrolífero de Ndunda, na parte ocidental do Congo. A exploração do petróleo começou em Setembro de 2010.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.africafiles.org/article.asp?ID=24197"&gt;http://www.africafiles.org/article.asp?ID=24197&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sudão&lt;br /&gt;O líder do Sul do Sudão faz pressão sobre os seus funcionários para entrar na campanha do Referendo&lt;br /&gt;O Presidente do Governo do Sul do Sudão, Salva Kiir Mayardit, pressionou recentemente os seus funcionários para darem início de imediato à campanha de mobilização a favor do Referendo de Janeiro sobre a auto-determinação.&lt;br /&gt;GK: &lt;a href="http://www.sudantribune.com/"&gt;http://www.sudantribune.com/&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8774303889241340757-6046757854048036236?l=aefjnportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/feeds/6046757854048036236/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2011/01/noticias-da-aefjn-n-44.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/6046757854048036236'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/6046757854048036236'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2011/01/noticias-da-aefjn-n-44.html' title='Notícias da AEFJN, nº 44'/><author><name>Secção portuguesa da Rede cristã AEFJN</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16975863732410955901</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TUXlbQzs6lI/AAAAAAAAAQ4/uArLCSu4iHc/s72-c/Logo_AEFJN-Bruxelas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8774303889241340757.post-8448997656015706767</id><published>2011-01-21T22:58:00.000-08:00</published><updated>2011-01-21T23:04:21.082-08:00</updated><title type='text'>Zimbabué: 27% inscritos nos cadernos eleitorais estão mortos</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TTqBa8yCWJI/AAAAAAAAAQw/I3_IwKnE2s0/s1600/zimbabwe%252520map.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; FLOAT: right; HEIGHT: 251px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5564902589562247314" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TTqBa8yCWJI/AAAAAAAAAQw/I3_IwKnE2s0/s320/zimbabwe%252520map.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Mais de um quarto dos inscritos nos cadernos eleitorais do Zimbabué estão mortos, ao passo que mais de dois mil são mais do que centenários, conforme o relatório de uma organização zimbabueana independente divulgado hoje.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Segundo a agência AFP, o documento da Rede de Apoio às Eleições no Zimbabué (ZESN, na sigla em inglês), uma rede de associações locais independentes, mostra que as listas contam com 27 por cento de pessoas que já faleceram.&lt;br /&gt;Por outro lado, um controlo por computador identificou 2.344 pessoas nascidas entre 1901 e 1909 e nove entre 1890 e 1900.&lt;br /&gt;O exame das listas pela ZESN permitiu também identificar 93 "eleitores" com menos de um ano.&lt;br /&gt;O partido do presidente Robert Mugabe, o ZANU-PF, quer eleições gerais este ano, para acabar com dois anos de partilha do poder com o Movimento para a Mudança Democrática, MDC (ex-oposição), do primeiro-ministro, Morgan Morgan Tsvangirai.&lt;br /&gt;O chefe do governo entende que não há condições para um escrutínio equitativo.&lt;br /&gt;A oposição, tal como os observadores, identificou a existência de "eleitores fantasmas" nas listas.&lt;br /&gt;A comissão eleitoral anunciou que a falta de fundos não permitiria "limpar" as listas.&lt;br /&gt;O ZANU-PF e o MDC tinham concordado com a adoção de uma nova Constituição antes das eleições gerais, mas as consultas políticas sobre o texto estão num impasse.&lt;br /&gt;Diário Digital / Lusa&lt;br /&gt;&lt;a href="http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=10&amp;amp;id_news=489767&amp;amp;page=1"&gt;http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=10&amp;amp;id_news=489767&amp;amp;page=1&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8774303889241340757-8448997656015706767?l=aefjnportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/feeds/8448997656015706767/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2011/01/zimbabue-27-inscritos-nos-cadernos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/8448997656015706767'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/8448997656015706767'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2011/01/zimbabue-27-inscritos-nos-cadernos.html' title='Zimbabué: 27% inscritos nos cadernos eleitorais estão mortos'/><author><name>Secção portuguesa da Rede cristã AEFJN</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16975863732410955901</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TTqBa8yCWJI/AAAAAAAAAQw/I3_IwKnE2s0/s72-c/zimbabwe%252520map.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8774303889241340757.post-6895101228138330702</id><published>2011-01-19T15:11:00.000-08:00</published><updated>2011-01-19T15:14:06.665-08:00</updated><title type='text'>POSSE ABUSIVA DA TERRA EM ÁFRICA</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TTdwMy2DgkI/AAAAAAAAAQo/c4Pd_-2Mw38/s1600/africa-Verde.gif"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; FLOAT: right; HEIGHT: 299px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5564039229748773442" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TTdwMy2DgkI/AAAAAAAAAQo/c4Pd_-2Mw38/s320/africa-Verde.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;(Society of African Missions, &lt;strong&gt;Ficha «Justiça» nº 8&lt;/strong&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Século XXI – A posse abusiva de terra em África&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Desde 2007 que terrenos três vezes maiores que a Irlanda têm sido desviados por investidores estrangeiros para neles se fazerem mega quintas em África.&lt;br /&gt;Estão em curso negociações para se fazer o mesmo. Enquanto muitos governos africanos acolhem este investimento, algumas agências internacionais, ONGs e populações locais não são tão entusiastas. Alguns vêem os arrendamentos de terra como uma posse abusiva, que apenas difere da colonização do séc. XIX porque envolve agentes diferentes. O relatório da ONU - «Posse abusiva da terra ou Oportunidade de Desenvolvimento» declara de forma diplomática que o investimento estrangeiro «podia traduzir-se em boas notícias se os objectivos dos arrendatários da terra forem compatíveis com as necessidades de investimento dos países (hospedeiros)». Numa perspectiva menos diplomática, isto significa que os arrendamentos ainda não trouxeram o investimento em agricultura responsável de que a África necessita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Factos sobre os arrendamentos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Os Estados do Golfo, a China, a Coreia do Sul e a Índia arrendaram enormes extensões de terra africana. Empresas produtoras de biocombustível de Inglaterra, Alemanha, Suécia e de outros países europeus também investiram, em menor escala. A terra é arrendada por períodos até 99 anos para produzir arroz, milho, cana-de-açúcar, frutos e legumes, e sementes para biocombustível como óleo de palma e jatropha.&lt;br /&gt;Os projectos de arrendamento de terra existem em pelo menos 17 países africanos. Se o investimento estrangeiro em terra africana não é novidade, o que é diferente agora é a dimensão e o facto de os arrendamentos serem agora feitos entre governos e grandes corporações e não entre empresas. No passado o investimento ajudou as economias locais através do comércio e emprego. Um arrendamento actual em Moçambique permite que 10 000 chineses produzam sementes para exportar para a China, cortando qualquer benefício local.&lt;br /&gt;O arrendamento de terra tornou-se num assunto em 2008 quando o preço dos alimentos básicos duplicou. Temendo a sua vulnerabilidade, países ricos mas com terra pobre arável, como a Arábia Saudita, o Kuwait e o Qatar, aplicaram milhões de dólares em arrendamentos a longo prazo a fim de assegurarem a futura segurança alimentar. Também as alterações alimentares resultantes do crescimento das economias da China, Coreia do Sul e Índia, levaram a uma maior procura de terra arável. A acrescentar a estes factores, deu-se a repentina procura de biocombustível. Estes três factores juntos levaram a um aumento de procura de terra arável. Como a terra em África é abundante e, comparativamente, a mais barata no mundo, é a que mais atrai os investidores. Cerca de vinte países estrangeiros têm hoje terra arrendada em África.&lt;br /&gt;O secretismo que ronda os acordos de arrendamento é geral – ninguém sabe exactamente quantos hectares estão arrendados, e as informações sobre os termos desses contratos são vagas e desconhecidas. O arrendamento de terra arável trouxe emprego significativo em algumas zonas, mas em outras os trabalhadores contratados não são locais. Em alguns países, como na Zâmbia, o produto da terra entra nos mercados locais e beneficia a população local, mas noutras zonas os produtos da terra são destinados à exportação. O benefício em termos de desenvolvimento de infra-estruturas tem sido desigual e mesmo onde isto aconteceu, por exemplo na construção de estradas, pouco tem sido feito a nível da manutenção.&lt;br /&gt;Uma coisa é clara: até hoje os benefícios para os africanos não têm sido proporcionais aos dos arrendatários. Os africanos só vêem os restos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Posse da terra: é a compra ou arrendamento de vastas áreas de terra por países ricos, por países onde os alimentos escasseiam ou por investidores privados, feita a países pobres ou em desenvolvimento, a fim de produzirem produtos agrícolas para exportação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Terra, um recurso que tem de ser protegido – Bispos Africanos&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Um relatório recente do Sínodo dos Bispos Africanos criticou o secretismo que envolve os contratos de arrendamento de terra e enfatizou a necessidade de proteger a terra como recurso para as gerações futuras.&lt;br /&gt;«Se a Igreja pretende ser a voz dos mais pobres, deve trazer à discussão pública este assunto e deve defender os direitos à terra das comunidades tradicionais contra investidores gananciosos e líderes corruptos.»&lt;br /&gt;A actual forma de arrendamento de terra em África contradiz de muitas maneiras os ensinamentos da Igreja e os princípios sociais católicos. As comunidades locais não são geralmente envolvidas nas decisões acerca da terra, os produtos destinam-se sobretudo à exportação e existem preocupações quanto aos efeitos que a dimensão industrial das terras arrendadas poderá ter a longo prazo sobre o ambiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Motivos de preocupação&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Investidores ambiciosos enfatizam os benefícios de maiores colheitas híbridas e de desenvolvimento do emprego e de infra-estruturas. Há governos que, ansiosos por estes benefícios, acolhem este investimento. Opiniões contrárias variam da desconfiança à crença de que o arrendamento é um «roubo neo-colonialista». Um relatório do IFPRI (Instituto Internacional de Pesquisa para a Política Alimentar) resume a razão para a oposição: «a desigualdade das relações de poder nos contratos de aquisição de terra pode pôr em risco a sobrevivência dos pobres. Uma vez que o Estado detém muitas vezes formalmente a propriedade da terra, os pobres correm o risco de serem desalojados em favor do investidor, sem terem sido consultados ou compensados.» Muitas vezes é a elite local que beneficia, enquanto os pobres acabam por ficar em piores condições porque lhes é negado o acesso a terra já cultivada, a terra para pastagem, a floresta ou a água.&lt;br /&gt;Os governos dos países hospedeiros invocam geralmente que a terra que oferecem é pertença do Estado. Por lei, isto pode ser tecnicamente verdade, mas de facto os direitos comuns de ocupação são reconhecido há gerações. Nos contratos de investimento estrangeiro estes direitos são ignorados e a população expulsa. Esta injustiça alimenta potenciais conflitos. O secretismo, a corrupção e a exclusão da população local das negociações aumentam a indignação. Em Madagáscar, a agitação em torno de 1,3 milhões de hectares contribuiu para o derrube do governo. Muitos observadores acreditam que este tipo de conflito é inevitável.&lt;br /&gt;Existem também preocupações sobre o efeito que a potencial instabilidade política em muitos países africanos terá nos investidores. Terão estes cuidado com o ambiente e as economias locais? Ou a tentação do maior lucro possível e mais rápido possível levará a melhor? A resposta a estas perguntas será decisiva para definir se o arrendamento de terras é uma posse abusiva neo-colonialista ou um investimento benéfico para os africanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Jatropha, biocombustível e Tanzânia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Os biocombustíveis podem ser feitos de plantas como o milho, a cana-de-açúcar e o óleo de palma, mas é a Jatropha – a «planta maravilha» - que países como o Gana, Angola, Etiópia e Tanzânia estão a cultivar intensivamente. A vantagem é que esta planta pode ser cultivada em terra árida, que não é adequada a outras culturas.&lt;br /&gt;Na Tanzânia, as plantações de jatropha estão a causar problemas. Em 2009, o investimento foi suspenso em consequência da agitação em torno do desalojamento de agricultores e a conversão de alimentos em produtos para biocombustível. Além disso, a irrigação necessária a estas plantações provocou faltas de água. Há também provas de negócios obscuros com as populações locais, em que estes receberam menos de $10 por hectare de terra. Os locais estão a perder e não estão a ser tomadas medidas relativas aos efeitos da desertificação e uso de pesticidas.&lt;br /&gt;Esta situação exemplifica os efeitos da falta de políticas sobre o uso da terra nos países africanos. Em resposta, o governo da Tanzânia quer publicar este ano algumas directivas nacionais sobre o investimento em biocombustível. Também está consciente de que isto pode não ser suficiente e de que a protecção do ambiente e dos direitos das populações exige legislação e aplicação das leis. Embora este seja um pequeno início, é um movimento na direcção certa, muito à frente de outros países africanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Um passo à frente – código de conduta&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O arrendamento de terra é um fait accompli. Aceitando isto, a ONU e as ONGs estão a trabalhar no sentido de desenvolverem um código internacional que permita que as duas partes tenham benefícios.&lt;br /&gt;Aderir a este código internacional seria opcional e pouco limitaria a corrupção local, mas é um primeiro passo que vale a pena dar. Este código estabelecerá princípios como: respeito dos direitos comuns; partilha de benefícios entre a população local (i.e. não apenas trazer trabalhadores) e aumento da transparência (redução de oportunidades para a corrupção). No entanto, as medidas têm de ser alargadas.&lt;br /&gt;«A longo prazo, é do interesse dos investidores, dos governos hospedeiros e das populações locais assegurarem que estes acordos (arrendamentos) são devidamente negociados, que as práticas são sustentáveis e que os benefícios são partilhados. Não há organismo que, sozinho, assegure este processo. Mas é necessária a combinação da lei internacional, das políticas dos governos e o envolvimento da sociedade civil, dos meios de comunicação social e das comunidades locais, para minimizar ameaças e obter benefícios.» (Land Grabbing by Foreign Investors in Developing Countries, Risks and Opportunities, IFPRI 2009)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é ainda possível medir o impacto que terá o arrendamento da terra. Ainda não decorreu tempo suficiente para se materializarem os benefícios prometidos. No entanto, até agora o balanço pende para um resultado negativo. Para já, o juiz está ausente e o julgamento adiado. Um comentador disse, prudentemente, que «deve haver um olhar atento, esperançoso, mas ponderado, sobre os progressos do arrendamento de terra em África.»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Quem beneficia?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Um exame aos negócios com a terra em cinco países africanos identificou o seguinte:&lt;br /&gt;- os governos têm um papel fundamental na atribuição de terras para arrendamento.&lt;br /&gt;- os benefícios aparecem sob a forma de compromissos por parte dos investidores, criação de emprego e desenvolvimento de infra-estruturas – NÃO na forma de pagamento em dinheiro.&lt;br /&gt;- apesar de certos países terem leis que exigem envolvimento local e benefícios, há grandes discrepâncias entre o que está escrito e a prática no terreno.&lt;br /&gt;- há falta de mecanismos legais ou processuais para proteger os direitos locais, interesses, sobrevivência e bem-estar.&lt;br /&gt;- a falta de transparência nas negociações cria um campo favorável à corrupção e a contratos que não maximizam o interesse público.&lt;br /&gt;- os contratos analisados tendem a ser simplistas, comparados com a realidade económica da transacção.&lt;br /&gt;- os mecanismos que asseguram o cumprimento dos compromissos pelos investidores são tratados com cláusulas vagas, quando existem.&lt;br /&gt;Os pontos acima mencionados mostram que a população local é o último a ser beneficiado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; «Land Grab or Development Opportunity» – an interagency collaboration led by the UN.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta ficha foi preparada pelo Secretariado da Justiça da Society of African Missions, Wilton, Cork. Email: jpic@sma.ie. Website: &lt;a href="http://www.sma.ie/"&gt;http://www.sma.ie/&lt;/a&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8774303889241340757-6895101228138330702?l=aefjnportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/feeds/6895101228138330702/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2011/01/posse-abusiva-da-terra-em-africa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/6895101228138330702'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/6895101228138330702'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2011/01/posse-abusiva-da-terra-em-africa.html' title='POSSE ABUSIVA DA TERRA EM ÁFRICA'/><author><name>Secção portuguesa da Rede cristã AEFJN</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16975863732410955901</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TTdwMy2DgkI/AAAAAAAAAQo/c4Pd_-2Mw38/s72-c/africa-Verde.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8774303889241340757.post-4992471614757441450</id><published>2011-01-14T06:51:00.000-08:00</published><updated>2011-01-14T06:57:22.733-08:00</updated><title type='text'>O que acontecerá com o Sudão?</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TTBkShobAqI/AAAAAAAAAQg/B-_Pm-nMN40/s1600/mulleres-sudan.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; FLOAT: right; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5562055809230897826" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TTBkShobAqI/AAAAAAAAAQg/B-_Pm-nMN40/s320/mulleres-sudan.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;Alguns temem uma catástrofe, outros aclamam a "nova onda da independência"&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Paul De Maeyer&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;ROMA, quinta-feira, 13 de janeiro de 2011 (&lt;a href="http://www.zenit.org/"&gt;ZENIT.org&lt;/a&gt;) - No domingo passado, o "grande dia" começou para o sul do Sudão, com a votação do referendo que poderia dar lugar à mais nova nação da África.&lt;br /&gt;A votação vai decidir o futuro da região, mais ou menos do tamanho da França e Alemanha juntas. Os cerca de quatro milhões de pessoas que registraram seu voto deveriam decidir se queriam a independência do Sudão ou se preferiam permanecer unidos.&lt;br /&gt;O referendo faz parte do Acordo de Paz Global assinado em 2005, entre o regime sudanês do presidente Omar al-Bashir e os rebeldes do People's Liberation Army Movement (SPLA/M). Para ser válido, o referendo deve atingir uma quota de 60% do total registrado. Embora a votação termine no sábado, o resultado final será anunciado um mês depois, em 6 de fevereiro (ou 14 do mesmo mês, se houver recurso).&lt;br /&gt;Se os separatistas vencerem, a região se tornará o 54º estado na África em 9 de julho, exatamente seis anos após a entrada em vigor do acordo de paz que pôs fim a uma sangrenta guerra civil (com pelo menos 2 milhões de vítimas) entre os muçulmanos do norte e os animistas do sul, que eclodiu em 1959 e durou, após uma longa pausa entre os anos de 1972-1983, até 2005. Não se sabe ainda que nome terá o novo país, mas se destacam entre as possibilidades: Novo Sudão, República do Nilo e inclusive Kush (ou Cuch, mencionado na Bíblia). Juba seria a capital.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Preparados?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Todos concordam em que o maior desafio começará após a provável independência. A questão é saber se "o sul do Sudão está realmente pronto para a independência". O site da BBC respondeu, em 4 de janeiro, em "Perguntas e Respostas": "Para ser brutalmente honesto, não". "Após décadas de guerra, no sul do Sudão falta tudo". "Depois que a euforia da independência passar, eles vão enfrentar a dura realidade dos milhares e milhares de sudaneses que voltarão para o sul e não terão nada", disse o bispo de El Obeid, Dom Macram Max Gassis, à Fides no sábado. "Não há escolas, hospitais, lares, nem sequer água potável", continuou o prelado, que teme a catástrofe humanitária que ocorreria se todos os do sul do Sudão, cerca de 4 milhões apenas na área de Cartum, decidirem voltar a esta região.&lt;br /&gt;De acordo com o Sudan Household Health 2006, em algumas áreas da região, a mortalidade infantil durante o primeiro ano de vida ultrapassa os 110 óbitos por mil nascidos vivos. Para efeito de comparação, na Itália essa porcentagem foi de 3,4 óbitos (dados Istat) em 2006. Outro perigo que ameaça o futuro de Juba é o espectro de novos conflitos armados, especialmente em áreas que têm petróleo.&lt;br /&gt;O petróleo é realmente a chave para entender o referendo. Graças aos investimentos da China (Pequim não só construiu estradas, assim como o Grande Gasoduto do Nilo, que começa no estado do sul Unity, em árabe chamado Al-Wada), o Sudão se tornou o terceiro maior produtor de petróleo da África, depois de Nigéria e Angola. O problema em Cartum é muito simples: as maiores áreas produtoras de petróleo estão concentradas no sul e, no caso de independência, o norte perderia o controle dos poços e, portanto, o controle da produção. Mas o sul também tem o seu próprio problema com o petróleo; precisa da infraestrutura do norte e do oleoduto fabricado na China para ser capaz de exportar o ouro negro.&lt;br /&gt;Confirmam esses temores as notícias que chegam da disputada região de Abyei, que fica entre o norte e o sul, uma região rica em petróleo e água. Como noticiado pela Reuters, pelo menos 36 pessoas morreram em confrontos entre nômades árabes e fazendeiros, procurando pasto e água, coincidindo a violência com o referendo. Enquanto isso, outros ataques ocorreram no estado de Unity, na fronteira com estados como Kordofan Sul (que pertence ao norte) e com Bahr el-Ghazal Norte (Área Sul), segundo a Reuters.&lt;br /&gt;Abyei é uma espécie de microcosmo de conflitos que vêm ocorrendo há décadas no Sudão: uma mistura explosiva de tensões étnicas, fronteiras ambíguas, petróleo e rivalidades antigas. Dirigentes do Sudanese Dinka Ngok, grupo étnico do sul, têm acusado abertamente o regime de Cartum de fornecer armas e equipamento militar para o grupo Misseriya Arab, militantes na região de Abyei, um grupo que também goza de um status especial e que atualmente está dirigido por uma representação mista, entre oficiais do SPLA/M e do National Congress Party.&lt;br /&gt;Muito vai depender do presidente Bashir, que garantiu respeitar o resultado do referendo, embora ele esteja convencido de que Juba "é incapaz de sustentar seus cidadãos, ou formar um Estado ou governo" (Al Jazeehra, 8 de janeiro). Bashir tem sobre a cabeça um mandado de prisão emitido pelo International Criminal Court, por crimes contra a humanidade em Darfur. Suas promessas sobre os referendos não têm convencido os observadores, que temem o uso da velha tática de guerra "por vicários". Em uma manchete publicada no sábado passado pelo New York Times, o presidente dos EUA, Barack Obama, advertiu que "sob nenhuma circunstância, nenhum dos lados deveria usar as forças "vicárias" em um esforço para ganhar vantagem, enquanto aguardamos o resultado final".&lt;br /&gt;Uma coisa é certa: O referendo não agrada Cartum. Para o ex-presidente sudanês, Sadiq al-Mahdi, líder na década de 80 de um dos grupos mais brutais da guerra civil, o referendo abre uma caixa de Pandora, porque elimina os limites do período colonial. O New York Times sugeriu o mesmo. Além disso, especialistas internacionais, como Phil Clark, da School of Oriental and African Studies de Londres, temem o efeito dominó. "A África não precisa de um novo mapa", disse Clark, segundo o New York Times. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;No entanto, para o Pe. Sean O'Leary, diretor do Denis Hurley Peace Institute, com sede em Pretória (África do Sul), o referendo sudanês é um novo começo para todo o continente. "Essa votação é importante, não só para o povo do sul do Sudão, mas também é um potencial ponto de partida para reescrever as diversas fronteiras artificiais criadas na África durante a Conferência de Berlim de 1884-85", disse à Fides na sexta-feira. "Vemos o início de uma nova onda de independência. Como na África do Sul, em 1994, estamos testemunhando o nascimento de uma nova nação." &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8774303889241340757-4992471614757441450?l=aefjnportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/feeds/4992471614757441450/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2011/01/o-que-acontecera-com-o-sudao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/4992471614757441450'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/4992471614757441450'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2011/01/o-que-acontecera-com-o-sudao.html' title='O que acontecerá com o Sudão?'/><author><name>Secção portuguesa da Rede cristã AEFJN</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16975863732410955901</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TTBkShobAqI/AAAAAAAAAQg/B-_Pm-nMN40/s72-c/mulleres-sudan.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8774303889241340757.post-1239849601249038186</id><published>2011-01-11T14:56:00.000-08:00</published><updated>2011-01-11T14:58:22.775-08:00</updated><title type='text'>Sudão corre risco de instrumentalização da religião</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TSzggrp9SwI/AAAAAAAAAQY/x5DnQbVnKqc/s1600/darfur_map.png"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 297px; FLOAT: right; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5561066491974863618" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TSzggrp9SwI/AAAAAAAAAQY/x5DnQbVnKqc/s320/darfur_map.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;No contexto do referendo de independência do sul&lt;br /&gt;CARTUM, terça-feira, 11 de janeiro de 2011 (&lt;a href="http://www.zenit.org/"&gt;ZENIT.org&lt;/a&gt;) – O “maior risco” do referendo que está ocorrendo no Sudão de 9 a 15 de janeiro (e em geral dos projetos separatistas na África) “é o de um uso instrumental da religião para apoiar projetos de independência”.&lt;br /&gt;Este é o alerta lançado neste sábado por Fides, a agência de notícias vinculada à Congregação para a Evangelização dos Povos.&lt;br /&gt;“A população está votando massivamente”, em clima de relativa calma, segundo Dom Edward Hiiboro Kussala, bispo de Tombura-Yambio, no sul do Sudão.&lt;br /&gt;Porém, mais de trinta pessoas morreram em enfrentamentos nos últimos dias na região de Abyei, na divisa entre o norte e o sul do país, rica em petróleo e reivindicada tanto pelo norte, liderado por grupos muçulmanos, quanto pelo sul, de maioria cristã.&lt;br /&gt;Cerca de 3,9 milhões de eleitores devem se manifestar a favor ou contra a independência do sul do país.&lt;br /&gt;A maioria dos eleitores vive no sul, mas há um número importante de residentes no norte do Sudão, originários do sul, que estão registrados nas listas do referendo, assim como cidadãos que fazem parte da diáspora sudanesa no exterior.&lt;br /&gt;Por um processo pacífico&lt;br /&gt;É justamente para garantir o desenvolvimento pacífico do referendo que diversos organismos, instituições e personalidades, entre elas a Igreja Católica, estão levando adiante uma série de iniciativas.&lt;br /&gt;O arcebispo da diocese sul-africana de Durban, cardeal Charles Napier, lidera uma delegação encarregada de fiscalizar as votações. A delegação faz parte de uma equipe ecumênica de observadores da Igreja Católica e da All African Conference of Churches.&lt;br /&gt;Para o cardeal Napier, esta “oportunidade de examinar a vontade do povo é um acontecimento histórico, já que permite às pessoas comuns, que suportaram o peso da guerra civil e da exclusão do desenvolvimento, a possibilidade de exigir o reconhecimento da sua dignidade”.&lt;br /&gt;O purpurado participa da missão acompanhado pelo diretor do Denis Hurley Peace Institut, o padre Sean O'Leary.&lt;br /&gt;Para o padre O'Leary, este “é um voto importante não só para o povo do sul do Sudão, mas também um possível ponto de partida para a redefinição de várias fronteiras artificiais criadas na África durante a Conferência de Berlim de 1884-85”.&lt;br /&gt;“Este referendo tem um significado para toda a África. Pode ser que assistamos ao começo de uma nova onda de independências”, declarou. “Como na África do Sul em 1994, o que estamos presenciando agora é o nascimento de uma nova nação”.&lt;br /&gt;A iniciativa 101 dias de oração, promovida em conjunto pela Conferência Episcopal do Sudão, pela Conferência Episcopal dos Estados Unidos e pelo Catholic Relief Services, foi ampliada até 16 de janeiro.&lt;br /&gt;Nos últimos meses, os bispos do Sudão acompanharam com orações, declarações e atos o processo que levou ao referendo. Entre eles, a publicação de duas cartas pastorais, uma em julho e outra em novembro, abordando a mudança no país.&lt;br /&gt;Retirantes&lt;br /&gt;Um dos problemas que o Sudão está enfrentando é o retorno dos sudaneses do sul que moravam no norte.&lt;br /&gt;Dom Kussala explica que esses retirantes sofrem “sérios problemas; são recebidos por familiares e conhecidos, mas para o nosso território é difícil absorver este fluxo de pessoas”.&lt;br /&gt;Segundo o bispo, cerca de 30.000 sudaneses do sul que viviam em Cartum pretendem voltar para o sul antes do fim do referendo.&lt;br /&gt;Interesses&lt;br /&gt;No âmbito regional, um independente Sudão do Sul estaria na esfera de influência econômica e política do Quênia, intensificando-se uma realidade que já se verifica hoje.&lt;br /&gt;Conforme o jornal queniano The Nation, no sul do Sudão vivem 70.000 quenianos que controlam o setor bancário, a construção e a aviação.&lt;br /&gt;A construção de novos oleodutos, estradas e conexões ferroviárias e de telecomunicações entre os dois países contribuiria para uma integração maior de suas economias, o que permitiria que o Quênia crescesse diante dos seus parceiros e competidores regionais.&lt;br /&gt;O superior provincial dos religiosos combonianos no Sudão, padre Daniele Moschetti, destacou diante dos microfones da Rádio Vaticana algumas das razões da situação atual na região.&lt;br /&gt;“Politicamente, desde 1956, desde a independência do Sudão dos ingleses, houve sempre uma guerra civil. Isto nos faz entender o desejo profundo das populações do sul, que nunca foram tratadas no mesmo nível das do norte: e o fato é que o sul é realmente muito mais pobre”, explicou.&lt;br /&gt;“Temos também, é claro, a questão da sharia, a lei islâmica vigente no norte, que condena os cristãos a ser cidadãos de segunda classe do ponto de vista do trabalho, e que não reconhece alguns dos seus direitos”, continuou.&lt;br /&gt;“Mas o motivo fundamental desta luta, desta guerra”, acrescentou, “é o petróleo e muitos outros recursos naturais presentes neste país”. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8774303889241340757-1239849601249038186?l=aefjnportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/feeds/1239849601249038186/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2011/01/sudao-corre-risco-de-instrumentalizacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/1239849601249038186'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/1239849601249038186'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2011/01/sudao-corre-risco-de-instrumentalizacao.html' title='Sudão corre risco de instrumentalização da religião'/><author><name>Secção portuguesa da Rede cristã AEFJN</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16975863732410955901</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TSzggrp9SwI/AAAAAAAAAQY/x5DnQbVnKqc/s72-c/darfur_map.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8774303889241340757.post-1061021187350354871</id><published>2011-01-09T02:30:00.000-08:00</published><updated>2011-01-09T02:32:12.054-08:00</updated><title type='text'>PLATAFORMA POR DARFUR ACOMPANHA REFERENDO NO SUDÃO</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TSmOofwXAwI/AAAAAAAAAQQ/AoafZu4AANM/s1600/logo-Pordarfur.png"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 202px; FLOAT: right; HEIGHT: 80px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5560132041335833346" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TSmOofwXAwI/AAAAAAAAAQQ/AoafZu4AANM/s320/logo-Pordarfur.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;COMUNICADO DE IMPRENSA&lt;br /&gt;07.01.2010&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SUDÃO: PLATAFORMA POR DARFUR ACOMPANHA REFERENDO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Plataforma por Darfur, que congrega várias organizações portuguesas, está a acompanhar o referendo sobre a independência do Sul Sudão, que vai decorrer entre 9 e 15 de Janeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As várias instituições esperam que o processo decorra com justiça e transparência, lembrando que, por causa destas eleições, fora lançada em 2010 a Campanha “Sudão 365”, para alertar a comunidade internacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante uma semana, a população do Sul do Sudão irá votar para decidir se deseja continuar a fazer parte de um Sudão unido ou prefere formar um país independente. Em 2009, mais de 2500 pessoas foram assassinadas nesta região e mais de 350 mil foram desalojadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Darfur, na sequência de um conflito que já vitimou centenas de milhares de civis, os ataques contra a população continuam e milhões sofrem diariamente nos campos de refugiados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Sudão vive, assim, nestes dias, um momento crucial da sua história, após décadas de uma guerra civil que provocou a morte de dois milhões de pessoas e o êxodo de quatro milhões de refugiados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A previsível separação do Sul fará surgir uma nova nação, vista por alguns Estados como uma ameaça aos seus próprios interesses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Governo sudanês não quer perder o controle da região centro-sul de Abyei, rica em reservas de petróleo, que deveria decidir, nesta ocasião, se pertencerá ao Sudão ou ao novo Estado do Sul. O risco de uma nova guerra civil é, por isso, real.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste sentido, a Plataforma deseja que o referendo seja conduzido de forma justa, transparente e pacífica, e que o Governo de Cartum respeite a vontade popular, democraticamente expressa, para que no pós-Referendo não haja retaliações sobre a população indefesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Plataforma por Darfur trabalha, desde Agosto de 2007, para a sensibilização da sociedade civil em torno ao conflito na região sudanesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Integra instituições como a Amnistia Internacional, os Missionários Combonianos, a Fundação Ajuda à Igreja que Sofre, a Fundação Gonçalo da Silveira, a Antena Fé Justiça Europa-África, a Comissão de Justiça e Paz dos Institutos Religiosos e Mãos Unidas Padre Damião. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8774303889241340757-1061021187350354871?l=aefjnportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/feeds/1061021187350354871/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2011/01/plataforma-por-darfur-acompanha.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/1061021187350354871'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/1061021187350354871'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2011/01/plataforma-por-darfur-acompanha.html' title='PLATAFORMA POR DARFUR ACOMPANHA REFERENDO NO SUDÃO'/><author><name>Secção portuguesa da Rede cristã AEFJN</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16975863732410955901</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TSmOofwXAwI/AAAAAAAAAQQ/AoafZu4AANM/s72-c/logo-Pordarfur.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8774303889241340757.post-7023560328405894092</id><published>2011-01-01T05:57:00.000-08:00</published><updated>2011-01-01T05:59:49.963-08:00</updated><title type='text'>Terra agrícola de África é o novo alvo. Mas as colheitas são para outros</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TR8zMAInZRI/AAAAAAAAAQI/q5P_wFMsxOw/s1600/0000241247.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; FLOAT: right; HEIGHT: 213px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5557216746486064402" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TR8zMAInZRI/AAAAAAAAAQI/q5P_wFMsxOw/s320/0000241247.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O solo cultivável é o novo objectivo na corrida aos recursos naturais. Mas são os países ricos a ganhar mais com isso&lt;br /&gt;A meia dúzia de estranhos que desceram à remota aldeia maliana de Soumouni traz notícias alarmantes aos agricultores de parcos recursos: os seus humildes campos, trabalhados de geração em geração, são agora controlados pelo líder da Líbia, o coronel Muammar Kadhafi, e todos eles têm de partir das suas terras: "Disseram-nos que esta seria a última estação das chuvas em que podemos cultivar os nossos campos. Depois disso, demolirão todas as casas e ficarão com a terra", lamenta Mama Keita, 73 anos, líder desta povoação escondida por detrás de vegetação cerrada. "Disseram-nos que Kadhafi é o dono desta terra."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao longo de toda a África e do mundo em vias de desenvolvimento, uma corrida, nova e global, à terra está a devorar grandes extensões de solo cultivável. Apesar das suas tradições sem idade, os aldeões estupefactos descobrem que os governos africanos detêm as suas terras e têm estado a arrendá-la, frequentemente a preço de saldo, a investidores privados e governos estrangeiros para as décadas que aí vêm.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Organizações como as Nações Unidas e o Banco Mundial dizem que a prática, se for feita de forma justa, pode ajudar a alimentar a crescente população mundial ao introduzir a agricultura comercial em grande escala em locais onde esta não existe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, outros condenam estes negócios, classificando-os como apropriação neocolonial das terras, que destrói as aldeias, desenraíza dezenas de milhares de agricultores e cria uma massa volátil de pessoas pobres sem terra. Para tornar as coisas piores, dizem, grande parte dos alimentos destina-se aos países mais ricos. "A segurança alimentar do país em causa deve vir em primeiro lugar na mente de toda a gente", afirma Kofi Annan, o anterior secretário-geral da ONU, que agora trabalha na questão da agricultura africana. "De outra forma será exploração pura e simples e não resultará. Já vimos antes a luta por África. Não acho que queiramos assistir a uma segunda disputa do género", sublinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um estudo do Banco Mundial divulgado em Setembro calcula que os negócios com terras agrícolas cobriam pelo menos 45 milhões de hectares - o tamanho dos estados americanos da Califórnia e da Virgínia Ocidental juntos -, só durante os primeiros 11 meses de 2009. Mais de 70% destes negócios eram de terras africanas, com o Sudão, Moçambique e a Etiópia entre os países que estão a transferir milhões de hectares para os investidores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escassez aumenta procura Antes de 2008, a média global de tais acordos era de menos de 4 milhões de hectares por ano, diz o relatório. No entanto, a crise alimentar nessa Primavera, que causou motins em pelo menos uma dúzia de países, alargou a tendência. A possibilidade de uma futura escassez atraiu quer governos ricos com falta de terra arável para alimentar a sua população, quer fundos de investimento seduzidos por um produto em diminuição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Vemos o interesse na aquisição de terras continuar ao mais alto nível", afirma Klaus Deininger, o economista do Banco Mundial que escreveu o relatório e que teve de retirar vários números de um site dirigido pela Grain, uma organização de apoio, porque os governos não revelam o teor dos acordos. "É óbvio que isto ainda não acabou."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O relatório, embora apoie, na generalidade, os investimentos, aponta resultados mistos. A ajuda externa à agricultura diminuiu 20% toda a ajuda em 1980 para 5% na actualidade, criando a necessidade de mais investimento para aumentar a produção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, muitos investimentos parecem não passar de especulação pura, que deixa as terras por aproveitar, conclui o relatório. Os agricultores foram desalojados sem compensação, a terra foi arrendada muito abaixo do seu valor, aqueles que foram despejados acabam a invadir os parques nacionais e as novas iniciativas criaram, de longe, menos emprego do que foi prometido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A impressionante dimensão de alguns negócios galvaniza os opositores. Em Madagáscar, um negócio que teria entregue quase metade da terra arável do país a um conglomerado sul-coreano ajudou a cristalizar a oposição a um já impopular presidente e contribuiu para a sua queda, em 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As pessoas estão a ser escorraçadas das suas terras em países como a Etiópia, o Uganda, a República Democrática do Congo, a Libéria e a Zâmbia. Nem sequer é invulgar os investidores chegarem a terras que estavam supostamente vazias. Em Moçambique, uma empresa de investimentos descobriu uma aldeia inteira, com o seu próprio posto de correios, no que tinha sido descrito como terra vaga, revela Olivier de Schutter, inspector alimentar da ONU. No Mali, cerca de um milhão de hectares ao longo do rio Níger e do seu delta interior são controlados por um trust gerido pelo Estado chamado Office du Niger. Em quase 80 anos, apenas 80 mil hectares de terra foram irrigados, pelo que o governo considera os novos investidores uma dádiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Mesmo se déssemos a terra à população, eles não têm os meios para a de-senvolver, nem sequer o Estado", diz Abou Sow, director-executivo do Office du Niger, enumerando os países cujos governos ou sectores privados fizeram já investimentos ou expressaram interesse: China e África do Sul na cana de açúcar; Líbia e Arábia Saudita no arroz; Canadá, Bélgica, França, Coreia do Sul, Índia, Holanda e organizações multinacionais como o West African Development Bank.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao todo, Sow fala de cerca de 60 acordos, cobrindo pelo menos 250 mil hectares no Mali, embora algumas organizações digam que mais de 600 milhões de hectares estejam já atribuídos. Sow argumenta que a maioria dos investidores são malianos que produzem alimento para o mercado doméstico, mas reconhece que investidores externos como os líbios, que arrendaram 100 mil hectares, deverão expedir o seu arroz, carne e outros produtos agrícolas para o seu país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Que vantagem teriam em investir no Mali se depois não pudessem ficar com a sua própria produção?", questiona Sow.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como acontece com muitos dos negócios, o dinheiro que o Mali possa ganhar com os arrendamentos permanece incerto. O acordo assinado com os líbios atribui a estes a terra por pelo menos 50 anos, em troca do seu desenvolvimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Os líbios querem produzir arroz para os líbios, não para os malianos", afirma Mamadou Goita, director de uma organização sem fins lucrativos de investigação no Mali.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele e outros opositores sustentam que o governo está a privatizar um recurso nacional escasso sem melhorar a distribuição doméstica de alimentos, e é essa política, não a economia, que está a conduzir o processo, porque o Mali quer estimular os laços com a Líbia e com outros países.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As grandes extensões de terra atribuídas a investidores privados estão a muitos anos de começar a produção. Porém, os responsáveis notam que a Líbia já gastou mais de 40 milhões de euros na construção de um canal e de uma estrada de 40 quilómetros, construído por uma empresa chinesa, beneficiando as aldeias locais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos os agricultores afectados, acrescenta Sow, incluindo os cerca de 20 mil afectados pelo projecto líbio, receberão uma compensação. "Se perderem uma árvore que seja, receberão o valor dessa árvore", garante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, o descontentamento e a desconfiança estão a crescer. Numa manifestação o mês passado, centenas de agricultores exigiram que o governo pare tais negócios até que eles sejam ouvidos. Muitos dizem ter sido espancados e presos por soldados, mas garantem estar prontos a morrer pelas suas terras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A fome começará em breve", lança Ibrahima Coulibaly, responsável da comissão coordenadora das organizações de agricultores do Mali. "Se as pessoas não se erguerem pelos seus direitos, ficarão sem nada!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Ante!", gritou a multidão em Bamanankan, a língua local. "Recusamos!" Kassoum Denon, responsável regional do Office du Niger, acusa os opositores malianos de serem pagos por grupos ocidentais que se opõem ideologicamente à agricultura em grande escala. "Somos responsáveis pelo desenvolvimento do Mali", diz. "Se a sociedade civil não concorda com a maneira como estamos a fazer as coisas, a melhor coisa que têm a fazer é atirar-se a um lago."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema, notam os especialistas, é que o Mali continua a ser uma sociedade agrária. Expulsar os agricultores da terra sem lhes dar qualquer meio de subsistência alternativo aumenta o risco de a capital, Bamako, vir a ser invadida por pessoas desempregadas e sem raízes, que podem tornar-se um problema político.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A terra é um recurso natural que 70% da população utiliza para sobreviver", afirma Kalfo Sanogo, economista do Fundo de Desenvolvimento da ONU no Mali. "Não podemos simplesmente expulsar 70% da população das terras, nem podemos dizer-lhes que se tornem apenas trabalhadores agrícolas." Numa abordagem diferente, um projecto norte-americano de 170 milhões de euros irá ajudar cerca de 800 agricultores malianos a adquirir cada um o direito a cinco hectares de terra limpa, protegendo-os contra a expulsão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jon C. Anderson, o director do projecto, argumenta que nenhum país se de- senvolveu economicamente tendo uma grande percentagem da sua população na agricultura. Os pequenos agricultores com títulos de propriedade ou terão êxito ou terão de vender a terra para financiar outro modo de vida, diz, embora os críticos digam que os camponeses continuarão a ser desalojados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Queremos revolucionar a relação entre o agricultor e o estado, uma relação em que o agricultor seja mais responsável", afirma Anderson.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Soumoni está situada a cerca de 30 quilómetros da estrada mais próxima. Os pastores, com o seu chapéu de palha característico, oferecem indicações como "vire à direita no monte de térmitas que tem o buraco".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sekou Traore, de 69 anos, um dos anciões da aldeia, ficou estupefacto quando o governo disse, o ano passado, que a sua terra era agora controlada pela Líbia e começou a medir os campos. Considerou sempre a terra como sua, transmitida de avô para pai para filho. "Tudo o que queremos antes de demolirem as nossas casas e ficarem com as nossas terras é que nos mostrem as novas casas onde iremos viver e as novas terras onde iremos trabalhar", disse na manifestação do mês passado. "Temos todos muito medo", diz sobre os 2229 residentes da aldeia. "Uma coisa é certa, seremos nós as vítimas desta situação."&lt;br /&gt;Neil Mac Farquhar/ Exclusivo i-The New York Times&lt;br /&gt;Trad.: Fabrico Próprio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.ionline.pt/conteudo/95281-terra-agricola-africa-e-o-novo-alvo-mas-as-colheitas-sao-outros &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8774303889241340757-7023560328405894092?l=aefjnportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/feeds/7023560328405894092/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2011/01/terra-agricola-de-africa-e-o-novo-alvo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/7023560328405894092'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/7023560328405894092'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2011/01/terra-agricola-de-africa-e-o-novo-alvo.html' title='Terra agrícola de África é o novo alvo. Mas as colheitas são para outros'/><author><name>Secção portuguesa da Rede cristã AEFJN</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16975863732410955901</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TR8zMAInZRI/AAAAAAAAAQI/q5P_wFMsxOw/s72-c/0000241247.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8774303889241340757.post-4347772329179322617</id><published>2010-12-20T04:03:00.001-08:00</published><updated>2010-12-20T04:04:43.951-08:00</updated><title type='text'>Dia Internacional da Solidariedade Humana</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TQ9GS-4KA5I/AAAAAAAAAP8/J8WLd_ptTnE/s1600/Solidarity-logo2.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 150px; FLOAT: right; HEIGHT: 150px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5552734157501236114" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TQ9GS-4KA5I/AAAAAAAAAP8/J8WLd_ptTnE/s320/Solidarity-logo2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;O Secretário Geral da ONU adverte para o aumento da pobreza, fruto da situação económica mundial&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Hoje celebra-se o Dia Internacional da Solidariedade Humana, data instituída pela Organização das Nações Unidas em 2005, por ocasião da celebração da primeira Década das Nações Unidas para a Erradicação da Pobreza (1997-2006).&lt;br /&gt;Para Ban Ki-Moon, secretário geral da ONU, “o Dia Internacional da Solidariedade Humana salienta a importância de agirmos, unidos, a favor das pessoas mais vulneráveis da sociedade. Uma das expressões mais profundas deste princípio é a Declaração do Milénio, em que os Estados-membros das Nações Unidas incluem a solidariedade como um dos valores fundamentais que devem estar subjacentes às relações internacionais no século XXI”.&lt;br /&gt;Apesar de haver sinais positivos de evolução, como o aumento da escolarização e o número de raparigas que frequentam a escola e um maior controlo das doenças, a verdade é que “a crise económica mundial lançou na pobreza cerca de 64 milhões de pessoas e há mais 30 milhões de desempregados, desde 2007”.&lt;br /&gt;Ban Ki-Moon termina a sua mensagem para este dia com uma palavra de alento: “Neste Dia Internacional da Solidariedade Humana, comprometamo-nos, como nações e como indivíduos, a estender a mão aos nossos vizinhos. Vivamos a nossa vida diária manifestando a nossa solidariedade com os menos favorecidos – os pobres, os doentes e idosos, as vítimas de violência, de discriminação ou de violação dos seus direitos – e construamos um mundo melhor para todos”.&lt;br /&gt;20 de Dezembro de 2010&lt;br /&gt;&lt;a href="http://mulher.sapo.pt/actualidade/noticias/dia-internacional-da-solidarie-1114385.html"&gt;http://mulher.sapo.pt/actualidade/noticias/dia-internacional-da-solidarie-1114385.html&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8774303889241340757-4347772329179322617?l=aefjnportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/feeds/4347772329179322617/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/12/dia-internacional-da-solidariedade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/4347772329179322617'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/4347772329179322617'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/12/dia-internacional-da-solidariedade.html' title='Dia Internacional da Solidariedade Humana'/><author><name>Secção portuguesa da Rede cristã AEFJN</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16975863732410955901</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TQ9GS-4KA5I/AAAAAAAAAP8/J8WLd_ptTnE/s72-c/Solidarity-logo2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8774303889241340757.post-8279984554320422230</id><published>2010-11-25T23:09:00.000-08:00</published><updated>2010-11-25T23:13:18.540-08:00</updated><title type='text'>A extrema pobreza aumentou na última década</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TO9eBcZ9StI/AAAAAAAAAP0/5J5cqcu_KQM/s1600/a-fome-de-pdua.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; FLOAT: right; HEIGHT: 306px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5543753045214317266" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TO9eBcZ9StI/AAAAAAAAAP0/5J5cqcu_KQM/s320/a-fome-de-pdua.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O número de pessoas que vive em extrema pobreza aumentou em três milhões por ano na última década, atingindo os 421 milhões em 2007, duas vezes mais do que em 1980, segundo a Organização das Nações Unidas.&lt;br /&gt;Os dados fazem parte do relatório de 2010 da Conferência das Nações Unidas para o Comércio e Desenvolvimento (CNUCED) sobre os países mais pobres do Mundo.&lt;br /&gt;Com o título "Rumo a uma Nova Arquitectura Internacional do Desenvolvimento para os PMAs" (países menos avançados), o documento hoje, quinta-feira, divulgado em Genebra surge a poucos meses da conferência da ONU sobre os países mais pobres, que se realiza em maio de 2011, em Istambul.&lt;br /&gt;O relatório faz um balanço a dez anos da evolução dos 49 países mais pobres do Mundo, grupo que inclui Angola, Guiné-Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste. A maior parte dos países é de África e, em termos gerais, os considerados mais pobres pela CNUCED são também os que a ONU classifica com mais baixo índice de desenvolvimento humano.&lt;br /&gt;Nele se salienta que, embora os 49 países tenham resistido à recessão, estão ainda enredados em ciclos de crescimento e retracção, sugerindo-se no documento que devem modernizar e diversificar as suas economias para reduzir a pobreza de forma sustentável.&lt;br /&gt;"As perspectivas (dos PMAs) de médio prazo são motivo de preocupação", diz o relatório, que considera que mesmo os períodos de grande crescimento económico pouco contribuíram para melhorar os padrões de vida da população.&lt;br /&gt;Durante os anos de expansão (até 2007) os PMAs tiveram taxas médias de crescimento de 7% ao ano, mas aumentou a sua dependência e em mais de metade dos 49 países declinou a participação da indústria de transformação no valor acrescentado.&lt;br /&gt;Também, ainda segundo o documento, houve concentração de exportações, a poupança doméstica aumentou pouco e os recursos naturais foram mais rapidamente delapidados.&lt;br /&gt;No período de maior expansão, de 2002 a 2007, "o rápido crescimento económico traduziu-se somente numa fraca redução da pobreza", diz o relatório, que estima que 53% da população total dos PMAs vivia na pobreza extrema em 2007.&lt;br /&gt;"Muito poucos estão a caminho de atingir o objectivo de reduzir para metade a pobreza extrema em 2015", diz o relatório, que caracteriza o crescimento dos 49 países, na última década, como "não sustentável" e "não inclusivo".&lt;br /&gt;Na última década, os PMAs também aumentaram a importação de alimentos, que subiu de 9 mil milhões de dólares em 2002 para 24 mil milhões em 2008.&lt;br /&gt;De 2008 até agora, a crise financeira levou a um "significativo" abrandamento do crescimento na grande maioria dos PMAs, particularmente em Angola, Chade, Guiné Equatorial, Serra Leoa, Maldivas, Samoa e Ilhas Salomão.&lt;br /&gt;Em 2009, as entradas de investimento directo estrangeiro nos PMAs diminuíram 13% em relação a 2008. Se no global os países mais pobres tiveram um crescimento no ano passado de 4,3%, o PIB per capita declinou em 19 dos 49 países e aumentou o desemprego. Na RDCongo, exemplifica o documento, perderam-se 100 mil empregos pelo declínio do sector mineiro.&lt;br /&gt;Diz o relatório que os PMAs enfrentam um quadro de médio prazo difícil, com baixos níveis de investimento e fraco desenvolvimento financeiro, dependendo grandemente dos níveis de recuperação do resto do Mundo e do aumento de apoios de doadores.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=1720290"&gt;http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=1720290&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8774303889241340757-8279984554320422230?l=aefjnportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/feeds/8279984554320422230/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/11/extrema-pobreza-aumentou-na-ultima.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/8279984554320422230'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/8279984554320422230'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/11/extrema-pobreza-aumentou-na-ultima.html' title='A extrema pobreza aumentou na última década'/><author><name>Secção portuguesa da Rede cristã AEFJN</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16975863732410955901</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TO9eBcZ9StI/AAAAAAAAAP0/5J5cqcu_KQM/s72-c/a-fome-de-pdua.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8774303889241340757.post-6481933989171997326</id><published>2010-11-21T00:56:00.000-08:00</published><updated>2010-11-21T01:03:45.314-08:00</updated><title type='text'>Avaliação da Cimeira da ONU sobre os ODM</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TOjgO1KOxiI/AAAAAAAAAPs/VqBcg5j_LTs/s1600/8_metas.png"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; FLOAT: right; HEIGHT: 199px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5541925886872176162" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TOjgO1KOxiI/AAAAAAAAAPs/VqBcg5j_LTs/s200/8_metas.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;(Reflexão apresentada por J. Augusto Leitão na Assembleia do &lt;em&gt;Sol Sem Fronteiras&lt;/em&gt;, Lisboa, 14/11/2010)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ONU no ano 2000 propôs-se alcançar 8 metas até ao ano 2015. Após 10 anos será que valeu a pena? Será que vamos conseguir mesmo alcançar os objectivos de desenvolvimento do Milénio? Para dizer a verdade, para mim não é seguro que todas as metas se alcancem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#000099;"&gt;I. Avaliação dos 10 anos de ODM&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;O Secretário Geral Ban Ki-Moon apresentou um relatório sobre os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio 2010. Um grupo de trabalho criado pela ONU publicou um outro documento intitulado: Objectivo de desenvolvimento 8, a aliança para o desenvolvimento numa conjuntura crítica.&lt;br /&gt;Da leitura destes documentos retirei as seguintes conclusões:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1. Os avanços nos ODM são uma realidade complexa e diversificada.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A realidade sócio-cultural do mundo é muito complexa e diversificada. A história avança a velocidades e orientações diferentes. Embora se acentue a dimensão global dos fenómenos, vão-se criando ilhas locais e regionais de subdesenvolvimento que vivem à margem. Há países considerados desenvolvidos e outros em desenvolvimento, no entanto a realidade da pobreza e da fome está presente, de alguma forma, em todos os países. Ex. No mundo inteiro o número de pessoas com fome aumentou de 842 milhões em 1990-92 para 1,02 mil milhões em 2009. No entanto, entre 1991 e 204, o número de pessoas desnutridas no Gana diminui de 74% para 9% da população.&lt;br /&gt;O próprio conceito de pobreza (1,25 USA /dia) é relativo, pois o que se pode comprar com um dólar em Portugal ou no Congo é diferente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2. Fragilidade das conquistas.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;As conquistas têm um cariz de fragilidade muito grande. Basta uma crise política, financeira, económica, alimentar ou o efeito das alterações climáticas (uma seca, cheias ou tufões) para muitas destas conquistas se esfumarem e voltarmos de novo aos valores anteriores. Ex. entre 1998 e 2008 o número de trabalhadores pobres diminuiu de 944 para 632 milhões, ou seja de 38% para 21%. No entanto, calcula-se que em 2009 este número tenha aumentado 215 milhões e no final de 2010 mais 64 milhões entrarão no grupo dos pobres e 41 milhões no de desnutridos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3. Importância de definir metas e avaliar estratégias&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A ONU não é o G3 ou G8 ou G20, mas o G192, Grupo de 192 Nações Unidas pela vontade de construírem um mundo melhor. Para que as situações de pobreza e da fome não sejam um fatalismo, é importante não proferir apenas discursos bonitos de solidariedade e de ajuda assistencial, mas é fundamental definir objectivos e colocar metas a alcançar a médio prazo. Só assim se podem estudar as causas, definir estratégias e propor planos de acção. Deixar as boas intenções no ar é aceitar não fazer nada e deixar tudo como está. Os objectivos comprometem-nos e criam dinâmicas de mudança. Há muito teatro político nestas cimeiras, mas sem a definição de objectivos seria muito pior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4. Aprofundamento do conceito de desenvolvimento.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Quando pensamos na pobreza e na fome, pensamos logo em projectos de ajuda e em parcerias para o desenvolvimento. Indo ao site do SolSEf, quando se responde à pergunta como ajudar a resposta: é donativos, fazer-se sócio e doar material escolar. O subdesenvolvimento é visto como uma situação humana de carência de comida, roupa, material escolar e sanitário. Como resposta a esta visão de subdesenvolvimento procuram-se ajudas monetárias e em géneros. É o primeiro objectivo e o oitavo: diminuir a pobreza para metade e promover uma parceria global para o desenvolvimento. Mas a análise da situação de pobreza deu-se conta que só com estes dois objectivos nunca iríamos vencer a pobreza, apenas conseguimos minorar artificialmente o sofrimento dos pobres, mas nunca lhe daríamos possibilidade de criar condições para diminuir as situações de pobreza. Por isso, começou-se a analisar quais as condições de sustentabilidade do processo de desenvolvimento. Primeiro identificaram-se as causas da pobreza: o desemprego, a descriminação da mulher, a falta de educação e das condições de saúde materna e infantil, as doenças endémicas e os efeitos das alterações climáticas. Isto significa que o conceito de desenvolvimento não é apenas económico, mas inclui direitos humanos, justiça, paz, ética, valores, a ecologia. Há uma interdependência entre os vários factores e objectivos e um alargamento do conceito de desenvolvimento e bem-estar.&lt;br /&gt;Isto implica uma mudança de mentalidade e visões culturais em relação à mulher, à criança, à escola, à saúde e à ecologia. A pessoa humana e a sua dignidade, independentemente do género, idade ou condição social é que ficam no centro do desenvolvimento.&lt;br /&gt;Este novo conceito de desenvolvimento irá trazer algumas resistências culturais e religiosas pois põem em causa alguns visões sobre a mulher, a criança, a escola, a saúde e o cuidado da terra. Mas torna-se também objecto de lobbies hospedeiros que se aproveitam dos ODM para implementarem campanhas que afectam o valor da vida (aborto), da sexualidade (métodos contraceptivos) e a família (casamentos homossexuais).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;5. Criar uma cultura de solidariedade global&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A marcação destes oito objectivos vai criando pouco a pouco uma nova cultura que promove a saúde materna e infantil, combate as causas das alterações climáticas, valoriza e universaliza o ensino escolar primário, promove a igualdade de género. É uma cultura que possibilita a sociedade civil exigir dos seus governos o apoio ao desenvolvimento até chegar à meta dos 0,7% do PIB. Mas é também uma cultura que afirma que mesmo em tempo de crise, é necessário promover a solidariedade para com os mais vulneráveis: “No obstante, as incertezas económicas, estas não podem ser una desculpa para abandonarmos as nossas acções em favor do desenvolvimento ou não cumprirmos os compromissos internacionais de proporcionar apoio. Muito pelo contrário, a incerteza é uma razão para acelerar a adopção de medidas e o cumprimento dos compromissos. Ao investir nos objectivos de desenvolvimento do Milénio investimos no crescimento económico mundial; ao centrar-nos nas necessidades dos mais vulneráveis, lançamos as bases de um futuro mais sustentável e próspero.” (Ban ki-Moon)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6. É uma tarefa de todos: ONU, Estados, Privados, ONGDs e sociedade civil&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Embora os ODM tenham sido assinados pelos Estados, esta cimeira mostrou a importância do contributo da Igreja e das religiões em geral, das ONGDs e das empresas privadas nesta pareceria global para o desenvolvimento. Todos aparecem como promotores na identificação dos problemas locais, na preparação de projectos para o desenvolvimento, na formação e educação, na criação de estruturas que dêem sustentabilidade à soberania alimentar e à saúde...&lt;br /&gt;A análise da realidade que está subjacente aos ODM deveria também ter consequências na forma como trabalha e organizam campanhas para o desenvolvimento numa OGN como o Sol Sem Fronteiras. Felizmente pude constatar que os projectos no terreno foram elaborados na base dos ODM. Parabéns.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#000099;"&gt;&lt;strong&gt;II. Assembleia Geral da ONU 20 a 22 de Setembro em Nova Iorque&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;Houve espírito positivo em relação aos objectivos e metas a alcançar até 2015. O tema da Cimeira foi: Unidos para alcançar os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio. Sinalizaram-se os avanços que foram feitos até agora nas várias áreas, assim como se identificaram os pontos fracos a reforçar nestes cinco anos que faltam até 2015. Para a primeira vez, foi introduzido o tema da deficiência na estrutura de ODM; O papel do sector privado nos ODM é reconhecido explicitamente; Procurou-se que houvesse um seguimento da concretização dos ODM: uma avaliação anual feita pela ONU e uma cimeira de avaliação em 2013.&lt;br /&gt;O Plano Global para os ODM aprovado no final da Cimeira revela o compromisso de Estados, Banco Mundial e empresas privadas no reforço de cada um dos objectivos. Baseado em exemplos de sucesso e lições aprendidas ao longo dos últimos dez anos, o documento enuncia medidas concretas a serem tomadas por todos os parceiros para acelerar o progresso em cada um dos oito Objectivos. Ele também afirma que, apesar dos contratempos devido à crise económica e financeira, progressos têm sido feitos no combate à pobreza, aumento das matrículas escolares e a melhoria da saúde em muitos países, mantendo os Objectivos viáveis.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Apresento aqui um&lt;strong&gt; resumo:&lt;br /&gt;Objetivo 1: Erradicar a Pobreza Extrema e a Fome&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;o O Banco Mundial vai reforçar o seu apoio à agricultura entre US$ 6 bilhões e US$ 8 bilhões por ano durante os próximos três anos, acima dos US$ 4,1 bilhões anuais anteriores a 2008, no contexto do Plano de Ação Agrícola para ajudar a aumentar a renda, a segurança do emprego e a segurança alimentar nos países menos desenvolvidos.&lt;br /&gt;o A Coreia do Sul prometeu US$ 100 milhões em apoio à segurança alimentar e à agricultura nos países em desenvolvimento.&lt;br /&gt;o O Chile anunciou uma “Iniciativa de Renda Ética da Família”, a ser lançada em 2011, para complementar a renda das famílias mais pobres e aquelas mais vulneráveis da classe média.&lt;br /&gt;o A iniciativa “Monster.com” está empenhada em expandir o acesso a oportunidades de emprego para a juventude rural na Índia, promovendo o acesso à Rozgarduniya.com, um portal de empregos na Internet, presente em 40 mil aldeias em nove estados da Índia.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Objetivo 2: Atingir o Ensino Primário Universal&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;o O Banco Mundial vai aumentar a concessão de investimentos na educação básica em US$ 750 milhões, focando-se em países que não estão no bom caminho para alcançar os ODMs até 2015, especialmente na África Subsaariana.&lt;br /&gt;o A “Dell” comprometeu-se a conceder US$ 10 milhões para iniciativas de tecnologia da educação este ano.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Objetivo 3: Promover a Igualdade de Género e o Fortalecimento da Mulher&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;o O “Earth Institue” [Instituto Terra], a Ericsson e o “Millennium Promise” lançaram o “Conectado para Aprender”, uma iniciativa sem fins lucrativos de educação global para melhorar o acesso e a qualidade do ensino secundário para as crianças em todo o mundo – especialmente para as meninas. A iniciativa oferecerá bolsas de estudo de três anos em escolas secundárias, abrangendo despesas escolares, livros, uniformes, bem como acesso à tecnologia de banda larga. As primeiras 100 bolsas serão disponibilizadas nas Aldeias do Milénio em Gana e na Tanzânia, nos próximos 100 dias.&lt;br /&gt;o A “UPS International: prometeu US$ 2 milhões para a Associação Mundial das Guias e Escoteiras, para o fortalecimento das mulheres através de liderança e programas de sustentabilidade ambiental em 145 países.&lt;br /&gt;o A”ExxonMobil” comprometeu-se com US$ 1 milhão em uma parceria com a associação de empreendedores sociais “Ashoka: [Ashoka Changemakers], o Conselho Internacional do Laboratório de Pesquisa sobre Mulheres e Mercados Emergentes para apoiar tecnologias que ajudam as mulheres a aumentar sua produtividade e participar mais eficazmente na economia. O programa deverá beneficiar diretamente mais de 13.500 pessoas, com benefícios indiretos, atingindo mais de 475 mil nos próximos dois anos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Objetivo 4: Reduzir a Mortalidade Infantil e Objetivo 5: Melhorar a Saúde Materna&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;o O Secretário Geral lançou uma Estratégia Global para a Saúde das Mulheres e das Crianças, disponível com US$ 40 mil milhões em recursos prometidos. www.un.org/sg/globalstrategy&lt;br /&gt;o O Canadá reafirmou seu compromisso de mobilizar mais de US$ 10 bilhões do G8 e dos líderes fora do G8, principais doadores e fundações privadas, ao longo dos próximos cinco anos, através da Iniciativa “Muskoka” para a saúde materna, neonatal e infantil, adotada na Cúpula do G8.&lt;br /&gt;o Trinidad e Tobago anunciou o lançamento do Fundo para a Vida das Crianças, para a prestação de cuidados de emergência médica e cirúrgica de crianças para procedimentos médicos que não podem ser ter acesso em Trinidad e Tobago.&lt;br /&gt;o Os hospitais “LifeSpring” estão comprometidos em fornecer a cerca de 82 mil mulheres indianas e suas famílias acesso aos cuidados de saúde de qualidade. Nos próximos cinco anos, a “LifeSpring” irá aumentar o número de hospitais que servem às mães e crianças em toda a Índia de 9 para 200, o que vai melhorar os padrões globais de cuidados e reduzir as taxas de mortalidade materna e infantil.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Objetivo 6: Combater o HIV/AIDS, Malária e Outras Doenças&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;o A França anunciou um financiamento de US$ 1,4 bilhão para o Fundo Global de Combate à SIDA, Tuberculose e Malária para 2011-2013, o que representa um aumento de 20%. É a primeira de uma série de promessas esperadas antes da reunião do Fundo Global prevista para os dias 4 e 5 de Outubro. [Nota: 46% deste compromisso – a parcela diretamente atribuível à saúde das mulheres e crianças – está incluído nos US$ 40 bilhões para a Estratégia Global para a Saúde das Mulheres e das Crianças.]&lt;br /&gt;o O Reino Unido anunciou que triplicará sua contribuição financeira para combater a malária, aumentando os seus fundos para o combate à doença de £150 milhões por ano para £500 milhões até 2014.&lt;br /&gt;o O Banco Mundial anunciou um aumento no escopo de seus programas de saúde baseados em resultados em mais de US$ 600 milhões até 2015, como forma de ampliar serviços essenciais de saúde e nutrição, bem como reforçar os sistemas de saúde subjacentes em 35 países, especialmente no leste da Ásia, Sul da Ásia e África Subsaariana.&lt;br /&gt;o A “Sumitomo Chemical” se comprometeu a doar 400 mil redes antimalária para cada uma das Aldeias do Milénio entre 2010 e 2011. Isto dá continuidade à doação anterior, em 2006, de 330mil redes.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Objetivo 7: Garantir a Sustentabilidade Ambiental&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;o Os Estados Unidos anunciaram um compromisso de pouco mais de US$ 50 milhões nos próximos cinco anos para uma Aliança Global para Fogões de Cozinha Limpos, uma parceria público-privada liderada pela Fundação das Nações Unidas que pretende instalar 100 milhões de fogões de queima limpa nas cozinhas de todo o mundo.&lt;br /&gt;o Camarões anunciou um Programa de Desenvolvimento do Setor de Energia para dobrar a produção de energia até 2015 e triplicar até 2020.&lt;br /&gt;o A “WaterHealth International” comprometeu-se com a construção de 75 fábricas de purificação de água no Bangladesh e com a expansão de sua atual rede de estações de tratamento de água para outros 100 aldeias na Índia, oferecendo acesso à água potável para 175 mil pessoas em comunidades com pouco acesso a este recurso natural em Bangladesh e na Índia.&lt;br /&gt;o A “PepsiCo” comprometeu-se a garantir o acesso à água potável para três milhões de pessoas em todo o mundo até 2015.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Objetivo 8: Parceria Global para o Desenvolvimento&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;o A União Europeia ofereceu um financiamento no montante de €1 mil milhões para os países mais comprometidos e necessitados em fazer avançar os Objectivos que estão mais afastados de sua realização.&lt;br /&gt;o A Bélgica prometeu €400 mil para a Quarta Conferência das Nações Unidas sobre os Países Menos Desenvolvidos, que será realizada em Istambul, na Turquia, em 2011.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://pressroom.ipc-undp.org/2010/onu-aprova-plano-de-acao-global-para-odm/"&gt;http://pressroom.ipc-undp.org/2010/onu-aprova-plano-de-acao-global-para-odm/&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Concluindo:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; Embora o Plano Global não passe de compromissos e a ONU não tenha a capacidade exigir a sua implementação, é positivo que em tempo de crise haja este sentir global solidário e a vontade de continuar a lutar para que os objectivos sejam uma realidade até ao ano 2015. Mesmo que não se consigam todos os ODM, o facto de se ter colocado a humanidade a sonhar com um mundo melhor para todos, já foi uma grande conquista. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8774303889241340757-6481933989171997326?l=aefjnportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/feeds/6481933989171997326/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/11/avaliacao-da-cimeira-da-onu-sobre-os.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/6481933989171997326'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/6481933989171997326'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/11/avaliacao-da-cimeira-da-onu-sobre-os.html' title='Avaliação da Cimeira da ONU sobre os ODM'/><author><name>Secção portuguesa da Rede cristã AEFJN</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16975863732410955901</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TOjgO1KOxiI/AAAAAAAAAPs/VqBcg5j_LTs/s72-c/8_metas.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8774303889241340757.post-7265889479045032765</id><published>2010-11-16T10:36:00.000-08:00</published><updated>2010-11-16T10:40:59.871-08:00</updated><title type='text'>Obstáculos ao Desenvolvimentos</title><content type='html'>&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-9d489690e381a0d6" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v18.nonxt2.googlevideo.com/videoplayback?id%3D9d489690e381a0d6%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1331692972%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D8383DC95DB8B233E36076464CC688782FC7B1E99.7CF1D991C182920EE8CDC83F30DB889A24FBDE68%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D9d489690e381a0d6%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3D9oPDkvZrRyqcEDQ0-GmkFaa_hRk&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" 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comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/11/obstaculos-ao-desenvolvimentos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/7265889479045032765'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/7265889479045032765'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/11/obstaculos-ao-desenvolvimentos.html' title='Obstáculos ao Desenvolvimentos'/><author><name>Secção portuguesa da Rede cristã AEFJN</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16975863732410955901</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' 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economias mundiais (G-20) que "o mundo está a observá-los".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O papa pediu aos líderes mundiais - que se reúnem a partir de quinta feira em Seul, na Coreia do Sul -- que trabalhem em soluções "duráveis, renováveis e justas" e respeitadoras da "dignidade humana".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os chefes de Estado e de Governo são "encorajados" por Bento XVI a "enfrentar os múltiplos e graves problemas" que os esperam sem perderem de vista que "as medidas adotadas só funcionarão se forem destinadas a assegurar o progresso autêntico e integral do Homem".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8774303889241340757-5055595362488149294?l=aefjnportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/feeds/5055595362488149294/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/11/g20-seul-11-e-12-de-novembro-mensagem.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/5055595362488149294'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/5055595362488149294'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/11/g20-seul-11-e-12-de-novembro-mensagem.html' title='G20 Seul 11 e 12 de Novembro: Mensagem do Papa'/><author><name>Secção portuguesa da Rede cristã AEFJN</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16975863732410955901</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' 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/&gt;&lt;/em&gt;JUBA, segunda-feira, 26 de Outubro de 2010 (&lt;a href="http://www.zenit.org/"&gt;ZENIT.org&lt;/a&gt;) – Abriu-se no Sudão o processo cívico educativo que culminará em uma consulta decisiva para o povo sudanês. Os prognósticos dizem que, em 9 de Janeiro de 2011, surgirá um novo país na África: o Sudão do Sul. A Igreja trabalha com outros grupos confessionais cristãos e com autoridades internacionais para chegar a um processo de transição limpo e pacífico.&lt;br /&gt;Com sentido de responsabilidade pelo futuro, grupos de missionários e líderes católicos colaboram no plano eclesial para preparar o processo de tomada de decisões. Líderes cristãos de diferentes confissões pediram a mediação da ONU para que o referendo de 9 de Janeiro seja limpo.&lt;br /&gt;Em Juba, capital da região semi-autónoma do Sudão do Sul, uma iniciativa intercongregacional, algo muito comum na África, integrada por 24 religiosas e religiosos de quinze nacionalidades, trabalha em quatro dioceses do Sudão meridional: Yambio, Malakal, Wau e Juba, capital.&lt;br /&gt;Este trabalho silencioso e constante da Igreja Católica orienta-se para preparar uma transição pacífica para a independência da região meridional, predominantemente cristã.&lt;br /&gt;Foi um longo processo de décadas de guerra e conflitos, que culminou no acordo de 9 de Janeiro de 2005, pelo que o Norte predominantemente muçulmano e as autoridades de Cartum, em sua maioria árabes, em um país habitado maioritariamente pela população negra, cederam e firmaram um pacto.&lt;br /&gt;Funcionários da ONU garantem que haverá representantes em cada condado do Sudão do Sul com a finalidade dar continuidade ao referendo eleitoral sobre a independência.&lt;br /&gt;Tentativa de assassinato&lt;br /&gt;Enquanto isso, todos se perguntam quem tentou matar no dia 10 de Outubro o cardeal Gabriel Zubeir Wako, arcebispo de Cartum.&lt;br /&gt;Durante a celebração da eucaristia, e diante de cerca de 10 mil fiéis, um homem tentou apunhalar o cardeal, mas foi detido pelas pessoas.&lt;br /&gt;Segundo informa Ajuda à Igreja que Sofre (AIS), o atentado ao purpurado estaria ligado a uma campanha de intimidação de grupos extremistas islâmicos contrários à separação da região do Sul.&lt;br /&gt;Há 30 anos, havia apenas um sacerdote em Cartum. Agora passam de cem, com cerca de trinta paróquias e cem centros, onde é celebrada a Eucaristia. Dos 18 milhões de habitantes da arquidiocese, mais de 900 mil são católicos.&lt;br /&gt;A Igreja local dirige o projeto “Salvar os que podem ser salvos”, com 65 escolas, mais de 33 mil alunos e em torno de mil professores. Sua finalidade é oferecer uma educação adequada para crianças refugiadas em Cartum e procedentes do sul do país.&lt;br /&gt;A Igreja Católica se fortalece também no norte, num contexto difícil, predominantemente muçulmano e governado por autoridades desta religião. Tanto no norte como no sul, os missionários católicos trabalham por um processo limpo, transparente e de tomada de responsabilidades por parte da cidadania. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8774303889241340757-5147990571947035456?l=aefjnportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/feeds/5147990571947035456/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/10/sudao-cristaos-dispostos-assumir-sua.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/5147990571947035456'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/5147990571947035456'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/10/sudao-cristaos-dispostos-assumir-sua.html' title='Sudão: cristãos dispostos a assumir sua nova situação no norte e no sul'/><author><name>Secção portuguesa da Rede cristã AEFJN</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16975863732410955901</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TMZsfYrlAfI/AAAAAAAAAPc/wmxkDYDN29Q/s72-c/!cid_65361EAD-F2AA-434A-840E-0BDCD4D40048.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8774303889241340757.post-2733243689532745703</id><published>2010-10-19T21:58:00.000-07:00</published><updated>2010-10-19T22:00:58.010-07:00</updated><title type='text'>Santa Sé: desenvolvimento sustentável, sem malária, no futuro da África</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TL53bfMMklI/AAAAAAAAAPU/G3wYQ68Pshs/s1600/francis+Chullikatt.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 225px; FLOAT: right; HEIGHT: 170px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5529988706570375762" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TL53bfMMklI/AAAAAAAAAPU/G3wYQ68Pshs/s320/francis+Chullikatt.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;Intervenção do observador permanente do Vaticano na ONU&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;NOVA YORK, terça-feira, 19 de Outubro de 2010 (&lt;a href="http://www.zenit.org/"&gt;ZENIT.org&lt;/a&gt;) - Erradicação da pobreza, situar os países no caminho do crescimento e desenvolvimento sustentável, acabar com a marginalização do continente no processo de globalização e lutar contra a malária: estes são objetivos indicados para a África pelo observador permanente da Santa Sé nas Nações Unidas, Dom Francis Chullikatt.&lt;br /&gt;O prelado interveio na sexta-feira passada em Nova York e destacou que "enfrentar as necessidades especiais da África requer a associação de todos os segmentos da sociedade", uma associação que "ajude a promover uma maior solidariedade e ao mesmo tempo um desenvolvimento mais sustentável no continente".&lt;br /&gt;Neste sentido, destacou que o recente declínio na economia global lançou novos desafios para a África, já que "os investimentos diretos estrangeiros na região diminuíram 36% desde 2008".&lt;br /&gt;O prelado também referiu-se à Nova Associação Económica para o Desenvolvimento da África (NEPAD), um programa da União Africana instituído em 2001, que conta com o apoio coordenado das Nações Unidas.&lt;br /&gt;O arcebispo concordou com a posição de NEPAD, para quem "a saúde e o bem-estar do povo africano ajudarão a conseguir a redução da pobreza e o desenvolvimento sustentável na África".&lt;br /&gt;Luta contra a malária&lt;br /&gt;A delegação da Santa Sé expressou uma particular gratidão pelo relatório sobre a malária, que descreveu os notáveis progressos alcançados na luta contra esta enfermidade na última década.&lt;br /&gt;O arcebispo recordou a "recente iniciativa da African Leaders Malaria Alliance (ALMA), por meio da qual os chefes de Estado e de Governo africanos se reuniram para promover a garantia universal das intervenções para o controle da malária.&lt;br /&gt;Concretamente, o prelado pediu assistência para mulheres grávidas, recém-nascidos e crianças pequenas.&lt;br /&gt;Os efeitos mais devastadores da enfermidade são, de fato, os que afetam as crianças mais novas, de cinco anos: muitos dos que sobrevivem a casos graves da malária podem sofrer danos cerebrais ou ter dificuldades de aprendizagem.&lt;br /&gt;"Os doentes devem ter acesso a um tratamento adequado e os indivíduos devem poder fazer exames e receber remédios acessíveis, seguros e, quando for necessário, gratuitos", afirmou Dom Chullikatt.&lt;br /&gt;O observador permanente recordou que 90% das milhares de pessoas que morrem anualmente pela malária estão na África. Os países mais afetados são a República Democrática do Congo, Etiópia, Quénia, Nigéria e Tanzânia.&lt;br /&gt;O prelado concluiu sua intervenção expressando o apreço da Santa Sé por muitos agentes do sistema de saúde, católicos e não católicos, que trabalham incansavelmente para assistir os que sofrem na África.&lt;br /&gt;Na luta contra a malária, de fato, "não apenas proporcionam os recursos e capacidade técnica para assistir os doentes, mas que também trabalham para promover um maior desenvolvimento na África", destacou.&lt;br /&gt;Ele constatou que "com instrução, infra-estrutura e programas de assistência sanitária, frequentemente nas comunidades mais pobres e vulneráveis, estas organizações são fundamentais para o desenvolvimento da África a longo prazo". &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8774303889241340757-2733243689532745703?l=aefjnportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/feeds/2733243689532745703/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/10/santa-se-desenvolvimento-sustentavel.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/2733243689532745703'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/2733243689532745703'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/10/santa-se-desenvolvimento-sustentavel.html' title='Santa Sé: desenvolvimento sustentável, sem malária, no futuro da África'/><author><name>Secção portuguesa da Rede cristã AEFJN</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16975863732410955901</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TL53bfMMklI/AAAAAAAAAPU/G3wYQ68Pshs/s72-c/francis+Chullikatt.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8774303889241340757.post-8339079494266488092</id><published>2010-10-16T01:35:00.000-07:00</published><updated>2010-10-16T01:45:45.956-07:00</updated><title type='text'>Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza</title><content type='html'>&lt;a href="http://pobrezazero.heylife.com/?p=382"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 226px; FLOAT: right; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5528561951612825634" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TLllzayfcCI/AAAAAAAAAPM/Z485MA_pXnQ/s320/cartaz-09.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;(Sugestão para a celebração da Eucaristia ou momento de oração comunitário)&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Admonição no inicio da Eucaristia ou durante a homilia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A Eucaristia é a Mesa da comunhão e da inclusão. Todos são chamados a participar no banquete da Vida que nos é oferecido por Cristo Jesus. No Pai-nosso pedimos que o Senhor nos dê a todos “o pão nosso de cada dia”.&lt;br /&gt;Hoje queremos unir-nos à campanha mundial do “Levanta-te e actua” contra a pobreza e a favor dos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio. Queremos fazer parte dos que não querem ficar indiferentes aos cerca dos 1,2 mil milhões de pessoas (20% da população mundial) que vive muito abaixo do limiar mínimo da pobreza (com menos de um dólar por dia); dos 850 milhões de seres humanos que sofrem de fome e dos 30 mil que morrem de causas directamente relacionadas com a pobreza. São nossos irmãos. Se vibrámos quando se salvaram 33 mineiros que ficaram presos na mina do Chile, como podemos ficar indiferentes aos que morrem diariamente soterrados por causa da fome e das condições indignas em que vivem?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Oração Universal (prece especial para este dia)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que neste dia internacional para a erradicação da pobreza os cristãos se empenhem na promoção de um mundo mais justo e digno para todos e promovam uma melhor distribuição da riqueza e o combate de todas as causas da pobreza e da fome. Oremos ao Senhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Gesto de compromisso antes da bênção e envio&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(Posição: sentados)&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Porque não pretendemos ficar indiferentes à sorte de 20% dos nossos irmãos que vivem abaixo do limiar da pobreza no mundo, queremos levantar-nos e actuarmos contra a pobreza e fome. &lt;em&gt;(todos se levantam)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Todos cantam:&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;Cristo quer a tua ajuda para amar (bis)&lt;br /&gt;Não te importes da raça nem da cor da pele&lt;br /&gt;Ama a todos como irmãos e faz a paz. (bis)&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Nota:&lt;/strong&gt; Se realizares alguma acção no contexto desta campanha de sensibilização, informa-nos: local, hora, dinâmica seguida e número de participantes. Caso queiras registar a tua acção directamente, vai &lt;a href="http://pobrezazero.heylife.com/?p=382"&gt;http://pobrezazero.heylife.com/?p=382&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8774303889241340757-8339079494266488092?l=aefjnportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/feeds/8339079494266488092/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/10/dia-internacional-para-erradicacao-da.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/8339079494266488092'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/8339079494266488092'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/10/dia-internacional-para-erradicacao-da.html' title='Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza'/><author><name>Secção portuguesa da Rede cristã AEFJN</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16975863732410955901</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TLllzayfcCI/AAAAAAAAAPM/Z485MA_pXnQ/s72-c/cartaz-09.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8774303889241340757.post-4069038833796693013</id><published>2010-10-11T05:43:00.000-07:00</published><updated>2010-10-11T06:02:26.732-07:00</updated><title type='text'>17 Outubro - Campanha Pobreza Zero - Levanta-te Portugal</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TLMK0KtB3yI/AAAAAAAAAPE/bugMqDbJnM4/s1600/levantate-2010.bmp"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 146px; FLOAT: right; HEIGHT: 143px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5526773059056426786" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TLMK0KtB3yI/AAAAAAAAAPE/bugMqDbJnM4/s320/levantate-2010.bmp" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:85%;"&gt;Mais de um bilião de pessoas estão desnutridas, segundo os mais recentes dados. Os níveis de fome global revelam uma situação considerada extremamente alarmante.&lt;br /&gt;O Índice Global da Fome 2010 demonstra que a desnutrição das crianças representa a maior fatia da população mundial afectada pela fome, com particular incidência nos países da África Sub-Sariana e do Sul da Ásia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os responsáveis pela elaboração do relatório, do International Food Policy Research Institute (IFPRI), consideram urgente a tomada de medidas para combater a desnutrição infantil para inverter a tendência crescente para a fome global.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os níveis de fome calculados revelam uma situação inaceitável e desde 2006 houve um acréscimo galopante nos números de crianças mal nutridas, numa situação onde os muitos dos efeitos negativos serão irreversíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O caso mais extremo é a República Democrática do Congo onde houve uma aumento de mais de 65% no índice.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este recente incremento do Índice é justificado essencialmente pelo aumento global do preço da alimentação e a recessão económica global. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://naturlink.sapo.pt/article.aspx?menuid=20&amp;amp;cid=25191&amp;amp;bl=1"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:85%;"&gt;http://naturlink.sapo.pt/article.aspx?menuid=20&amp;amp;cid=25191&amp;amp;bl=1&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#cc0000;"&gt;17 Outubro - Campanha Pobreza Zero - Levanta-te Portugal&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Depois de no Ano passado termos batido mais um recorde mundial e termos dado um exemplo ao mundo de mobilização massiva, com 10 por cento das acções do Levanta-te de todo o Mundo..&lt;br /&gt;Este ano queremos mais...&lt;br /&gt;Mais mobilização, mais acção, mais eventos, mais imaginação..&lt;br /&gt;e Tu és expert nesse campo, porque no ano passado foste uma referência muito importante na liderança deste movimento na tua comunidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É com as pequenas grandes vontades que mudamos os paradigmas da sociedade. Somos maiores porque somos mais!&lt;br /&gt;Aparece, Divulga, Faz o teu papel de cúmplice nesta luta que nos junta por um mundo melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este é o “Mundo que Queremos”?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apelamos nacionalmente para uma mobilização contra a pobreza e pelos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio, em todo o território nacional, entre os dias 15 e 17 de Outubro, queremos o máximo de acções e o maior número de gente envolvida para que nos façamos ouvir, celebrando a cidadania activa por um Portugal mais justo e equitativo e exigindo que os governos cumpram com as promessas de acabar com a pobreza extrema e que se alcancem os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM) até 2015.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.pobrezazero.org/"&gt;http://www.pobrezazero.org/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;Seguem então aqui os links.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Explicação&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://pobrezazero.heylife.com/?p=369"&gt;Levanta-te Portugal – “O MUNDO QUE QUEREMOS”&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Registo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://pobrezazero.heylife.com/?p=382"&gt;REGISTA O TEU EVENTO&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;e&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.facebook.com/note.php?note_id=147002042009261"&gt;Manifesto Pobreza Zero&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;continuação do excelente trabalho!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qualquer dúvida ou questão, não hesites em contactar-nos para este mail, ou para &lt;a href="mailto:pobrezazero@oikos.pt"&gt;pobrezazero@oikos.pt&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conto Contigo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PS: Partilhamos o novo Vídeo do Fama Show da Sic de 10/10/2010&lt;br /&gt;(Com Rita Guerra, Angélico, entre muitos outros)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artistas de topo das mais diversas áreas desfilam pela Pobreza Zero, provando que esta é uma luta comum a toda a gente e é igualmente uma responsabilidade de toda a gente envolver-se e elevar a cidadania activa como resposta para uma sociedade mais Justa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=sg9qjQQ4eV0"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=sg9qjQQ4eV0&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--&lt;br /&gt;Bruno G. M. Neto&lt;br /&gt;Coordenador de Programa&lt;br /&gt;Pobreza Zero - GCAP Portugal&lt;br /&gt;* * * * *&lt;br /&gt;Rua Visconde Moreira de Rey, n.º 37&lt;br /&gt;2790-447 Queijas&lt;br /&gt;Telefone: 00351 218823630&lt;br /&gt;____________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A Pobreza não é um Cliché, por isso não a combatemos só com palavras"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Join our Cause in FaceBook&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.causes.com/pobrezazero"&gt;www.causes.com/pobrezazero&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8774303889241340757-4069038833796693013?l=aefjnportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/feeds/4069038833796693013/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/10/17-outubro-campanha-pobreza-zero.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/4069038833796693013'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/4069038833796693013'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/10/17-outubro-campanha-pobreza-zero.html' title='17 Outubro - Campanha Pobreza Zero - Levanta-te Portugal'/><author><name>Secção portuguesa da Rede cristã AEFJN</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16975863732410955901</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TLMK0KtB3yI/AAAAAAAAAPE/bugMqDbJnM4/s72-c/levantate-2010.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8774303889241340757.post-8475524889022867089</id><published>2010-10-04T03:35:00.001-07:00</published><updated>2010-10-04T03:38:26.352-07:00</updated><title type='text'>Semana de luta contra a pobreza arranca hoje em toda a Europa</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TKmuZCLXqyI/AAAAAAAAAO8/O7TGPEP_IgY/s1600/UE_Pobreza.gif"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 227px; FLOAT: right; HEIGHT: 170px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5524138163051146018" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TKmuZCLXqyI/AAAAAAAAAO8/O7TGPEP_IgY/s320/UE_Pobreza.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;A luta contra a pobreza estará nas ruas dos Estados-membros da UE entre hoje e domingo em diversas iniciativas, como animações, marchas e música, promovidas por organizações não governamentais, no âmbito do Ano Europeu contra a Pobreza e a Exclusão Social.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Com o objetivo de reforçar o empenho na tomada de medidas sociais, e tendo em vista a erradicação da pobreza, um grupo de organizações não governamentais reuniu-se para produzir e desenvolver durante esta semana – designada Focus Week - atividades em vários distritos do país.&lt;br /&gt;Na próxima quarta feira decorre o evento “24 Horas pelo Combate à Pobreza e à Exclusão Social”, com iniciativas promovidas por instituições como a Amnistia Internacional, entre as quais o lançamento do livro “A Verdade Desconhecida – Pobreza e Direitos Humanos”, de Irene Khan, ex-secretária geral daquele organismo.&lt;br /&gt;Ainda no dia 06 de outubro, decorrerá em Belém um “jogo contra a pobreza” que contará com a participação de várias figuras públicas, enquanto no Largo de Camões, também em Lisboa, está prevista uma concentração com animação de rua.&lt;br /&gt;No Porto haverá uma marcha na Avenida dos Aliados e um concerto na praça General Humberto Delgado, com atuações de Som da Rua, Tuna Feminina da Escola Superior de Enfermagem, Black Jackers, Orfeão Académico do Porto, Mind da Gap, Expensive Soul, Dr1ve e Bueno.Air.Es.&lt;br /&gt;No mesmo dia tem início o II Fórum Nacional Pessoas em Situação de Pobreza, que decorrerá na Pousada da Juventude da Expo e na Assembleia da República, onde será apresentada, no dia 07, uma declaração final, subordinada ao tema “Para uma estratégia a 10 anos para erradicação da pobreza”.&lt;br /&gt;Outra iniciativa musical, no âmbito da Focus Week, será um “concerto solidário”, na Igreja de São Roque, em Lisboa, cujo objetivo é a recolha de fundos para a aquisição de instrumentos musicais destinados a crianças carenciadas. O valor angariado com a venda dos bilhetes para o concerto reverte inteiramente para esta finalidade&lt;br /&gt;segunda-feira, 4 de Outubro de 2010 07:45: &lt;a href="http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=13&amp;amp;id_news=472024&amp;amp;page=0"&gt;http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=13&amp;amp;id_news=472024&amp;amp;page=0&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Diário Digital / Lusa &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8774303889241340757-8475524889022867089?l=aefjnportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/feeds/8475524889022867089/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/10/semana-de-luta-contra-pobreza-arranca.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/8475524889022867089'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/8475524889022867089'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/10/semana-de-luta-contra-pobreza-arranca.html' title='Semana de luta contra a pobreza arranca hoje em toda a Europa'/><author><name>Secção portuguesa da Rede cristã AEFJN</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16975863732410955901</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TKmuZCLXqyI/AAAAAAAAAO8/O7TGPEP_IgY/s72-c/UE_Pobreza.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8774303889241340757.post-3542879804427075006</id><published>2010-10-02T02:30:00.000-07:00</published><updated>2010-10-02T02:32:27.091-07:00</updated><title type='text'>Vaticano organiza fórum para o desenvolvimento em África</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TKb8FMhh96I/AAAAAAAAAO0/ayJ20jjqgVM/s1600/Africa-25-05.bmp"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 297px; FLOAT: right; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5523379159207901090" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TKb8FMhh96I/AAAAAAAAAO0/ayJ20jjqgVM/s320/Africa-25-05.bmp" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Organizado na cidade de Abidjan&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;ABIDJAN, terça-feira, 28 de Setembro de 2010 (&lt;a href="http://www.zenit.org/"&gt;ZENIT.org&lt;/a&gt;) - O Conselho Pontifício para a Cultura, em colaboração com a Congregação para a Evangelização dos Povos, organiza um fórum para promover o desenvolvimento em África, "fazendo da pessoa humana, criada à imagem e semelhança de Deus, o coração de toda consideração e iniciativa".&lt;br /&gt;Segundo um comunicado do dicastério, divulgado pela Rádio Vaticano, o fórum acontecerá em Março de 2011, reunirá diversas organizações eclesiásticas internacionais e não-governamentais e terá como tema "Culturas, identidade dos povos e desenvolvimento em África e na diáspora negra".&lt;br /&gt;Este Fórum pretende também ser um lugar de reflexão permanente para mostrar propostas concretas, permitir um compromisso no âmbito da cultura e da educação e ser um "trampolim" para o desenvolvimento de África. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8774303889241340757-3542879804427075006?l=aefjnportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/feeds/3542879804427075006/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/10/vaticano-organiza-forum-para-o.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/3542879804427075006'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/3542879804427075006'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/10/vaticano-organiza-forum-para-o.html' title='Vaticano organiza fórum para o desenvolvimento em África'/><author><name>Secção portuguesa da Rede cristã AEFJN</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16975863732410955901</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TKb8FMhh96I/AAAAAAAAAO0/ayJ20jjqgVM/s72-c/Africa-25-05.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8774303889241340757.post-7636340257223404659</id><published>2010-09-30T07:25:00.000-07:00</published><updated>2010-09-30T07:28:19.051-07:00</updated><title type='text'>Populações pobres: “grandes demais para que fracassem”</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TKSeeFqEYHI/AAAAAAAAAOs/wp0yla4MUPg/s1600/MDGs_banner_pt.png"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 160px; FLOAT: right; HEIGHT: 59px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5522713282814959730" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TKSeeFqEYHI/AAAAAAAAAOs/wp0yla4MUPg/s320/MDGs_banner_pt.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;O Porta-voz do Vaticano analisa a Cimeira sobre Objetivos de Desenvolvimento do Milénio&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;CIDADE DO VATICANO, segunda-feira, 27 de Setembro de 2010 (&lt;a href="http://www.zenit.org/"&gt;ZENIT.org&lt;/a&gt;) - Se durante a recente crise, a política se mobilizou para ajudar os bancos, já que eram "grandes demais para que fracassem", com maior empenho terá de fazê-lo a favor dos povos que sofrem fome e pobreza, assegura o porta-voz Vaticano.&lt;br /&gt;O Pe. Federico Lombardi, SJ, diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, fez uma análise do histórico discurso que Bento XVI pronunciou no Westminster Hall de Londres, no dia 17 de Setembro, ao mundo político, social, académico, cultural e empresarial britânico, à luz da recente cimeira da ONU sobre o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento do Milénio.&lt;br /&gt;No Reino Unido, o Pontífice recordou que os governos intervieram de forma massiva e imediata para salvar instituições financeiras muito importantes que estavam à beira do fracasso.&lt;br /&gt;"Considerou-se necessário intervir destinando quantidades enormes - recordava o Papa -, porque estas instituições eram ‘grandes demais para que fracassem' (Too big to fail)."&lt;br /&gt;Sem esta intervenção económica, explicou, "a economia dos países interessados teria sofrido graves danos".&lt;br /&gt;Segundo explica seu porta-voz no último editorial de Octava Dies, semanário do Centro Televisivo Vaticano, o Papa quis dizer que, "se foram capazes de intervir para salvar grandes instituições financeiras, por que não se aplica a mesma coisa quando se trata do desenvolvimento dos povos da terra, da fome e da pobreza?".&lt;br /&gt;"Este, sim, é um verdadeiro objetivo ‘grande demais para que fracasse'!", sublinha o diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé.&lt;br /&gt;"A partir desta perspectiva - acrescenta -, deve-se enfocar a cimeira de Nova York sobre os Objetivos de Desenvolvimento do Milénio."&lt;br /&gt;"Certamente, haverá diversas avaliações - reconhece Lombardi. A empresa é ciclópica e é um apelo à colaboração, não só do governo, mas também de todas as forças ativas da sociedade, tanto do mundo desenvolvido como do que está em vias de desenvolvimento."&lt;br /&gt;O sacerdote jesuíta recorda que a Igreja, nos diversos lugares do mundo, está comprometida neste campo "à luz de uma perspectiva espiritual e moral, consciente e atenta aos valores fundamentais, bem delineados na encíclica Caritas in veritate".&lt;br /&gt;Como reiterava em Nova York o representante da Santa Sé, cardeal Peter Turkson, presidente do Conselho Pontifício Justiça e Paz, "a pessoa humana deve ser colocada no centro da pesquisa para o desenvolvimento; não deve ser vista como um peso, mas como parte ativa da solução".&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8774303889241340757-7636340257223404659?l=aefjnportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/feeds/7636340257223404659/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/09/populacoes-pobres-grandes-demais-para.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/7636340257223404659'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/7636340257223404659'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/09/populacoes-pobres-grandes-demais-para.html' title='Populações pobres: “grandes demais para que fracassem”'/><author><name>Secção portuguesa da Rede cristã AEFJN</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16975863732410955901</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TKSeeFqEYHI/AAAAAAAAAOs/wp0yla4MUPg/s72-c/MDGs_banner_pt.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8774303889241340757.post-6743938413585694001</id><published>2010-09-28T22:59:00.000-07:00</published><updated>2010-09-28T23:13:15.967-07:00</updated><title type='text'>ODM: Novo Fôlego até 2015?</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TKLYnarjluI/AAAAAAAAAOk/C0S90-RVS-s/s1600/Monica+Ferro-1.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; FLOAT: right; HEIGHT: 228px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5522214264798156514" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TKLYnarjluI/AAAAAAAAAOk/C0S90-RVS-s/s320/Monica+Ferro-1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;No dia 27 de Setembro, num encontro promovido pela Antena AEFJN, em Lisboa, a Dra Mónica Ferro fez a sua avaliação da Cimeira da ONU sobre os ODM. Este texto, é uma síntese escrita que foi publicada na Ecclesia:&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://www.agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?id=81685"&gt;http://www.agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?id=81685&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2000, os chefes de Estado e de Governo da ONU acordaram uma estratégia ambiciosa para até 2015 garantir que todos os povos possam viver em maior liberdade, em dignidade erradicando a pobreza extrema e a fome, melhorando a saúde materna e infantil, combatendo as doenças, empoderando as mulheres, criando um ambiente sustentável e uma parceria mundial para o desenvolvimento. Os 8 Objectivos de Desenvolvimento do Milénio e a sua consecução estiveram, 10 anos depois, em análise em Nova Iorque na Reunião Plenária de Alto Nível da AGONU que decorreu de 20 a 22 de Setembro deste ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta reunião, chefes de estado e de governo, líderes de organizações da sociedade civil, fundações e sector privado fizeram um balanço sobre os sucessos e fracassos em matérias de ODM e gizaram um compromisso que visa por em prática um plano de acção que possibilite a realização dos 8 ODM dentro do prazo limite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O mundo possui os conhecimentos e os recursos necessários para realizar os ODMs e não o fazer seria um fracasso inaceitável, no plano moral e prático,” alerta Ban Ki-moon.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os temas centrais desta reunião foram os défices da Ajuda Pública ao Desenvolvimento (e transparência e eficácia da mesma), a melhoraria do enquadramento do comércio internacional, a redução do peso da dívida, o acesso a medicamentos e à tecnologia por parte dos países em desenvolvimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O balanço que foi feito mostra-nos um cenário heterogéneo: a redução da pobreza em certas zonas do mundo, o avanço na universalização do ensino primário, o alargamento do número de pessoas que teve acesso a medicamentos anti-retrovirais, as crianças que foram salvas com campanhas de vacinação contra o sarampo e a varíola, o abrandamento do ritmo de desflorestação mundial, o aumento da cobertura das novas tecnologias… Mas também os 1,4 mil milhões de pessoas continuam a subsistir com menos de 1,25 dólares dor dia, os 830 milhões de pessoas que sofrem de fome, os 9 milhões de crianças morrem por ano, na sua maioria de doença preveníveis ou tratáveis, antes de completarem os 5 anos de idade e as 350 mil mulheres morrem todos anos por complicações ligadas com a gravidez e o parto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O panorama é pior nos países menos avançados, nos estados insulares e nos estados sem litoral, já para não falar nos países em conflito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do lado dos doadores, embora em 2010 os fluxos de APD tenham atingido os 120 mil milhões de dólares, o montante mais elevado de sempre, estes continuam aquém da promessa de dedicar 0,7% do seu RNB para a APD, ficando-se por uma média mundial de 0,31%. Os efeitos da crise económica e financeira mundial são usados como discurso de justificação para a contracção dos orçamentos da ajuda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da reunião de Nova Iorque saiu uma declaração que reitera os princípios que sempre têm norteado a cooperação em sede de ONU, tais como o da apropriação nacional, do desenvolvimento inclusivo, das parcerias mundiais, mas que tenta ir mais longo prescrevendo uma série de medidas de aceleração e efectiva consecução para cada ODM. Um documento notável pela síntese que é feita e que vale a pena ler.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao lado deste documento é de assinalar o lançamento pelo SG da Estratégia Mundial para a Saúde Materna e Infantil: com um investimento de 40 mil milhões de dólares poderemos salvar 16 milhões de vidas até 2015. A estratégia mundial pretende-se um roteiro que identifique as mudanças de políticas necessárias e o seu financiamento e ainda as intervenções susceptíveis de ajudar a melhorar a vida das mulheres e das crianças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Programas como o Quadro para a Aceleração dos ODM, do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento que pretende criar um meio sistemático de identificar os estrangulamentos e as soluções que permitem responder aos mesmos e ajudar os países a desenvolver os seus próprios planos de acção e que está me fase piloto em 10 países parecem-nos promissores e o tipo de estratégia inteligente e de forte impacto de que nos fala o Documento Final da Cimeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um documento que deve ser lido e complementado com uma perspectiva de direitos humanos inspirada pelos inúmeros tratados assinados – como o defendeu a Alta Comissária da ONU para os Direitos Humanos. Esta perspectiva permitirá colmatar algumas lacunas já identificadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O espírito de Nova Iorque traduziu-se, assim, num esforço de se mostrar o quanto foi feito, quantas vidas foram resgatadas a um destino miserável, quanto do planeta foi salvo. Mostrar que as crises fizeram retroceder anos de bons desempenhos e perigar conquistas que eram tidas como seguras. Mostrar que há uma consciência mundial de que o desenvolvimento e a segurança de todos estão tão interligados que não se percebe onde começa um e acaba o outro e, por consequência, onde começa a responsabilidade de um estado e termina a de outro. Mostrar que os números são pessoas, são os povos das Nações Unidas que apenas querem viver em dignidade. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8774303889241340757-6743938413585694001?l=aefjnportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/feeds/6743938413585694001/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/09/odm-novo-folego-ate-2015.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/6743938413585694001'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/6743938413585694001'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/09/odm-novo-folego-ate-2015.html' title='ODM: Novo Fôlego até 2015?'/><author><name>Secção portuguesa da Rede cristã AEFJN</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16975863732410955901</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TKLYnarjluI/AAAAAAAAAOk/C0S90-RVS-s/s72-c/Monica+Ferro-1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8774303889241340757.post-1030573764847703224</id><published>2010-09-27T22:40:00.000-07:00</published><updated>2010-09-27T22:46:35.519-07:00</updated><title type='text'>Os ODM, um sinal de esperança - Uma visão a partir da fé cristã</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TKGBLohWHSI/AAAAAAAAAOc/WW5n60JCWHY/s1600/Eucomundo.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 400px; FLOAT: right; HEIGHT: 146px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5521836654988762402" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TKGBLohWHSI/AAAAAAAAAOc/WW5n60JCWHY/s400/Eucomundo.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;No dia 27 de Setembro, reuniram-se no Seminário do Verbo Divino em Lisboa, cerca de 50 pessoas para participarem num encontro de avaliação da Cimeira da ONU sobre os ODM. O responsável da Antena Fé e Justiça Europa-África em Portugal, fez a seguinte reflexão.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Reunimo-nos para avaliar a Cimeira da ONU sobre o andamento dos ODM, em Nova Iorque, de 20-22 Setembro de 2010. A primeira reacção poderia ser o que temos nós, sociedade civil e Igreja, a ver com isto? É um assunto político, eles que se entendam; ou o mundo sempre foi assim, uns mais pobres e outros mais ricos, uns mais desenvolvidos, outros menos. Nós também estamos em crise e em Portugal também há muitos pobres e desempregados, cada um que cuide de si. Os países pobres estão na situação em que estão porque não trabalham e têm governos corruptos, por isso, não adianta ajuda-los.&lt;br /&gt;Temos mil e um argumentos para nos abstrairmos dos problemas dos outros e dos assuntos políticos, no entanto, a Fé no Deus em quem acreditamos não nos deixa ficar indiferentes. Exige que nos interessemos pela sorte de toda a humanidade e de toda a criação. Nada do que acontece no mundo nos deve ser alheio e indiferente. Estamos todos agrafados na mesma história, na mesma sorte e no mesmo destino.&lt;br /&gt;O facto das Nações Unidas se terem comprometido com oito metas concretas de desenvolvimento global até 2015 é um sinal de esperança. Há pelo menos a preocupação pela sorte do outro. A indiferença e o egocentrismo foram vencidos pela solidariedade e entreajuda.&lt;br /&gt;Como cristão, destaco, entre muitos, três textos bíblicos que me motivam a apoiar iniciativas deste tipo: Gn 4,9; 1Cor 11,33; Jo 15,12.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. “O Senhor disse a Caim: «&lt;em&gt;Onde está o teu irmão Abel?» Caim respondeu: «Não sei dele. Sou, porventura, guarda do meu irmão?»&lt;/em&gt; (Gn 4,9)&lt;br /&gt;O Papa Bento XVI recordou que a actualidade profética da mensagem de Fátima está na dimensão solidária e reparadora da Mensagem de Maria: preocupar-se com os pecadores e sacrificar-se por eles. Fazer da nossa vida a urgência da caridade e a salvação de todos.&lt;br /&gt;Vivemos num mundo globalizado, onde tudo parece uma aldeia na hora da curiosidade informativa: gostamos de saber todas as novidades e desgraças que vão acontecendo no mundo. Seguimos a guerra em directo, o drama dos mineiros chilenos hora a hora, as tensões no Médio Oriente, os discursos de Obama, as visitas do papa... mas somos capazes de não conhecer o vizinho do apartamento ao lado e desconhecer o drama da pobreza escondida dos vizinhos com que nos cruzamos todos os dias.&lt;br /&gt;A comunicação e a globalização aproxima-nos na curiosidade mas nem sempre nos faz “guardas do nosso irmão”, nem sabemos como ele está, se sente ou vive. Onde está o teu irmão idoso e solitário? Onde está o teu irmão/ã que sofre violência doméstica ou é abusado por aqueles que o deviam proteger? Onde está o teu irmão migrante ou refugiado que procura acolhimento digno? Onde está o teu irmão que morre de forme ou por falta de cuidados mínimos de saúde? Onde está o teu irmão que nem sequer teve direito a nascer? Onde está o teu irmão neste mundo globalizado na curiosidade mas nem sempre na solidariedade e fraternidade?&lt;br /&gt;É Deus que pergunta a Caim e pergunta a cada um de nós: Onde está o teu irmão? O desinteresse e a omissão pela sorte do outro podem ser assassinas. Somos de facto guardas dos nossos irmãos e da integridade da criação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. “&lt;em&gt;Por isso, meus irmãos, quando vos reunirdes para comer, esperai uns pelos outros.”&lt;/em&gt; (1Cor 11,33)&lt;br /&gt;“Esperai uns pelos outros”. Esta frase de S. Paulo sempre me tem interpelado, pois vivemos num mundo a ritmos diferentes. Há uns que estão mais desenvolvidos tecnologicamente, outros menos; há os que têm tempo para tudo, outros que não têm tempo para nada; Há uns que vivem em conflito, outros que vivem em paz; uns que têm recursos naturais, outros que têm recursos humanos e intelectuais; uns que valorizam mais a comunidade, outros o individuo; uns mais pobres e outros mais ricos... Mas todos somos cidadãos do mesmo Planeta terra, todos navegamos no mesmo barco. Não adianta celebrarmos a Eucaristia, pão partido por todos e para todos, se não formos capazes de esperar uns pelos outros e apoiarmos os que vão na cauda do grupo. O egoísmo míope não tem lugar à volta da Mesa do Senhor. A “fracção do Pão” só é abençoada pelo Espírito quando se faz sacramentalmente dentro e fraternamente fora.&lt;br /&gt;O livre mercado, entregue a si mesmo é idolátrico. Só quando colocamos no centro o bem da pessoa toda e de todos é que podemos sentar-nos todos à mesma mesa sagrada da fraternidade eucarística. Por isso, a ajuda ao desenvolvimento é fundamental, mesmo quando, como agora, estamos de corda ao pescoço devido à subida do deficit. As pessoas e os países mais ricos devem esperar pelas pessoas, grupos e países mais pobres. A Eucaristia deve ser a expressão e o alimento de fraternidade solidária e não a sacralização das desigualdades instaladas e procuradas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. “&lt;em&gt;É este o meu mandamento: que vos ameis uns aos outros como Eu vos amei.”&lt;/em&gt; (Jo 15,12).&lt;br /&gt;Por fim, o mandamento novo do amor. Saber onde está e como está o meu irmão, esperar por ele, deve brotar dum amor sincero e gratuito e não dum sentimento de quem dá esmola a um coitadinho. Amar não é criar dependências nem humilhar o nosso irmão. Amar é elevar, restabelecer a dignidade, ajudar a levantar, procurar as causas e impedir a perpetuação dos atrasos no desenvolvimento. Amar a terra é promover a ecologia e denunciar as práticas destruidoras do ambiente e da biodiversidade. Amar os mais desfavorecidos é criar condições de sustentabilidade no desenvolvimento e igualdade de oportunidades.&lt;br /&gt;É importante exigir os 07% de apoio ao desenvolvimento aos países menos desenvolvidos, ajudar em catástrofes e emergências, mas é também fundamental promover relações comerciais e políticas mais justas e transparentes.&lt;br /&gt;É desta forma que a AEFN procura trabalhar. Influenciando as políticas nas relações comerciais entre a Europa e África, para que a dependência e o subdesenvolvimento não se perpetuem, e o desenvolvimento e a dignidade dos povos africanos se possa afirmar como um hino ao Criador que a todos ama como filhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lisboa, 27/09/2010&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;José Augusto Duarte Leitão, svd&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Responsável pela Antena AEFJN Portugal &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8774303889241340757-1030573764847703224?l=aefjnportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/feeds/1030573764847703224/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/09/os-odm-um-sinal-de-esperanca-uma-visao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/1030573764847703224'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/1030573764847703224'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/09/os-odm-um-sinal-de-esperanca-uma-visao.html' title='Os ODM, um sinal de esperança - Uma visão a partir da fé cristã'/><author><name>Secção portuguesa da Rede cristã AEFJN</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16975863732410955901</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TKGBLohWHSI/AAAAAAAAAOc/WW5n60JCWHY/s72-c/Eucomundo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8774303889241340757.post-6021165914591310253</id><published>2010-09-21T23:06:00.000-07:00</published><updated>2010-09-21T23:08:48.302-07:00</updated><title type='text'>Cardeal Turkson denuncia obstáculos ao desenvolvimento</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TJmdZyCJWVI/AAAAAAAAAOU/Jb4-3fNiH8E/s1600/Turkson.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 300px; FLOAT: right; HEIGHT: 375px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5519615884572318034" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TJmdZyCJWVI/AAAAAAAAAOU/Jb4-3fNiH8E/s400/Turkson.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;Na cimeira de Nova York sobre os objetivos do Milénio&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;NOVA YORK, terça-feira, 21 de Setembro de 2010 (&lt;a href="http://www.zenit.org/"&gt;ZENIT.org&lt;/a&gt;) - O cardeal Turkson, em nome da Santa Sé, denunciou diante da cimeira da ONU, que é realizada em Nova York de 20 a 22 de Setembro sobre os Objetivos do Milénio, os obstáculos que se opõem ao desenvolvimento.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O cardeal Peter K.A. Turkson, presidente do Conselho Pontifício Justiça e Paz, representa a delegação da Santa Sé nesta cimeira na qual participam cerca de 140 chefes de Estado e de Governo reunidos para impulsionar a luta contra a pobreza, fome e doenças.&lt;br /&gt;O purpurado africano, originário de Gana, enumerou, entre os "obstáculos ao desenvolvimento", a "conduta incorreta e irresponsabilidade da maior parte dos agentes financeiros", o "nacionalismo excessivo e os interesses corporativos", as "velhas e novas ideologias", a instigação "a guerras e conflitos", "o tráfico ilegal de pessoas, drogas e matérias-primas relacionadas a situações de guerra e pobreza extrema, e a falta de escrúpulos de alguns agentes económicos e sociais das regiões mais desenvolvidas".&lt;br /&gt;Ao mesmo tempo em que destacou os progressos no alcance de alguns objetivos do Milénio, indicou também o caminho que falta por percorrer, sobretudo nos países da África Subsaariana.&lt;br /&gt;O representante da Santa Sé exortou a "continuar reforçando a mobilização política, mediante uma constante solidariedade económica e financeira, para garantir a disponibilidade dos recursos".&lt;br /&gt;Destacou que os países desenvolvidos e as economias emergentes "deveriam manter abertos seus mercados" para "ajudar os países pobres a crescerem até a independência económica, necessária para o desenvolvimento socioeconómico".&lt;br /&gt;Segundo ele, todos os governos, tanto desenvolvidos como em vias de desenvolvimento, devem aceitar sua responsabilidade na luta contra a corrupção.&lt;br /&gt;Citando a encíclica de Bento XVI Caritas in Veritate, o cardeal Turkson destacou que a abertura à vida é um rico recurso social e económico e o controle dos "impulsos hedonistas" é o ponto de partida para construir uma sociedade harmónica. E também a condição essencial para um desenvolvimento económico sustentável.&lt;br /&gt;Neste sentido, sobre o tão debatido assunto da saúde materna, o representante da Santa Sé convidou os países participantes a "proporcionarem recursos de qualidade para atender as necessidades de saúde de mães e filhos, inclusive dos não-nascidos".&lt;br /&gt;Fez referência a pontos de controvérsia do Documento Final, como a "saúde sexual e reprodutiva" e a "planificação familiar", que geram em sua delegação "profunda preocupação" sobretudo se incluírem o acesso ao aborto e métodos de planificação familiar que não estão de acordo com a lei natural.&lt;br /&gt;Recordou que, em sua última encíclica, o Papa explicou que o verdadeiro desenvolvimento põe o ponto central na caridade, porque "as causas do subdesenvolvimento não são em primeiro lugar de ordem material" e só a busca de um novo humanismo capacitará o homem contemporâneo para encontrar novamente a si próprio.&lt;br /&gt;Também que, na luta contra a pobreza, a pessoa humana deve ser situada no centro da preocupação pelo desenvolvimento.&lt;br /&gt;"Se os direitos e liberdades políticas, religiosas e económicas de cada um forem respeitados, mudaremos o paradigma: de simplesmente procurar administrar a pobreza a criar riqueza; de ver a pessoa como um peso a vê-la como parte da solução", concluiu o cardeal Turkson. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8774303889241340757-6021165914591310253?l=aefjnportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/feeds/6021165914591310253/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/09/cardeal-turkson-denuncia-obstaculos-ao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/6021165914591310253'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/6021165914591310253'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/09/cardeal-turkson-denuncia-obstaculos-ao.html' title='Cardeal Turkson denuncia obstáculos ao desenvolvimento'/><author><name>Secção portuguesa da Rede cristã AEFJN</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16975863732410955901</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TJmdZyCJWVI/AAAAAAAAAOU/Jb4-3fNiH8E/s72-c/Turkson.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8774303889241340757.post-5455126146511563550</id><published>2010-09-20T22:44:00.000-07:00</published><updated>2010-09-24T01:30:06.817-07:00</updated><title type='text'>Convite</title><content type='html'>&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 319px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5519239921690617362" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TJhHd3KGJhI/AAAAAAAAAOM/u2zNjp8gaYA/s400/8_metas.png" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#000099;"&gt;Encontro de avaliação da Cimeira da ONU&lt;br /&gt;sobre o futuro de ODM 2015&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#000099;"&gt;27 de Setembro de 2010, 15 h&lt;br /&gt;Seminário do Verbo Divino&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AVALIAÇÃO&lt;br /&gt;Prof. Mónica Ferro, Inst. Superior de Ciências Sociais e Políticas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PAINEL E DEBATE&lt;br /&gt;D. Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas e membro da Comissão Episcopal da Pastoral Social&lt;br /&gt;Dr. Eugénio Fonseca, Caritas Portuguesa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rua S. Tomás de Aquino, 15 1600-203 Lisboa&lt;br /&gt;(Carris: nº 701 e 738 e Metro Laranjeiras ou Cidade Universitária (10 minutos a pé) &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;Inscrição gratuita para &lt;a href="mailto:aefjnportugal@gmail.com"&gt;aefjnportugal@gmail.com&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Antena AEFJN Portugal; Comissão Episcopal da Pastoral Social; Comissão Nacional de Justiça e Paz, CIRP-JPIC, Caritas Portuguesa, Desafio Miqueias&lt;/em&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8774303889241340757-5455126146511563550?l=aefjnportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/feeds/5455126146511563550/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/09/convite.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/5455126146511563550'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/5455126146511563550'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/09/convite.html' title='Convite'/><author><name>Secção portuguesa da Rede cristã AEFJN</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16975863732410955901</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TJhHd3KGJhI/AAAAAAAAAOM/u2zNjp8gaYA/s72-c/8_metas.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8774303889241340757.post-8805518197233752507</id><published>2010-09-20T03:22:00.000-07:00</published><updated>2010-09-20T03:27:01.395-07:00</updated><title type='text'>Cimeira da ONU sobre os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TJc26g_DuAI/AAAAAAAAAOE/ekO7v_OYeV8/s1600/MDGs_banner_pt.png"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 160px; FLOAT: right; HEIGHT: 59px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5518940247280564226" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TJc26g_DuAI/AAAAAAAAAOE/ekO7v_OYeV8/s400/MDGs_banner_pt.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Dirigentes mundiais reunem-se em Nova Iorque, de 20 a 22 de Setembro,&lt;br /&gt;para promover avanços na luta contra a pobreza&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;“&lt;em&gt;Nao podemos desiludir os milhares de milhões de pessoas que esperam que a comunidade internacional cumpra a promessa da Declaração do Milénio por um mundo melhor&lt;/em&gt;”.&lt;br /&gt;- Ban Ki-moon, Secretário-Geral das Nações Unidas&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O QUÊ&lt;br /&gt;Quando faltam apenas cinco anos para 2015, o prazo fixado para a realização dos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM), a Cimeira – designada oficialmente Reunião Plenária de Alto Nível da Assembleia Geral – reunirá os dirigentes mundiais para avaliar os avanços, identificar os atrasos e assumir o compromisso de lançar um plano de acção concreto para realizar os ODM e os objectivos de desenvolvimento acordados a nível internacional. Também se espera que os responsáveis da sociedade civil, de fundações e de empresas anunciem novas iniciativas destinadas a acelerar os progressos. Além das declarações dos dirigentes mundiais e de mesas-redondas sobre temas cruciais, deverão ter lugar vários eventos paralelos de alto nível, centrados em iniciativas concretas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;PORQUÊ&lt;br /&gt;Há dez anos, na Cimeira do Milénio de Setembro de 2000, a comunidade internacional uniu-se em torno de um esforço de quinze anos para lutar contra a pobreza, a fome e as doenças. Alguns países alcançaram êxitos importantes em matéria de redução da pobreza, da melhoria da escolarização e da saúde das crianças, do alargamento do acesso à água limpa e da luta contra a malária, a tuberculose e a SIDA, mas os progressos foram desiguais e, sem esforços adicionais, é provável que inúmeros países não alcancem vários ODM.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;QUEM&lt;br /&gt;Os Chefes de Estado e de Governo, aos quais se juntarão os líderes de grupos de defensores dos direitos dos cidadãos, fundações e sector privado. Serão proferidos discursos de abertura por Ban Ki-moon, Secretário-Geral da ONU, e pelos Presidentes Ali Abdussalam Treki (da Líbia, Presidente da 64ª. Sessão) e Joseph Deiss (da Suíça, Presidente designado da 65ª. Sessão).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;QUANDO&lt;br /&gt;De 20 a 22 de Setembro, imediatamente antes do debate anual de alto nível da Assembleia Geral da ONU.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;ONDE&lt;br /&gt;Sede das Nações Unidas em Nova Iorque&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Calendário – Alguns relatórios e eventos, de interesse para os meios de comunicação social:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;4 de Março – O Presidente da Assembleia Geral inicia as consultas junto dos governos para preparar a Cimeira sobre os ODM. Os Representantes Permanentes da Dinamarca e do Senegal actuarão como facilitadores das deliberações, tendo em vista um plano de acção concreto a adoptar na Cimeira.&lt;br /&gt;16 de Março – O Secretário-Geral apresenta aos governos e aos meios de comunicação social o seu relatório exaustivo sobre a Cimeira, intitulado Keeping the Promise*. O relatório analisa os avanços e os atrasos, as lições aprendidas e as recomendações sobre a adopção de medidas concretas (O Statistical Annex ao relatório do Secretário-Geral estará disponível em Abril).&lt;br /&gt;Abril – Publicação, pelo Banco Mundial, dos World Development Indicators e do Global Monitoring Report, que se centram nos progressos e recomendações de políticas sobre os ODM, em conjugação com as reuniões organizadas pelo Banco Mundial em Washington, DC.&lt;br /&gt;Abril-Junho – Serão publicados cerca de 30 relatórios nacionais sobre os ODM, em cooperação com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Em Junho, um relatório de síntese analisará as lições aprendidas.&lt;br /&gt;7-9 de Junho – A conferência internacional Women Deliver incidirá sobre a saúde reprodutiva e materna, o objectivo em relação ao qual se registaram menores avanços (Washington, DC). Na mesma altura, Countdown to 2015 – uma iniciativa em participam a OMS, a UNICEF, o UNFPA, o Banco Mundial e outros – lançará um relatório para acompanhar os progressos no domínio da saúde infantil e materna (ODM 4 e 5).&lt;br /&gt;14-15 de Junho - A Assembleia Geral organizará, durante dois dias, audiências interactivas informais com ONG, a sociedade civil e o sector privado, no quadro dos preparativos para a Cimeira sobre os ODM.&lt;br /&gt;Fim de Junho – O Millennum Development Goals Report 2010* divulgará os progressos mais recentes com base em dados estatísticos fornecidos por mais de 20 organismos da ONU e internacionais, sobre cada Objectivo, a nível internacional e por região.&lt;br /&gt;Além disso, o PNUD preparará uma avaliação internacional do que é necessário para alcançar os ODM, para a Cimeira do G8, e a Campanha do Milénio e o Overseas Development Instituto publicarão uma ficha de avaliação de progressos no domínio dos ODM, por país.&lt;br /&gt;24-25 de Junho – A Cimeira dos Dirigentes do Pacto Mundial (UN Global Compact Leaders Summit) reunirá os executivos de empresas em Nova Iorque, para avaliar como o sector privado pode contribuir para a realização dos ODM.&lt;br /&gt;28 de Junho – 2 de Julho - Os ministros dos governos reunir-se-ão no Conselho Económico e Social das Nações Unidas (ECOSOC) para analisar como avançar no domínio da igualdade de género e do empoderamento das mulheres (Objectivo 3) e avaliar como melhorar a cooperação e a ajuda ao desenvolvimento.&lt;br /&gt;Meados de Setembro – O Report on the MDG Gap Task Force* (Relatório sobre os Atrasos na Realização dos ODM) apresentará os seus dados e recomendações sobre o cumprimento dos compromissos internacionais em matéria de ajuda, comércio, redução da dívida e outros elementos da parceria para o desenvolvimento pedida no oitavo Objectivo de Desenvolvimento do Milénio. A UNICEF lançará o seu relatório anual Progress for Children, que dará ênfase aos ODM.&lt;br /&gt;17-19 de Setembro – Ampla mobilização da sociedade civil, nomeadamente através da iniciativa “Levanta-te e Actua contra a Pobreza”.&lt;br /&gt;* indica os relatórios oficiais destinados à Reunião Plenária de Alto Nível da Assembleia Geral sobre os ODM.&lt;br /&gt;Para obter uma lista de contactos da equipa de comunicação do sistema da ONU. um calendário minucioso e mais informações, consulte o sítio Web www.un.org/millenniumgoals&lt;br /&gt;Departamento de Informação Pública da ONU:&lt;br /&gt;Martina Donlon, + 1 212 963 6816, donlon@un.org&lt;br /&gt;Pragati Pascale, + 1 212 963 6870, pascale@un.org&lt;br /&gt;Lyndon Haviland, + 1 860 575 7691, haviland@un.org&lt;br /&gt;Para os meios de comunicação social – não é um documento oficial&lt;br /&gt;Publicado pelo Departamento de Informação Pública da ONU a 10/03/2010&lt;br /&gt;http://www.unric.org/pt/actualidade/27911-cimeira-da-onu-sobre-os-objectivos-de-desenvolvimento-do-milenio &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8774303889241340757-8805518197233752507?l=aefjnportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/feeds/8805518197233752507/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/09/cimeira-da-onu-sobre-os-objectivos-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/8805518197233752507'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/8805518197233752507'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/09/cimeira-da-onu-sobre-os-objectivos-de.html' title='Cimeira da ONU sobre os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio'/><author><name>Secção portuguesa da Rede cristã AEFJN</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16975863732410955901</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TJc26g_DuAI/AAAAAAAAAOE/ekO7v_OYeV8/s72-c/MDGs_banner_pt.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8774303889241340757.post-8393735353943395713</id><published>2010-09-04T03:30:00.000-07:00</published><updated>2010-09-04T03:35:07.145-07:00</updated><title type='text'>Petição Contra a Pobreza e pelos ODM (Urgente)</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TIIgyeVtIRI/AAAAAAAAAN8/qRd8R77O33s/s1600/odm1.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 278px; FLOAT: right; HEIGHT: 270px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5513004945364558098" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TIIgyeVtIRI/AAAAAAAAAN8/qRd8R77O33s/s400/odm1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;No Dia Internacional da Solidariedade, reflectimos sobre a importância dos pequenos passos que podemos tomar para mudar o mundo! Lançamos uma petição para pedir aos nossos governantes que na reunião das Nações Unidas liderem um forte ataque para que se cumpram os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.peticaopublica.com/?pi=Pobreza0"&gt;http://www.peticaopublica.com/?pi=Pobreza0&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temos até 20 de Setembro para Sensibilizar o Governo Português para que seja líder e assuma de vez os seus compromissos na Assembleia das Nações Unidas sobre os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Precisamos da tua cumplicidade!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Subscreve a petição e divulga-a pelos teus contactos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obrigado,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--&lt;br /&gt;Bruno G. M. Neto&lt;br /&gt;Coordenador de Programa&lt;br /&gt;Pobreza Zero - GCAP Portugal&lt;br /&gt;* * * * *&lt;br /&gt;Rua Visconde Moreira de Rey, n.º 37&lt;br /&gt;2790-447 Queijas&lt;br /&gt;Phone (direct): 00351 218823638 &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8774303889241340757-8393735353943395713?l=aefjnportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/feeds/8393735353943395713/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/09/peticao-contra-pobreza-e-pelos-odm.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/8393735353943395713'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/8393735353943395713'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/09/peticao-contra-pobreza-e-pelos-odm.html' title='Petição Contra a Pobreza e pelos ODM (Urgente)'/><author><name>Secção portuguesa da Rede cristã AEFJN</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16975863732410955901</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TIIgyeVtIRI/AAAAAAAAAN8/qRd8R77O33s/s72-c/odm1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8774303889241340757.post-4605606451586160108</id><published>2010-09-02T00:33:00.000-07:00</published><updated>2010-09-02T00:35:56.676-07:00</updated><title type='text'>101 dias de oração pela paz no Sudão</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TH9TrUss_7I/AAAAAAAAAN0/XbZtssq0S-8/s1600/vela-e-reflexo800.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; FLOAT: right; HEIGHT: 120px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5512216472680464306" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TH9TrUss_7I/AAAAAAAAAN0/XbZtssq0S-8/s400/vela-e-reflexo800.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;Para preparar o referendo de 9 de Janeiro sobre a divisão do país&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;RUMBEK, terça-feira, 17 de agosto de 2010 (&lt;a href="http://www.zenit.org/"&gt;ZENIT.org&lt;/a&gt;) – A diocese católica sudanesa de Rumbek, no sul do país, realiza uma série de iniciativas pela paz – os chamados "101 dias de oração pela paz" – antes do referendo do próximo 9 de Janeiro, em que se decidirá sobre a independência do sul do Sudão.&lt;br /&gt;Segundo informa a agência africana CISA, esta iniciativa de oração tem como objectivo “unir as diferentes comunidades do sul do Sudão para rezar por um referendo justo, limpo e pacífico”, em consonância com a mensagem dos bispos do Sudão do último dia 22 de Julho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naquela ocasião, após uma reunião em Juba, capital administrativa da região autónoma do sul, os bispos convidaram todo o país a um forte compromisso para que o processo de consulta possa-se realizar de “forma transparente e frutífera”, para contribuir ao bem comum do país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre actos a se celebrarem, destaca-se uma Eucaristia pela Paz, a 19 de Setembro, e um Rosário Mútuo a 7 de Outubro. Outros momentos de destaque serão a festa de Cristo Rei, a 21 de Novembro, uma jornada de adoração e jejum a 3 de Dezembro e o Dia Mundial da Paz (1º de janeiro).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta iniciativa responde ao apelo dos bispos aos católicos sudaneses para estarem constantemente presentes “no trabalho de construção da paz e de reconciliação, em colaboração com as outras partes e juntamente com a Doutrina Social da Igreja”. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8774303889241340757-4605606451586160108?l=aefjnportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/feeds/4605606451586160108/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/09/101-dias-de-oracao-pela-paz-no-sudao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/4605606451586160108'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/4605606451586160108'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/09/101-dias-de-oracao-pela-paz-no-sudao.html' title='101 dias de oração pela paz no Sudão'/><author><name>Secção portuguesa da Rede cristã AEFJN</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16975863732410955901</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TH9TrUss_7I/AAAAAAAAAN0/XbZtssq0S-8/s72-c/vela-e-reflexo800.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8774303889241340757.post-71950134327549574</id><published>2010-09-01T09:53:00.000-07:00</published><updated>2010-09-01T09:56:28.269-07:00</updated><title type='text'>Referendo no Sudão: possíveis cenários</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TH6FihlvAEI/AAAAAAAAANs/kyjmbrJXaNI/s1600/dhpilogo.bmp"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 86px; FLOAT: right; HEIGHT: 125px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5511989822126751810" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TH6FihlvAEI/AAAAAAAAANs/kyjmbrJXaNI/s400/dhpilogo.bmp" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Ashworth (DHPI): “Com a secessão, a vida da Igreja do Norte será mais difícil"&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Por Mariaelena Finessi&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;ROMA, terça-feira, 17 de Agosto de 2010 (&lt;a href="http://www.zenit.org/"&gt;ZENIT.org&lt;/a&gt;) - Os bispos católicos do Sudão reuniram-se em Juba, de 15 a 22 de Julho, numa sessão plenária extraordinária, para reflectir sobre o próximo referendo previsto para o dia 9 de Janeiro de 2011.&lt;br /&gt;No final desta reunião, os prelados divulgaram uma mensagem de "esperança e um convite à acção". A mensagem dirigi-se aos líderes sudaneses e "às pessoas de boa vontade".&lt;br /&gt;Na redacção do documento, os bispos foram ajudados pelo Denis Hurley Peace Institute, nascido do Departamento "Justiça e Paz" da Conferência Episcopal da África do Sul, cuja missão é auxiliar na formação de líderes católicos com capacidade de actuar também nos processos de paz de outros países africanos.&lt;br /&gt;No Sudão, maior Estado do continente africano, as igrejas, não somente a católica, começaram a desenvolver cursos e seminários para garantir à população do Sul toda a informação sobre o referendo.&lt;br /&gt;"Este é um momento histórico - afirmam os bispos na sua mensagem. O Sudão já não voltará a ser o mesmo. Depois de séculos de opressão e exploração, após décadas de guerra e de violência (...), agora, cinco anos depois do Comprehensive Peace Agreement (CPA), chegou o momento de nos movermos e nos prepararmos para a mudança."&lt;br /&gt;O CPA foi aprovado pelo Norte e pelo Sul do Sudão depois de um sangrento conflito sobre a pertença étnica, a religião e o acesso aos recursos naturais, entre eles o ouro, o algodão e o petróleo. O acordo possibilita aos povos do Sul o direito de escolher se vão continuar a fazer parte de um Sudão unido ou se optam pela independência.&lt;br /&gt;John Ashworth, actual presidente do Denis Hurley Peace Institute, explica nesta entrevista à &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;ZENIT a actual situação política, social e religiosa do país e os possíveis cenários depois do referendo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;ZENIT: Poderia explicar-nos em que consiste o Comprehensive Peace Agreement (CPA)?&lt;br /&gt;John Ashworth: Na verdade, trata-se de um documento de forma alguma "compreensivo", porque trata apenas dum dos conflitos no Sudão (por exemplo, não aborda a questão de Darfur). Afecta somente duas das partes em guerra, excluindo todos os demais partidos políticos e as facções militares, assim como a própria sociedade civil. Não é nem sequer um documento que fala da "paz"; é simplesmente um cessar-fogo que prevê um roteiro que deveria conduzir à paz.&lt;br /&gt;Naturalmente, fazendo passar o conflito do nível militar ao político, deu-se um grande passo adiante, mas com todo o conflito. Finalmente, nem sequer se pode falar de um "acordo": foi assinado em 2005 por Cartum somente após uma intensa pressão diplomática. Em outros termos, os sudaneses do sul concebem o CPA quase exclusivamente como uma preparação para o referendo de 2011.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;ZENIT: Qual é a situação religiosa no Sudão?&lt;br /&gt;John Ashworth: No dia a dia, cristãos, muçulmanos e seguidores de religiões tradicionais africanas vivem uns ao lado dos outros sem problemas. Contudo, o governo do Sudão é um regime islâmico, ou melhor, é uma ditadura militar (recentemente "legitimada" por eleições que, para a maior parte das pessoas, não foram livres e justas), e os sucessivos governos do Norte começaram uma política de islamização que prejudicou os não-muçulmanos.&lt;br /&gt;Todos os dados estatísticos no Sudão são suspeitos, mas a divisão religiosa é provavelmente esta: 60% muçulmanos, 40% não-muçulmanos. Os seguidores da religião tradicional africana são ainda uma minoria consistente entre os não-muçulmanos. Entre os cristãos, os católicos, anglicanos (Igreja Episcopal) e os presbiterianos são os 3 maiores grupos, com uma série de pequenas igrejas evangélicas independentes e algumas igrejas orientais que, todas juntas, sempre trabalharam bem. A Igreja Católica é, além disso, um dos membros fundadores do Conselho das Igrejas do Sudão.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;ZENIT: Unidade ou secessão: que significado tem para as pessoas e para os políticos? Um referendo pode resolver os problemas humanitários e económicos do país?&lt;br /&gt;John Ashworth: As causas profundas dos conflitos no Sudão geralmente são consideradas identitárias e ligadas à dinâmica centro-periferia. O Sudão é uma sociedade multicultural, multiétnica, multilingue e multirreligiosa, mas, na prática, uma só identidade, a árabe-islâmica, foi imposta a todos, tentando assimilar os demais e torná-los ao mesmo tempo cidadãos de segunda classe. Isso foi feito por todos os governos do Norte, não só pelo actual regime islâmico.&lt;br /&gt;O Governo do Sudão, incluindo o acesso ao poder e aos recursos, está, no entanto, fortemente centralizado, sendo as áreas periféricas marginalizadas. Além disso, o petróleo converteu-se num factor importante nos conflitos, ainda que não seja uma de suas causas primárias. Estes problemas nunca foram resolvidos por um Sudão unido, e é por isso que o povo do Sul considera que a única solução é a secessão.&lt;br /&gt;Em um Estado próprio independente, o Sul não deverá enfrentar a islamização e a arabização, nem a marginalização do poder, e terá a maior parte do petróleo em seu próprio território. Na verdade, porém, o Sul já está funcionando como um verdadeiro e autêntico Estado, de maneira que a secessão não suporia uma mudança importante. Espera-se que os progressos continuem e que algumas fraquezas do governo possam ser discutidas. As igrejas estão preparando um programa de diálogo, para que ajude também nisso.&lt;br /&gt;Com relação ao Norte, este depende do petróleo do Sul, mas é provável que se possa negociar uma solução conciliadora que lhes permitir continuar a receber provisões dos recursos petrolíferos. Por outro lado, o Sul precisa do gasoduto do Norte para exportar seu petróleo e não quer um vizinho instável e o falido. Como esquecer o conflito do Darfur? Este conflito está destinado a continuar, visto que ainda não há soluções em discussão.&lt;br /&gt;Finalmente, se acontecer a secessão, a vida será provavelmente mais difícil para a Igreja no Norte, pois esta continuará vivendo, ainda que já esteja acostumada, sob um regime islâmico opressor.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;ZENIT: As igrejas da África estão a mobilizar-se para que o Sul não se desentenda do referendo. O que espera a conferência episcopal do Sudão? Você se consideraria neutro diante do resultado das urnas?&lt;br /&gt;John Ashworth: Como Igreja, os bispos se atêm à sua última declaração, com a qual analisam a situação do país, explicando alguns dos prós e contras que comportariam inevitavelmente tanto o voto pela unidade como o voto pela secessão; então, exortam as pessoas a escolher seu destino. Como cidadãos particulares, no entanto, cada bispo tem sua própria opinião e já sabe como votará nesse dia. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8774303889241340757-71950134327549574?l=aefjnportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/feeds/71950134327549574/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/09/referendo-no-sudao-possiveis-cenarios.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/71950134327549574'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/71950134327549574'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/09/referendo-no-sudao-possiveis-cenarios.html' title='Referendo no Sudão: possíveis cenários'/><author><name>Secção portuguesa da Rede cristã AEFJN</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16975863732410955901</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TH6FihlvAEI/AAAAAAAAANs/kyjmbrJXaNI/s72-c/dhpilogo.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8774303889241340757.post-2327625705994183319</id><published>2010-08-01T22:48:00.000-07:00</published><updated>2010-08-01T22:51:55.075-07:00</updated><title type='text'>O Evangelho é solidariedade</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TFZc23P8hyI/AAAAAAAAANc/wLECI-G15Xc/s1600/cardinal15.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 300px; FLOAT: right; HEIGHT: 201px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5500686092493162274" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TFZc23P8hyI/AAAAAAAAANc/wLECI-G15Xc/s320/cardinal15.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;Entrevista com o arcebispo de Tegucigalpa e presidente da Cáritas Internacional&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;QUERÉTARO, domingo, 1º de agosto de 2010 (&lt;a href="http://www.zenite.org/"&gt;ZENIT.org&lt;/a&gt;-El Observador) – Nesta entrevista, o cardeal Oscar Andrés Rodríguez Maradiaga, arcebispo de Tegucigalpa e presidente da Cáritas Internacional, compartilha com os leitores de &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;ZENIT-El Observador uma série de reflexões sobre a instituição de ajuda católica que ele preside, a justiça e o documento emitido pela Conferência Geral do Episcopado da América Latina e do Caribe, realizada em Aparecida em 2007.&lt;br /&gt;ZENIT: Caridade e globalização são compatíveis?&lt;br /&gt;Cardeal Maradiaga: Não só compatíveis, mas a caridade tem de globalizar-se. Cristo nos deixou o amor ao próximo; João Paulo nos dizia que em um mundo onde só se globaliza a economia, é preciso globalizar a solidariedade e a maior demonstração de solidariedade é o amor.&lt;br /&gt;ZENIT: Qual é a responsabilidade dos países desenvolvidos com relação aos subdesenvolvidos?&lt;br /&gt;Cardeal Maradiaga: É a corresponsabilidade; isso deve ser um caminho de duas vias, dos países desenvolvidos aos subdesenvolvidos e vice-versa. Não se trata somente de ajudas humanitárias, como são chamadas por temor a dizer a palavra caridade; este conceito parece estar sendo desvalorizado. Nada mais distorcido. A primeira coisa que Bento XVI nos disse foi “Deus é amor” e não devemos ter complexos de inferioridade ao dar nome às coisas: a caridade é o cume do cristão, é o que de maior existe.&lt;br /&gt;ZENIT: Como se unem as palavras “solidariedade” e “Evangelho”?&lt;br /&gt;Cardeal Maradiaga: Já em si o Evangelho é solidariedade, é Palavra feita carne que vem fazer-se um de nós e se torna Boa Notícia, torna-se Evangelho. O Santo Padre, no primeiro volume sobre Jesus Cristo, dizia que o Reino de Deus não é um lugar, não são coisas; o Reino é uma pessoa, é o Senhor Jesus. Aí está tudo unido: solidariedade, caridade e Cristo.&lt;br /&gt;ZENIT: Qual é a relação entre justiça e meio ambiente?&lt;br /&gt;Cardeal Maradiaga: A campanha que se faz na Cáritas Internacional não é simplesmente ecológica, porque, em nome da ecologia, cai-se no ecologismo, que é uma ideologia a mais, muitas vezes pervertida em panteísmo, que inclusive se converte em anticristianismo. Na Cáritas, falamos de justiça com a criação, justiça com o ambiente. A cúpula de Copenhaga foi, tristemente, um fracasso, porque os grandes do mundo não querem se comprometer em sua responsabilidade com a criação.&lt;br /&gt;Por isso, a Cáritas sustenta que não se trata somente de preocupar-se pelo ambiente; é justiça com a criação. Deus colocou a criação em nossas mãos não para sermos déspotas, nem para sermos abusadores, mas sim administradores. Não podemos herdar um mundo depredado; devemos herdar uma criação convenientemente administrada pela justiça.&lt;br /&gt;ZENIT: Que papel os católicos devem desempenhar para que a justiça e a paz se abracem?&lt;br /&gt;Cardeal Maradiaga: Em primeiro lugar, percebermos que a caridade não se opõe à justiça. O Papa Bento XVI, na primeira encíclica, fala-nos disso. Nos anos 70, quando todas as ideologias olhavam para o socialismo, diziam: “Não se deve dar por caridade o que corresponde por justiça”. Estavam erradas, porque a justiça e a caridade caminham juntas. Quando há justiça, chega a paz; não se pode construir a paz na injustiça; não se pode construir a paz no ódio.&lt;br /&gt;ZENIT: Na sua experiência, os católicos têm consciência da dimensão social da Igreja?&lt;br /&gt;Cardeal Maradiaga: Acho que a consciência existe, mas precisa ser educada. A comunidade cristã deve ser formada no que significa a dimensão social da caridade; é necessária esta instrução, porque as ideologias imperantes no mundo caminham no sentido contrário.&lt;br /&gt;O próprio Santo Padre nos falou do individualismo, tendência contrária ao plano de Deus, que consiste em salvar-nos em comunidade, como Povo de Deus. Isso tem implicações sociais muito grandes; não se pode dizer que se ama a Deus a quem não vemos, se não amamos ao próximo, a quem vemos. Por isso, a Igreja nos deu o Compêndio da Doutrina Social da Igreja, não como um livro a mais, mas como uma matéria pendente na vida de todos os batizados, que devemos interiorizar para praticar.&lt;br /&gt;ZENIT: Como responder àqueles que qualificam as políticas da Cáritas de assistencialistas, entendendo por esta palavra o sentido mais negativo do conceito?&lt;br /&gt;Cardeal Maradiaga: Os que falam de assistencialismo jamais deram sequer um centésimo para servir o próximo; pude comprovar isso: falam e desprezam, mas eles não colaboram. Uma pessoa que sabe o que é amar o próximo e servi-lo ainda que seja com uma pequena esmola, nunca falará de assistencialismo. Que continuem falando de assistencialismo os que nunca assistem sequer a si mesmos.&lt;br /&gt;ZENIT: Qual é o papel do voluntariado dentro da Cáritas?&lt;br /&gt;Cardeal Maradiaga: É central. A Cáritas não poderia existir sem o voluntariado, porque muitos entendem que a Cáritas é simplesmente acudir a emergências; essa é uma das funções, mas a função principal da Cáritas é educar cada cristão nas dimensões sociais do amor; mostrar que a pessoa não pode fechar-se em seu cristianismo de uma maneira individualista. Todos os programas educativos são de prioridade e todas as Cáritas têm programas de formação e de educação para os cristãos; o ideal é que todas as paróquias possam ter também sua pastoral social organizada, na qual a Cáritas participe.&lt;br /&gt;ZENIT: Que características deve ter a Cáritas do século 21?&lt;br /&gt;Cardeal Maradiaga: As mesmas que tem desde o começo, porque a Cáritas é amor e o amor não muda, só cresce. Agora temos de amar mais do que antes, porque nas coisas do dinheiro, quem tem muito dinheiro e dá muito dinheiro não fica sem nada; nas coisas do amor, quem tem muito e dá muito, cada dia tem mais.&lt;br /&gt;O plano de Deus é que, frente à criação, sejamos administradores, frente a Deus sejamos filhos, frente ao próximo sejamos irmãos. O mundo vê Deus como um inimigo, vê o próximo como um adversário, vê a criação com sentido de exploração. Então, isso tem que mudar; devemos ser mais corresponsáveis, mais solidários, mais cheios de amor.&lt;br /&gt;ZENIT: Em Aparecida se falou de uma mudança de época. Como o senhor vê, três anos depois, o convite à missão permanente?&lt;br /&gt;Cardeal Maradiaga: A missão permanente vai caminhando, com diversas velocidades; em alguns lugares se dedicou o primeiro ano a estudar o documento e nesse passo vi progressos em muitas dioceses e também indiferença em outras. Há alguns que ainda não ficaram sabendo de Aparecida.&lt;br /&gt;Eu gostaria de que todos nós sentíssemos essa necessidade de viver isso, porque é um documento precioso, nele vemos uma inspiração do Senhor. Já se fez um lançamento oficial da Missão Continental, que será um processo. Em alguns lugares, vai dando bons frutos e um deles é a corresponsabilidade entre as dioceses; não podemos pensar na diocese como algo rígido, onde ninguém pode se mover; as fronteiras do amor não são barreiras. Há mais consciência em nosso continente quanto a essa corresponsabilidade.&lt;br /&gt;O projeto descansará basicamente no zelo pastoral dos bispos e dos sacerdotes, porque os leigos estão dispostos. Mas precisamos de que os pastores estejam repletos do coração de São Paulo: “Ai de mim se não evangelizar”.&lt;br /&gt;ZENIT: Há um tema importante: a conversão pastoral...&lt;br /&gt;Cardeal Maradiaga: Para mim, é uma das coisas geniais de Aparecida, porque coloca o dedo na ferida. Depois do Vaticano II, pegamos algumas coisas e permanecemos fazendo mais das mesmas coisas. Mas o Espírito Santo não trabalha assim. A primeira coisa que o Espírito Santo faz é desinstalar-nos; um sacerdote, em uma paróquia, fazendo mais da mesma coisa termina fazendo nada, porque esta mudança de época está nos pedindo coisas diferentes.&lt;br /&gt;Aparecida enfatiza a formação na fé, ou seja, a catequese; nela encontramos uma das lacunas na pastoral. Em minhas paróquias, perguntei: “Como está a educação na fé?” E respondem: “O que é isso?”; outros dizem: “Não temos colégios católicos”.&lt;br /&gt;Segundo a Igreja, o pároco é o primeiro responsável pela educação na fé dos seus fiéis e nos diz o diretório da catequese que deve ser a educação progressiva e sistemática da fé; isso não se cumpre; a catequese é esporádica e pré-sacramental; muitas vezes é tão elementar que encontramos catequistas que são pessoas ótimas e de boa vontade, mas dão uma preparação deficiente. Uma das linhas de conversão pastoral é que o pároco deve se sentir como o primeiro responsável pela formação dos seus fiéis. Ainda não há consciência disso.&lt;br /&gt;ZENIT: Em muitos países, a Igreja se converteu em clientelar, não é verdade?&lt;br /&gt;Cardeal Maradiaga: Todo o continente tem essa problemática; estamos esperando que venham a nós e cada vez chegam menos, porque não estão motivados. Já é hora de sair. Devemos levar o Senhor aos seus ambientes; aqui é onde encontramos um dos grandes defeitos da pastoral: não chegamos a evangelizar a política e os políticos, então, quando alguns – que se chamam bons cristãos – entram na política, a primeira coisa de que esquecem é do Evangelho.&lt;br /&gt;Eu fundei uma universidade católica que agora tem 14 mil alunos. Com muitos esforços, fizemos uma faculdade de ciências políticas e ninguém se matriculou, porque não se considera que para ser político se requer formação; todos acreditam que precisam simplesmente saber todas as manhas. A disciplina pendente é formar autênticos políticos.&lt;br /&gt;Não há muitos políticos dispostos a dar a vida pelo Reino mas há muitos que sucumbem frente ao dinheiro fácil. Quando se trata de perpetuar-se no poder, não importa se atropela-se uma constituição. Ainda estamos engatinhando frente à política do bem comum.&lt;br /&gt;(Por Jaime Septién e Omar Arcega) &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8774303889241340757-2327625705994183319?l=aefjnportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/feeds/2327625705994183319/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/08/o-evangelho-e-solidariedade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/2327625705994183319'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/2327625705994183319'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/08/o-evangelho-e-solidariedade.html' title='O Evangelho é solidariedade'/><author><name>Secção portuguesa da Rede cristã AEFJN</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16975863732410955901</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TFZc23P8hyI/AAAAAAAAANc/wLECI-G15Xc/s72-c/cardinal15.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8774303889241340757.post-231663715016548072</id><published>2010-07-29T15:08:00.000-07:00</published><updated>2010-07-29T15:11:23.828-07:00</updated><title type='text'>Sudão: da transição à reconciliação</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TFH8gVyV5GI/AAAAAAAAANU/aykaxyhQujA/s1600/logo-Pordarfur.png"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 202px; FLOAT: right; HEIGHT: 80px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5499454252530394210" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TFH8gVyV5GI/AAAAAAAAANU/aykaxyhQujA/s320/logo-Pordarfur.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;Mensagem dos bispos ao país&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;JUBA, quarta-feira, 28 de julho de 2010 (ZENIT.org) – A Conferência Episcopal do Sudão publicou uma mensagem de esperança e exortação à concórdia nacional, ao término de sua reunião plenária, em Juba.&lt;br /&gt;O Sudão, manchado de sangue por um conflito que durou vinte anos, vive atualmente uma situação política e social de estabilidade precária, após as eleições do mês de abril, que confirmaram no poder o presidente Omar el Bashir e o presidente do Governo autónomo do Sudão do Sul, Salva Kiir, informou nesse domingo o jornal vaticano L’Osservatore Romano.&lt;br /&gt;Em janeiro de 2005, em Nairobi, Quénia, foi firmado um acordo de paz (Comprehensive Peace Agreement) entre o Governo central e o Exército Popular de Liberação do Sudão (SPLA), que reconheceu o Governo autónomo do Sudão do Sul, com a previsão de um referendo para a proclamação de Independência.&lt;br /&gt;Além disso, entre o Governo central e o SPLA, foi acordada a subdivisão dos lucros produzidos pelos ricas jazidas de petróleo no centro-sul do país. O Sudão conta com cerca de quarenta milhões de habitantes, dos quais 80% são muçulmanos e 17%, cristãos.&lt;br /&gt;Agora os olhos do país e dos observadores internacionais apontam outro ponto fundamental até a democratização: o referendo, previsto para janeiro de 2011, que poderia, em caso de resultado positivo, permitir à região autónoma do Sudão do Sul ter sua independência.&lt;br /&gt;Sobre o referendo, os bispos convidam todo o país a um forte compromisso, para que o processo de consulta possa ser realizado “de forma transparente e frutífera”. Os prelados afirmam que a Igreja está constantemente presente “no trabalho de construção da paz e reconciliação, em colaboração com as outras partes e na linha de uma doutrina social da Igreja”.&lt;br /&gt;“Após séculos de opressão e de exploração, após decénios de guerra e violência que marcaram e feriram as vidas de muitas pessoas no sul e no norte do Sudão, sem nenhum respeito pela vida e pela dignidade; agora, a cinco anos da firma do Comprehensive Peace Agreement, alcançamos um ponto a partir do qual a mudança está próxima”, afirmam os bispos.&lt;br /&gt;Qualquer que seja o resultado do referendo, especificam os prelados, as pessoas no poder estão convidadas a mudar suas mentalidades e a se esforçar pela pacífica convivência entre as diversas etnias.&lt;br /&gt;Em especial, afirma-se a necessidade de que as autoridades do norte do Sudão “respeitem a liberdade e os direitos humanos, inclusive a liberdade de religião de todos os cidadãos” e que as autoridades do sul “tutelem os direitos das pessoas de outras regiões”.&lt;br /&gt;Bento XVI, no discurso aos bispos do Sudão, em visita ad limina apostolorum, a 13 de março de 2010, destacou que, “se a paz implica estabelecer raízes profundas, temos de realizar esforços comuns para diminuir os fatores que contribuem com os conflitos, em especial a corrupção, as tensões éticas, a indiferença e o egoísmo.&lt;br /&gt;(Nieves San Martín) &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8774303889241340757-231663715016548072?l=aefjnportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/feeds/231663715016548072/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/07/sudao-da-transicao-reconciliacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/231663715016548072'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/231663715016548072'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/07/sudao-da-transicao-reconciliacao.html' title='Sudão: da transição à reconciliação'/><author><name>Secção portuguesa da Rede cristã AEFJN</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16975863732410955901</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TFH8gVyV5GI/AAAAAAAAANU/aykaxyhQujA/s72-c/logo-Pordarfur.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8774303889241340757.post-6192490555536163999</id><published>2010-07-23T22:44:00.000-07:00</published><updated>2010-07-23T22:47:20.874-07:00</updated><title type='text'>Quénia: ante novo projeto de Constituição, Igreja defende a vida</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TEp-RuYvNtI/AAAAAAAAANM/NSU-taRrpYI/s1600/Kenya-bandeira.png"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; FLOAT: right; HEIGHT: 213px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5497345138133776082" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TEp-RuYvNtI/AAAAAAAAANM/NSU-taRrpYI/s320/Kenya-bandeira.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;O texto será submetido a referendo dia 4 de Agosto&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Nairóbi, sexta-feira, 23 de Julho de 2010 (&lt;a href="http://www.zenit.org/"&gt;ZENIT.org&lt;/a&gt;) – A Igreja no Quénia continua defendendo a vida e lutando contra o aborto, especialmente diante do referendo sobre a Constituição previsto para 4 de agosto.&lt;br /&gt;A Constituição proposta pode abrir portas para uma legislação mais liberal sobre o aborto, que atualmente é ilegal no país, assim como o reconhecimento de tribunais muçulmanos.&lt;br /&gt;Nesse contexto, a Comissão Justiça e Paz organizou o encontro “O aborto e seus efeitos”, para informar sobre o projeto de Constituição e a postura da Igreja, no dia 11 de julho, na basílica da Sagrada Família de Nairóbi, segundo informações da agência CISA.&lt;br /&gt;No encontro, o ginecologista Ngatia Njogu, do Kanyatta National Hospital, destacou a necessidade de que a Igreja mostre sua preocupação pelas questões relativas à vida humana.&lt;br /&gt;No encontro, o professor Kihumbu Thairu, vice-chanceler da Universidade PCEA, também convidou a Igreja a continuar promovendo sua preocupação pelas questões relativas às implicações morais do projeto de Constituição para o povo do Quénia.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Governo americano&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Três membros republicanos do Congresso dos Estados Unidos acusaram o governo Obama de utilizar dinheiro destinado à educação cívica no Quénia para apoiar o projeto de Constituição.&lt;br /&gt;Segundo informou a agência Associated Press, uma investigação sobre os fundos de apoio do governo americano à reforma constitucional do Quénia mostram diversas subvenções de apoio ao “sim” na campanha do referendo.&lt;br /&gt;A embaixada dos Estados Unidos no Quénia anunciou na sexta-feira que essas subvenções, precisamente nove, foram suspensas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8774303889241340757-6192490555536163999?l=aefjnportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/feeds/6192490555536163999/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/07/quenia-ante-novo-projeto-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/6192490555536163999'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/6192490555536163999'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/07/quenia-ante-novo-projeto-de.html' title='Quénia: ante novo projeto de Constituição, Igreja defende a vida'/><author><name>Secção portuguesa da Rede cristã AEFJN</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16975863732410955901</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TEp-RuYvNtI/AAAAAAAAANM/NSU-taRrpYI/s72-c/Kenya-bandeira.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8774303889241340757.post-6890677399556485636</id><published>2010-07-21T23:12:00.000-07:00</published><updated>2010-07-21T23:15:36.601-07:00</updated><title type='text'>Festival Jota solidário com Darfur</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TEfh9wR4S1I/AAAAAAAAANE/jyuSHm3OzHs/s1600/Fest-Jota.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; FLOAT: right; HEIGHT: 213px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5496610321277143890" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TEfh9wR4S1I/AAAAAAAAANE/jyuSHm3OzHs/s320/Fest-Jota.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;“Beat for Peace” transmitido durante festival de Música em Paredes de Coura&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Vídeo reúne participações de bateristas dos Pink Floyd, Police, Radiohead, entre outros&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lisboa, 21 de Julho - A Plataforma portuguesa Por Darfur (&lt;a href="http://www.pordarfur.org/"&gt;http://www.pordarfur.org/&lt;/a&gt;) associa-se ao Festival Jota de Paredes de Coura numa acção de sensibilização para o drama da população desta região sudanesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No recinto do Festival será exibido nos dias 23, 24 e 25 de Julho o vídeo "Uma batida pela paz" numa iniciativa da Plataforma por Darfur.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O vídeo, “Uma batida pela paz” (&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=jKH_u8zIMxI"&gt;www.youtube.com/watch?v=jKH_u8zIMxI&lt;/a&gt;), integra-se na campanha internacional “Sudão 365" e conta com a participação dos bateristas Caroline Corr (The Corrs), Nick Mason (Pink Floyd), Stewart Copeland (Police), Phil Selway (Radiohead), Richard Jupp (Elbow) e Jonny Quinn (Snow Patrol).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O objectivo da campanha é mobilizar a comunidade internacional, nos próximos meses, e despertar os actores políticos e sociais para a pressão pela manutenção da paz no Sudão e a criação dum clima livre para o referendo sobre a possível independência do Sul, onde está localizado o Darfur.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Darfur e o Sudão em geral, vivem este ano uma etapa decisiva. Após as eleições do mês de Abril que reconduziram o actual Presidente da República, Omar al-Basir, o Sudão prepara-se para a realização dum referendo no Sul do país, em Janeiro de 2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O acordo de paz selado em 2005, que pôs fim a uma guerra civil que durou 22 anos e vitimou mais de 2 milhões de pessoas, previa um referendo. Porém, o aumento da tensão na região, com conflitos tribais que causaram centenas de mortes, tem levado a comunidade internacional a temer a existência de fraudes e mesmo o eclodir de uma nova guerra civil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A campanha porDarfur em Portugal é dinamizada, desde 2007, por uma plataforma constituída pela Amnistia Internacional Portugal, Associação Mãos Unidas Padre Damião, Comissão Justiça e Paz dos Religiosos, Fundação Ajuda à Igreja que Sofre, Fundação Gonçalo da Silveira, Missionários Combonianos e a Rede Fé e Justiça África-Europa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para mais informações:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;WS/D&amp;amp;E – Rui Carvalho - 912307706 &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8774303889241340757-6890677399556485636?l=aefjnportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/feeds/6890677399556485636/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/07/festival-jota-solidario-com-darfur.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/6890677399556485636'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/6890677399556485636'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/07/festival-jota-solidario-com-darfur.html' title='Festival Jota solidário com Darfur'/><author><name>Secção portuguesa da Rede cristã AEFJN</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16975863732410955901</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TEfh9wR4S1I/AAAAAAAAANE/jyuSHm3OzHs/s72-c/Fest-Jota.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8774303889241340757.post-1241447851709298975</id><published>2010-07-20T23:04:00.000-07:00</published><updated>2010-07-20T23:07:37.394-07:00</updated><title type='text'>África-Itália: cenários migratórios</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TEaOoO0l9eI/AAAAAAAAAM8/bNAIM7naZNU/s1600/Africanos-Migrantes.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; FLOAT: right; HEIGHT: 228px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5496237217076868578" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TEaOoO0l9eI/AAAAAAAAAM8/bNAIM7naZNU/s320/Africanos-Migrantes.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Apresentado em Roma relatório da Cáritas sobre imigração&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Por Chiara Santomiero&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;ROMA, terça-feira, 20 de julho de 2010 (&lt;a href="http://www.zenit.org/"&gt;ZENIT.org&lt;/a&gt;) - A distribuição desigual de riqueza coloca 90% das estruturas produtivas nas mãos de um sexto da população mundial, enquanto quase a metade da população do continente africano é subnutrida.&lt;br /&gt;A região subsaariana, onde se concentra um oitavo da população mundial - mais de 800 milhões de pessoas - dispõe de apenas 2,1% da riqueza mundial, com uma renda per capita cerca de 20 vezes menor que a da União Europeia. A taxa de desemprego juvenil chega a 60%, e a agricultura permanece a atividade principal de cerca de 70% da população economicamente ativa.&lt;br /&gt;Estes são alguns dos dados evidenciados pelo relatório da Cáritas/ Imigrantes "África-Itália: cenários migratórios", apresentado em Roma, em 16 de julho.&lt;br /&gt;Mais de 60 autores contribuíram para a elaboração do texto, publicado com a contribuição do Fundo europeu para a Integração de Cidadãos de Países Terceiros. O relatório aborda a situação atual no continente africano e analisa os fluxos migratórios com a Itália, sintetizando os resultados de estudos conduzidos por diversas instituições de pesquisa italianas e africanas.&lt;br /&gt;A iniciativa se insere no contexto das diretrizes formuladas durante a segunda Assembleia Especial para a África do Sínodo dos Bispos de 2009.&lt;br /&gt;Segundo o texto, "a imigração insere-se nas estratégias de sobrevivência adotadas por indivíduos e nas estratégias de apoio ao crescimento dos países africanos, evidenciando a inconsistência da tese de que ‘bastaria ajudá-los em sua própria casa'". O documento destaca ainda que, em 2009, a Itália destinou "menos de 0,2% de seu PIB para projetos de cooperação e desenvolvimento".&lt;br /&gt;"Dos quase 5 milhões de africanos que vivem na UE - informa o relatório -, cerca de um quinto encontra-se na Itália". Os africanos representavam, em 2009, cerca de 22,4% do total de estrangeiros residindo na Itália.&lt;br /&gt;As mulheres constituem 39,8% do total, mas com notáveis diferenças entre as comunidades de diferentes origens: 21% dos senegaleses, e 73% daqueles provenientes de Cabo Verde.&lt;br /&gt;"De cada 10 imigrantes africanos, 7 são de origem norte-africana e quase cinco provêm de Marrocos", assinala ainda o relatório.&lt;br /&gt;Mais de meio milhão de trabalhadores africanos estão inseridos no sistema produtivo italiano, especialmente nos setores de construção civil, agrícola e pesca, além do trabalho doméstico para as mulheres.&lt;br /&gt;"Somos pessoas que vivem há muito tempo na Itália, e estamos destinados a viver aqui ainda por muitos anos", disse Stephen Stanley Okey Emejuru, do Fórum Intercultural da Cáritas diocesana de Roma, ao intervir durante a apresentação do relatório. "Esta ligação com a Itália exige espaços mais amplos de participação, porque sem participação não há cidadania", declarou.&lt;br /&gt;"Desejamos poder ser ex-imigrantes para nos tornar novos cidadãos, especialmente para nossos filhos, nascidos na Itália e para os quais a Itália é sua terra natal, ainda que sejam de origem africana".&lt;br /&gt;A presença africana na Itália está destinada a crescer. Para 2050, de acordo com as tendências atuais, estima-se uma presença de 12,3 milhões de estrangeiros, dos quais quase 3 milhões serão de origem africana.&lt;br /&gt;"O êxodo dos africanos - adverte o documento da Cáritas - pode representar um fator de sucesso para os indivíduos protagonistas e de esperança para os respectivos países, desde que não se reduza a uma simples fuga de cérebros, e de que a ajuda financeira enviada pelos trabalhadores seja aplicada em iniciativas produtivas".&lt;br /&gt;Nesta perspectiva, "o apoio à integração dos imigrantes africanos, com um quadro claro de direitos e deveres, representará uma contribuição para o crescimento do continente".&lt;br /&gt;"A solidariedade - disse Vittorio Nozza, secretário da Cáritas italiana, no encerramento do evento - não se reduz a uma forma de compaixão; é, ao contrário, assumir a responsabilidade em prol do bem comum".&lt;br /&gt;Os países em desenvolvimento devem ser acolhidos como parceiros, cooprotagonistas de seu futuro e do futuro da humanidade. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8774303889241340757-1241447851709298975?l=aefjnportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/feeds/1241447851709298975/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/07/africa-italia-cenarios-migratorios.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/1241447851709298975'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/1241447851709298975'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/07/africa-italia-cenarios-migratorios.html' title='África-Itália: cenários migratórios'/><author><name>Secção portuguesa da Rede cristã AEFJN</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16975863732410955901</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TEaOoO0l9eI/AAAAAAAAAM8/bNAIM7naZNU/s72-c/Africanos-Migrantes.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8774303889241340757.post-619805036822785449</id><published>2010-07-16T23:05:00.000-07:00</published><updated>2010-07-16T23:07:20.073-07:00</updated><title type='text'>Primeiro congresso mundial de jornalistas católicos na África</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TEFIj4ESACI/AAAAAAAAAM0/G7uvX8rWyhM/s1600/06.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 136px; FLOAT: right; HEIGHT: 149px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5494752801551679522" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TEFIj4ESACI/AAAAAAAAAM0/G7uvX8rWyhM/s400/06.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Convocado pela União Católica Internacional de Imprensa (UCIP)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;GENEBRA, sexta-feira, 16 de Julho de 2010 (ZEN&lt;a href="http://www.zenit.org/"&gt;IT.org&lt;/a&gt;) – A União Católica Internacional de Imprensa (UCIP) anunciou que pela primeira vez realizará seu Congresso Mundial em um país da África. Será em Uagadugú, capital de Burkina Faso, de 12 a 19 de Setembro de 2010, e o seu tema central será “Os Média ao serviço da justiça, paz e boa governabilidade num mundo de desigualdades e pobreza”.&lt;br /&gt;“Esta circunstância permitirá que o Congresso se converta numa ocasião extraordinária para entender a verdadeira vida na África e as suas diferentes realidades, não só de Burkina Faso, mas também de todo o continente”, explicam os seus organizadores.&lt;br /&gt;“Num mundo onde a concentração dos meios de comunicação e o poder estão cada vez mais em poucas mãos, rara vez se tem a oportunidade de alcançar uma compreensão da África pelos próprios africanos”, acrescentam.&lt;br /&gt;O congresso será uma grande oportunidade para que todos os participantes possam se reunir com especialistas e jornalistas que vêm de vários países da África.&lt;br /&gt;No contexto deste Congresso Mundial da UCIP, irá realizar-se também a convenção mundial de jovens jornalistas, que começará a 12 de Setembro de 2010, como momento para que os jovens profissionais da comunicação, menores de 35 anos, possam reunir -se e partilhar as suas inquietudes e projetos.&lt;br /&gt;Durante o congresso mundial realizar-se-á a entrega dos prémios internacionais de Comunicação e Jornalismo aos vencedores nas oito categorias existentes.&lt;br /&gt;Na internet: &lt;a href="http://www.ucip.ch/"&gt;http://www.ucip.ch/&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8774303889241340757-619805036822785449?l=aefjnportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/feeds/619805036822785449/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/07/primeiro-congresso-mundial-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/619805036822785449'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/619805036822785449'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/07/primeiro-congresso-mundial-de.html' title='Primeiro congresso mundial de jornalistas católicos na África'/><author><name>Secção portuguesa da Rede cristã AEFJN</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16975863732410955901</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TEFIj4ESACI/AAAAAAAAAM0/G7uvX8rWyhM/s72-c/06.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8774303889241340757.post-6454323603955294590</id><published>2010-07-11T23:04:00.000-07:00</published><updated>2010-07-11T23:09:16.473-07:00</updated><title type='text'>Sudão: cresce esperança de um futuro de paz</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TDqxgkgNv7I/AAAAAAAAAMs/2efkehENydQ/s1600/d_paride-taban.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 250px; FLOAT: right; HEIGHT: 271px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5492897868644466610" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TDqxgkgNv7I/AAAAAAAAAMs/2efkehENydQ/s320/d_paride-taban.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;ROMA, domingo, 11 de julho de 2010 (&lt;a href="http://www.zenit.org/"&gt;ZENIT.org&lt;/a&gt;) - Segundo o bispo sudanês Dom Paride Taban, o povo de seu país está decidido a desempenhar seu papel no referendo previsto para janeiro de 2011, quando se decidirá sobre uma eventual independência em relação ao Sudão do Norte.&lt;br /&gt;Falando à associação humanitária internacional Ajuda à Igreja que Sofre (AIS), o prelado demonstrou preocupação com a crescente instabilidade no Sudão após as eleições de abril.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dom Taban afirmou que suas esperanças de um futuro de paz ganharam novo fôlego com os recentes comentários feitos por Salva Kiir, presidente do semi-autônomo Sudão do Sul, que disse não acreditar na possibilidade de um retorno à violência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Referindo-se à fase de transição que se seguiu ao acordo de paz de 2005, assinado entre o norte e o sul do país, o bispo comentou que, "mesmo durante este período, as pessoas enfrentaram sérios desafios, mas não houve uma guerra de amplas proporções".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De qualquer forma, Dom Taban reconheceu que tudo dependerá do presidente Bashir respeitar os resultados de referendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Se o que o presidente Bashir diz sobre o resultado do referendo for verdade, então será um bem, mas ainda não sabemos o que ocorrerá", disse o prelado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Deixemos que o povo decida. Não forcemos ninguém, seja numa direção ou outra. Ajudemos as pessoas a serem felizes", acrescentou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Não será fácil, mas devemos aprender a partilhar os recursos de que dispomos - inclusive o petróleo."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O povo do sul pode ser de boa vontade, mas precisa do apoio da comunidade internacional - assinalou. Precisa ser reforçado, caso contrário muitos temerão um retorno à guerra", concluiu. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8774303889241340757-6454323603955294590?l=aefjnportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/feeds/6454323603955294590/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/07/sudao-cresce-esperanca-de-um-futuro-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/6454323603955294590'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/6454323603955294590'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/07/sudao-cresce-esperanca-de-um-futuro-de.html' title='Sudão: cresce esperança de um futuro de paz'/><author><name>Secção portuguesa da Rede cristã AEFJN</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16975863732410955901</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TDqxgkgNv7I/AAAAAAAAAMs/2efkehENydQ/s72-c/d_paride-taban.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8774303889241340757.post-6747843189464944333</id><published>2010-07-07T22:19:00.000-07:00</published><updated>2010-07-07T22:22:20.470-07:00</updated><title type='text'>África Ocidental: 10 milhões de pessoas sofrem com a fome</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TDVggPb00_I/AAAAAAAAAMk/uMjRuCLrEew/s1600/caritas-inter.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 110px; FLOAT: right; HEIGHT: 93px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5491401427663508466" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TDVggPb00_I/AAAAAAAAAMk/uMjRuCLrEew/s320/caritas-inter.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;Cáritas adverte para a emergência; Níger é o mais atingido&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 7 de julho de 2010 (&lt;a href="http://www.zenit.org/"&gt;ZENIT.org&lt;/a&gt;) - A Cáritas Internacional adverte para a tragédia humanitária iminente na região do Sahel, na África ocidental, e pede medidas imediatas por parte da comunidade internacional em resposta à crise alimentar que se agrava a cada dia.&lt;br /&gt;Segundo a organização, ao menos 10 milhões de pessoas na região sofrem com a fome. O Níger é o país mais duramente atingido, com 8 milhões de pessoas em risco, mas a situação é também grave no Chade, em Mali e em Burkina Faso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Níger sofre com uma redução de 50 milhões de dólares nos auxílios externos, o que deixa o país com apenas a metade do montante necessário para enfrentar o problema da fome.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sistema de saúde do país está em colapso, com consequências devastadoras principalmente para as crianças, uma vez que os programas de tratamento da desnutrição são conduzidos pelos centros de saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Estamos diante de uma potencial emergência de sobrevivência das crianças no Níger”, afirmou Raymond Yoro, secretário geral da Cáritas Níger. “378 mil crianças estão sob risco de grave desnutrição aguda, enquanto outras 1,2 milhão estão expostas à desnutrição moderada”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O Níger enfrenta uma carência de alimentos pior que a registrada na última crise de 2005. A lição é a de que atrasos nos auxílios custam vidas. Apesar do alarme lançado em dezembro de 2009, os doadores são muito lentos em disponibilizar os fundos”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Ainda há tempo para se evitar uma tragédia”, advertiu Yoro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Os doadores devem oferecer imediatamente os recursos de que necessitam os governos da região e as agências humanitárias”. Da mesma forma, são necessários “sistemas de advertência prévia e programas de adaptação às mudanças climáticas, a fim de evitar crises futuras”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em maio passado, a Cáritas lançou um apelo para angariar 2,9 milhões de euros necessários para o fornecimento de auxílio alimentar, sementes e financiamento agrícola a 246 mil famílias, além de tratamento especial a 17 mil crianças e gestantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após a crise de 2005, a Caritas Internacional instituiu o Grupo de Trabalho para o Sahel. Uma análise completa de seu plano de ação pode ser consultado em www.caritas.org. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8774303889241340757-6747843189464944333?l=aefjnportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/feeds/6747843189464944333/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/07/africa-ocidental-10-milhoes-de-pessoas.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/6747843189464944333'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/6747843189464944333'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/07/africa-ocidental-10-milhoes-de-pessoas.html' title='África Ocidental: 10 milhões de pessoas sofrem com a fome'/><author><name>Secção portuguesa da Rede cristã AEFJN</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16975863732410955901</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TDVggPb00_I/AAAAAAAAAMk/uMjRuCLrEew/s72-c/caritas-inter.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8774303889241340757.post-6604029347688328871</id><published>2010-07-04T23:10:00.000-07:00</published><updated>2010-07-04T23:15:01.822-07:00</updated><title type='text'>A Pastoral Social da Igreja num mundo adverso</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TDF4UxkGySI/AAAAAAAAAMc/J78kB8Pp5bU/s1600/trafico_pessoas.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 215px; FLOAT: right; HEIGHT: 163px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5490301719038839074" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TDF4UxkGySI/AAAAAAAAAMc/J78kB8Pp5bU/s320/trafico_pessoas.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Vivemos uma cultura centrada no indivíduo, na economia e no poder. O bem social e o transcendente são realidades marginais. Prioritário é produzir poder ou riqueza e consumir. O ideal de vida é a realização profissional e a progressão na carreira. Este objectivo sobrepõe-se, em muitos casos, aos critérios éticos, à ecologia da vida e do planeta, à realização familiar, às relações sociais e à vivência religiosa. O subjectivismo, o relativismo, a corrupção escondida, a injustiça e a mentira são algumas das facetas possíveis da vivência privada da pessoa que podem conviver lado a lado com a vida normal e cumpridora dum cidadão nos aspectos em que é controlado pela pressão social ou por normas jurídicas ou religiosas. Gera-se assim uma vida dupla, com critérios éticos diferentes: quando age em privado, impera a lei do “eu” e de tudo o que lhe convém; quando age controlado por uma autoridade exterior ou teme que venha a ser fiscalizado e descoberto, submete-se às normas da lei do Estado, da Igreja ou da organização onde está integrado. Num mundo globalizado e sem fronteiras, urbanizado e incógnito, tolerante e egoísta, torna-se cada mais difícil a regulação e o controle da transparência de pessoas, empresas e instituições. Daí a corrupção instalada, os cristãos não praticantes ou intermitentes, os escândalos revelados de pecados escondidos de políticos, empresários e cristãos.&lt;br /&gt;A sociedade parece-se a um campo de batalha “civilizada” de indivíduos, empresas, partidos, clubes e igrejas que querem afirmar-se, vencendo os outros em lucros e poder. O emprego e o seu salário são o meio normal de realização, mas no fundo todos sonham ser ricos sem trabalho. Daí haver tantos adeptos dos jogos da sorte e da aparição na vitrina do poder ou dos MCS. A vitória a curto prazo sobrepõe-se à sustentabilidade a longo prazo. A actual crise económico-financeira resulta, principalmente, desta aposta no curto prazo e na ausência de ética nos meios utilizados.&lt;br /&gt;A falta de referência ao transcendente e a dependência do sucesso leva a um grande vazio de sentido e a uma grande solidão. Para preencher este vazio recorre-se ao consumo continuado de produtos, de prazer e do mundo virtual (televisão, internet e droga). Esta vida não satisfaz por isso é preciso criar uma “second live” à medida dos nossos sonhos. É uma busca desesperada para descobrir fora o que não se encontra dentro. A emoção e o êxtase do momento ganham prioridade sobre sustentabilidade e a eternidade da felicidade. O sofrimento, o fracasso e a doença são uma ameaça a este ideal de vida e criam revolta e pânico.&lt;br /&gt;Quem não produz nem tem capacidade para competir torna-se invisível e um peso para a sociedade. As crianças, os desempregados, os idosos, os doentes e os países subdesenvolvidos sentem-se e são marginalizados da engrenagem deste mundo. Assiste-se à diminuição da natalidade porque os filhos são vistos como um encargo. Aumenta o negócio de lares porque os doentes e idosos exigem presença e não há tempo para eles. Em tempos de crise económico-financeira, os países cortam nos apoios sociais e na ajuda aos países mais pobres, porque é preciso salvar o “meu” futuro e o “nosso” mercado.&lt;br /&gt;Onde falta o amor e a abertura a Deus, o homem não compreende a linguagem da comunhão, do bem social, da defesa da vida, da solidariedade, da subsidiariedade, da gratuidade, da justiça e da caridade na verdade. A Doutrina Social da Igreja é uma ilustre desconhecida para uns e vista com suspeita por outros.&lt;br /&gt;A recente visita do Papa a Portugal mostrou um povo acolhedor e com sentimentos cristãos. Bento XVI sentiu-se revigorado e fortalecido no seu ministério, após a campanha mundial que o tentou desacreditar porque quis enfrentar com verdade o problema da pedofilia na Igreja. Os MCS que antes colaboraram na campanha do contra, agora renderam-se à simplicidade e profundidade dum homem de Deus que peregrina a Fátima e visita o seu povo. O Papa deixou-nos uma mensagem densa e profunda. Animou-nos a fazer um verdadeiro encontro com Cristo, sacramento do Amor do Pai por nós. Desafiou-nos a ser uma Igreja missionária, capaz de fermentar a vida social e política e de anunciar a boa nova de Cristo a toda humanidade.&lt;br /&gt;Os bispos portugueses compreenderam esta mensagem e, por isso, na assembleia extraordinária de 17 de Junho aprovaram a Carta Pastoral sobre o rosto missionário da Igreja e o Instrumento de trabalho que orientará o itinerário sinodal da Igreja em Portugal até Novembro de 2011.&lt;br /&gt;Mas as pessoas não se convertem com documentos ou catequeses teóricas. Só o encontro com Cristo vivo poderá levar-nos a viver com horizontes de eternidade, a iniciar um seguimento marcado pela coerência de vida, a abrir-nos à comunhão e à celebração comunitária da fé, a sentir-nos irmãos, a promover a fraternidade entre todos, a comprometer-nos com a justiça e a ecologia. São «os corações os verdadeiros destinatários da actividade missionária do Povo de Deus» . Se evangelizados, podemos testemunhar o Evangelho da esperança em privado ou em público, e animarmos outros a viver o caminho alternativo que nos é proposto por Cristo. Neste sentido há muito que mudar na forma de estar na sociedade, na política e na Igreja para vivermos ao jeito de Jesus, segundo as moções libertadoras do Espírito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;José Augusto Duarte Leitão, svd&lt;br /&gt;Responsável pela Antena AEFJN &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8774303889241340757-6604029347688328871?l=aefjnportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/feeds/6604029347688328871/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/07/pastoral-social-da-igreja-num-mundo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/6604029347688328871'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/6604029347688328871'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/07/pastoral-social-da-igreja-num-mundo.html' title='A Pastoral Social da Igreja num mundo adverso'/><author><name>Secção portuguesa da Rede cristã AEFJN</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16975863732410955901</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TDF4UxkGySI/AAAAAAAAAMc/J78kB8Pp5bU/s72-c/trafico_pessoas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8774303889241340757.post-2946027486509665254</id><published>2010-06-26T10:17:00.000-07:00</published><updated>2010-06-26T10:19:16.269-07:00</updated><title type='text'>Reunião do G8/G20 deve liderar a luta contra crise alimentar</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TCY2jfmai6I/AAAAAAAAAMU/TbkNSkzXRO8/s1600/g20--Canada.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; FLOAT: right; HEIGHT: 229px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5487133179403471778" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TCY2jfmai6I/AAAAAAAAAMU/TbkNSkzXRO8/s320/g20--Canada.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;ROMA, sexta-feira, 25 de junho de 2010 (&lt;a href="http://www.zenit.org/"&gt;ZENIT.org&lt;/a&gt;) – Cáritas Internacional afirma que a reunião dos países do G8/G20 (25 a 27 de junho no Canadá) deverá oferecer uma nova liderança para enfrentar a crescente crise alimentar no mundo.&lt;br /&gt;“Décadas de políticas econômicas e agrícolas desorientadas chegaram a ser algo muito difícil de suportar para os agricultores e pessoas de todo mundo. Registra-se um recorde de milhões de pessoas que sofrem atualmente de fome crônica. Uma em cada sete pessoas não tem comida necessária para uma vida básica”, afirma Cáritas Internacional em comunicado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a organização, “os grupos G8 e G20 devem mudar as políticas de alimentação global, apoiando uma agricultura em pequena escala, sustentável, nos países em vias de desenvolvimento, em lugar da agricultura industrial”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O diretor executivo de Desenvolvimento e Paz de Cáritas Canadá, Machael Casey, disse que “diante da fome em muitas partes do mundo, Cáritas acredita que as políticas agrícolas devam promover o pequeno agricultor e a produção de alimentos local”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Os países do G8 e G20 devem demonstrar a liderança necessária para mudar as desastrosas políticas alimentares do passado. Devem também assumir compromissos de ajuda. Necessitamos de mais ajuda, melhor empregada. Necessitamos também de ver uma ação efetiva a respeito da mudança climática”, acrescentou Casey. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8774303889241340757-2946027486509665254?l=aefjnportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/feeds/2946027486509665254/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/06/reuniao-do-g8g20-deve-liderar-luta.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/2946027486509665254'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/2946027486509665254'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/06/reuniao-do-g8g20-deve-liderar-luta.html' title='Reunião do G8/G20 deve liderar a luta contra crise alimentar'/><author><name>Secção portuguesa da Rede cristã AEFJN</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16975863732410955901</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TCY2jfmai6I/AAAAAAAAAMU/TbkNSkzXRO8/s72-c/g20--Canada.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8774303889241340757.post-8936089297177868642</id><published>2010-06-24T23:42:00.000-07:00</published><updated>2010-06-24T23:44:12.492-07:00</updated><title type='text'>Níger: crise alimentar afeta milhões de pessoas</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TCRQMrqXmOI/AAAAAAAAAMM/REw56wcRFvk/s1600/niger.gif"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 286px; FLOAT: right; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5486598424853190882" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TCRQMrqXmOI/AAAAAAAAAMM/REw56wcRFvk/s320/niger.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;MADRID, quinta-feira, 24 de junho de 2010 (&lt;a href="http://www.zenit.org/"&gt;ZENIT.org)&lt;/a&gt; - A rede internacional de Cáritas deu voz de alerta diante da grave emergência alimentar que é registada novamente na região do Sahel Ocidental, que está à beira de uma tragédia humana devido à grave escassez de alimentos.&lt;br /&gt;Nesta semana, foi estimado que ao menos dez milhões de pessoas passam fome em vários países da África Subsaariana. Embora Níger seja o país mais afetado, com 8 milhões de pessoas em risco, Chade, Mali e Burkina Faso também enfrentam uma grande escassez de alimentos.&lt;br /&gt;Níger dispõe neste momento da metade das reservas necessárias para alimentar a população vítima da escassez. Até agora, foram conseguidos 47 mil toneladas de ajuda alimentar, das 85 mil solicitadas pelas autoridades do país.&lt;br /&gt;Da mesma forma, o sistema gratuito de saúde pública de Níger está quase falido, o que teria consequências devastadoras para as crianças, já que os programas para o tratamento da desnutrição são desenvolvidos por meio de centros de saúde.&lt;br /&gt;Como alertou Raymond Yoro, secretário-geral da Cáritas Níger, "estamos enfrentando uma possível emergência de sobrevivência infantil, já que 378 mil crianças se encontram em grande risco de padecer de desnutrição e 1,2 milhão está em risco de desnutrição moderada".&lt;br /&gt;A Cáritas Internacional destacou que Níger enfrenta uma escassez de alimentos até mesmo mais grave que a vivida durante 2005. Então, recordam os responsáveis da Cáritas, "a lição que aprendemos foi que os atrasos na mobilização da ajuda custam vidas".&lt;br /&gt;Diante desta situação, a Cáritas Internacional redobrou sua petição de ajuda a todas as Cáritas doadoras do mundo, com objetivo de cobrir as necessidades do pedido de emergência lançado no mês passado para coletar os 2,9 milhões de euros necessários para financiar uma operação humanitária urgente em Níger.&lt;br /&gt;Este programa de emergência, ao qual a Cáritas Espanha vai apoiar com 150 mil euros, contempla a distribuição de ajuda alimentar a 1,5 milhão de pessoas especialmente vulneráveis, além do desenvolvimento de projetos de "dinheiro por trabalho" e de distribuição de sementes, assim como planos de atenção prioritária para 17 mil crianças, mulheres grávidas e mães de primeira viagem.&lt;br /&gt;Este programa de emergência vai ser desenvolvido em Tillabery, Agades, Rahoua e Zinder, as regiões de Níger onde o déficit alimentício afeta 35% da população.&lt;br /&gt;A irregularidade das chuvas, as colheitas ruins, o aumento nos preços dos alimentos e a pobreza crónica contribuíram para o aumento da crise alimentícia em 2010. As pessoas estão enfrentando uma severa escassez de alimentos há seis meses. Agora dependem de meios extremos de adaptação, que incluem vender seu gado, comer alimentos silvestres, tirar seus filhos das escolas e abandonar suas casas em busca de alimentos. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8774303889241340757-8936089297177868642?l=aefjnportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/feeds/8936089297177868642/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/06/niger-crise-alimentar-afeta-milhoes-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/8936089297177868642'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/8936089297177868642'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/06/niger-crise-alimentar-afeta-milhoes-de.html' title='Níger: crise alimentar afeta milhões de pessoas'/><author><name>Secção portuguesa da Rede cristã AEFJN</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16975863732410955901</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TCRQMrqXmOI/AAAAAAAAAMM/REw56wcRFvk/s72-c/niger.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8774303889241340757.post-1585551649323550147</id><published>2010-06-23T22:26:00.000-07:00</published><updated>2010-06-23T22:28:32.361-07:00</updated><title type='text'>Sudão: bispo Taban convida a confiar na paz</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TCLs90e04mI/AAAAAAAAAME/YkWcvNjcdeI/s1600/Taban.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 107px; FLOAT: right; HEIGHT: 125px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5486207842894799458" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TCLs90e04mI/AAAAAAAAAME/YkWcvNjcdeI/s320/Taban.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Palavras de alento ante o referendo sobre a independência do sul&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;CARTUM, quarta-feira, 23 de junho de 2010 (&lt;a href="http://www.zenit.org/"&gt;ZENIT.org&lt;/a&gt;) – “O Sudão não retornará à guerra nem hoje nem após o referendo que determinará o futuro dos sudaneses do sul”.&lt;br /&gt;O bispo emérito de Torit, Dom Paride Taban, convidou a população do sul do Sudão a permanecer unida e atuar pela paz em vista do referendo de Janeiro de 2011.&lt;br /&gt;Com esta votação, a população local está convidada a decidir se o sul do Sudão se converte em um estado independente ou permanece unido ao resto do país, informou a agência Fides.&lt;br /&gt;Dom Taban reuniu-se recentemente, acompanhado por alguns sacerdotes, com o novo governador do estado de Equatoria oriental (Sudão meridional), Louis Lobong.&lt;br /&gt;O governador garantiu os esforços de sua administração para colaborar com a Igreja para ajudar a população a superar o difícil momento que está vivendo.&lt;br /&gt;Do sul do Sudão continuam chegando notícias de confronto e proclamações ameaçadoras por parte do líder de uma facção rebelde do SPLA (Sudan’s People Liberation Army), o ex-movimento de guerrilha que, após os acordos de paz de 2005, governa o sul do Sudão.&lt;br /&gt;Outra área de crise é a de Abyei, no limite entre Sudão do norte e do sul, cuja população será chamada a votar num referendo diferente ao do Sudão meridional, para decidir se seu território fará parte da zona setentrional ou da zona meridional do país.&lt;br /&gt;Abyei possui ricos jazidos de petróleo; se pertencer ao Sudão meridional, incrementará o potencial petrolífero do sul, de modo que no caso de independência da zona meridional, o norte perderia a sua mais importante fonte de recursos.&lt;br /&gt;A visão política islâmica do presidente Omar al Bashir vai contra a região semi-autónoma do sul do Sudão, que alguns esperam que possa ser independente.&lt;br /&gt;A Igreja desempenha uma importante função na reconciliação no Sudão após os horrores experimentados nos últimos 25 anos de guerra civil norte-sul, que causou a morte de um milhão e meio de pessoas. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8774303889241340757-1585551649323550147?l=aefjnportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/feeds/1585551649323550147/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/06/sudao-bispo-taban-convida-confiar-na.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/1585551649323550147'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/1585551649323550147'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/06/sudao-bispo-taban-convida-confiar-na.html' title='Sudão: bispo Taban convida a confiar na paz'/><author><name>Secção portuguesa da Rede cristã AEFJN</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16975863732410955901</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TCLs90e04mI/AAAAAAAAAME/YkWcvNjcdeI/s72-c/Taban.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8774303889241340757.post-7940629307334362</id><published>2010-06-16T07:13:00.000-07:00</published><updated>2010-06-16T07:17:44.075-07:00</updated><title type='text'>DIA DA CRIANÇA AFRICANA</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TBjc97MhoAI/AAAAAAAAAL8/DPdp-zBvbEA/s1600/CircleofLove.JPG"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; FLOAT: right; HEIGHT: 220px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5483375502743937026" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TBjc97MhoAI/AAAAAAAAAL8/DPdp-zBvbEA/s320/CircleofLove.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;Este dia estabeleceu-se a partir de uma marcha que teve lugar em 1976, quando milhares de meninos e meninas de raça negra em idade escolar, saíram às ruas de Soweto, África do Sul, para protestar porque a sua educação era de qualidade inferior, e também para exigir o cumprimento do seu direito a receber educação na sua própria língua.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8774303889241340757-7940629307334362?l=aefjnportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/feeds/7940629307334362/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/06/dia-da-crianca-africana.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/7940629307334362'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/7940629307334362'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/06/dia-da-crianca-africana.html' title='DIA DA CRIANÇA AFRICANA'/><author><name>Secção portuguesa da Rede cristã AEFJN</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16975863732410955901</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TBjc97MhoAI/AAAAAAAAAL8/DPdp-zBvbEA/s72-c/CircleofLove.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8774303889241340757.post-3290820779102849811</id><published>2010-06-13T10:26:00.001-07:00</published><updated>2010-06-13T10:29:17.885-07:00</updated><title type='text'>Congo: ex-meninos-soldados necessitam de esperança</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TBUVUoChjBI/AAAAAAAAALs/2c8hQMXc6z8/s1600/crian%C3%A7a_soldado_sudan.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 218px; FLOAT: right; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5482311565483019282" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TBUVUoChjBI/AAAAAAAAALs/2c8hQMXc6z8/s320/crian%C3%A7a_soldado_sudan.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;ROMA, sexta-feira, 11 de junho de 2010 (&lt;a href="http://www.zenit.org/"&gt;ZENIT.org&lt;/a&gt;) – Na República Democrática do Congo, os ex-meninos-soldados necessitam urgentemente de ajuda para superar os traumas de guerra e poderem voltar a viver uma vida normal.&lt;br /&gt;A associação humanitária internacional Ajuda à Igreja que Sofre (AIS) está promovendo uma iniciativa de amplo alcance neste sentido, oferecendo auxílio a mais de mil refugiados que escaparam da milícia rebelde Exército de Resistência do Senhor (Lord's Resistance Army, LRA), com base em Uganda, que, em seus ataques à província de Haut-Uélé, no nordeste do país, destruiu povoados inteiros, sequestrando os meninos e matando de forma indiscriminada.&lt;br /&gt;Segundo o bispo Julien Andavo Mbia, de Isiro-Niangara, responsável por supervisionar os esforços em favor dos refugiados, os meninos sequestrados estão sob sério risco.&lt;br /&gt;“Os meninos são treinados para o combate, enquanto as meninas são obrigadas a se tornar escravas sexuais”, denunciou o prelado.&lt;br /&gt;O programa do bispo Mbia prevê, além do fornecimento de comida e peças de vestuário aos sobreviventes dos ataques, o atendimento médico dos feridos – algumas das vítimas tiveram os lábios e as orelhas arrancados.&lt;br /&gt;Segundo a organização internacional Médicos sem Fronteiras, são comuns os relatos de meninos obrigados a matar os próprios pais.&lt;br /&gt;“É difícil imaginar a crueldade destes meninos, drogados para serem capazes de matar os próprios familiares. Aqueles que oferecem resistência são mortos diante dos demais”, conta Christine du Coudray Wiehe, especialista em África da AIS.&lt;br /&gt;Segundo o missionário comboniano padre Romano Segalini, as crianças e os jovens “estão traumatizados, e muitos deles estão gravemente doentes”.&lt;br /&gt;“Passaram através do inferno, mas agora estão connosco e queremos ajudá-los a encontrar nova esperança”, acrescentou o sacerdote, que presta assistência a 22 ex-meninos-soldados na fronteira com Uganda.&lt;br /&gt;“Muitos deles foram feridos; nos mostraram suas cicatrizes, resultado das violências a que foram submetidos. As meninas foram todas violentadas”, afirmou.&lt;br /&gt;AIS apoia a Igreja nesta região sofrida custeando também a formação de 47 seminaristas junto ao seminário maior de S. Mbaga Tuzine em Murhesa. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8774303889241340757-3290820779102849811?l=aefjnportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/feeds/3290820779102849811/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/06/congo-ex-meninos-soldados-necessitam-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/3290820779102849811'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/3290820779102849811'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/06/congo-ex-meninos-soldados-necessitam-de.html' title='Congo: ex-meninos-soldados necessitam de esperança'/><author><name>Secção portuguesa da Rede cristã AEFJN</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16975863732410955901</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TBUVUoChjBI/AAAAAAAAALs/2c8hQMXc6z8/s72-c/crian%C3%A7a_soldado_sudan.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8774303889241340757.post-3849012335738721184</id><published>2010-06-11T22:57:00.000-07:00</published><updated>2010-06-11T23:03:08.013-07:00</updated><title type='text'>África do Sul: “Mundial de Futebol pela Paz”</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TBMi-d5mmrI/AAAAAAAAALk/u6VjFu2ot6U/s1600/PeaceCup_2010.png"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 194px; FLOAT: right; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5481763628013492914" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TBMi-d5mmrI/AAAAAAAAALk/u6VjFu2ot6U/s320/PeaceCup_2010.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;PRETÓRIA, sexta-feira, 11 de junho de 2010 (&lt;a href="http://www.zenit.org/"&gt;ZENIT.org&lt;/a&gt;).- Cáritas Internacional e Damietta Peace Initiative dos Religiosos Franciscanos organizaram na África do Sul, entre as comunidades mais pobres do país, a Copa de Futebol pela Paz, um campeonato alternativo que acontecerá de forma simultânea ao Mundial de Futebol.&lt;br /&gt;Esta iniciativa conjunta de caráter interconfessional - informa a Conferência Episcopal Católica da África do Sul -, que acontecerá na localidade de Atteridgeville, próximo de Pretória, reunirá pessoas de diferentes religiões, raças e nacionalidades.&lt;br /&gt;“A África do Sul era uma nação destruída pela violência xenófoba e muitas pessoas afirmam que, sob as aparências, ainda estão tensões. Por este motivo, aproveitando a oportunidade do Mundial, queremos oferecer ao mundo uma mensagem de tolerância”, destacou Lancelot Thomas, coordenador local de Damietta Peace Initiative na África do Sul.&lt;br /&gt;“Enquanto no Mundial as seleções nacionais se enfrentam umas contra as outras, nós, em nosso campeonato, queremos que nossas equipes experimentem a amizade e a humanidade comum das equipes mistas. Todas as equipes que participam têm base na África do Sul, mas representam vários grupos de refugiados. O critério principal para poder jogar é ter equipas formadas por jogadores de diversas nacionalidades”, acrescentou Thomas.&lt;br /&gt;“A Copa de Futebol pela Paz - explica - segue a ideia de alguns grupos de paz que impulsionamos na Nigéria, após a etapa de violência religiosa que esse país viveu em 2008. Nesse caso, a ideia consistiu em mesclar muçulmanos, cristãos e animistas na mesma equipe, para comprovar o que significa ter um companheiro de equipe que, por sua nacionalidade ou crença, estava sendo considerado inimigo. Foi um grande êxito.”&lt;br /&gt;“Toda África do Sul e o mundo estão sob a febre do futebol. Ainda que as equipes compitam umas com as outras, esperamos que a paz e a construção de relações interculturais sejam as vencedoras do dia”, concluiu Thomas.&lt;br /&gt;Cáritas leva muitos anos trabalhando na construção da paz na África do Sul. Após o surto de violência contra os imigrantes, em maio de 2008, Dimietta Peace Initiative e Caritas uniram suas forças para impulsionar grupos de paz em todo país, promovendo a reconciliação e a não-violência, concentrando-se especialmente nas comunidades de base.&lt;br /&gt;Na internet: &lt;a href="http://www.churchontheball.com/"&gt;http://www.churchontheball.com/&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8774303889241340757-3849012335738721184?l=aefjnportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/feeds/3849012335738721184/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/06/africa-do-sul-mundial-de-futebol-pela.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/3849012335738721184'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/3849012335738721184'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/06/africa-do-sul-mundial-de-futebol-pela.html' title='África do Sul: “Mundial de Futebol pela Paz”'/><author><name>Secção portuguesa da Rede cristã AEFJN</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16975863732410955901</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TBMi-d5mmrI/AAAAAAAAALk/u6VjFu2ot6U/s72-c/PeaceCup_2010.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8774303889241340757.post-4758618009164170741</id><published>2010-06-10T09:47:00.000-07:00</published><updated>2010-06-10T09:49:50.836-07:00</updated><title type='text'>Congo: assassinado defensor dos direitos humanos</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TBEXoOcEqcI/AAAAAAAAALc/a_vPfs2FNNE/s1600/floribert10.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; FLOAT: right; HEIGHT: 241px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5481188201324652994" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TBEXoOcEqcI/AAAAAAAAALc/a_vPfs2FNNE/s320/floribert10.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Floribert Chebeya era diretor da ONG “&lt;em&gt;A Voz dos que não têm voz&lt;/em&gt;”&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;KINSHASA, terça-feira, 8 de junho de 2010 (&lt;a href="http://www.zenit.org/"&gt;ZENIT.org&lt;/a&gt;). - Floribert Chebeya, diretor executivo da ONG “A Voz dos que não têm voz” (VSV), foi encontrado morto, junto a um motorista da organização, em Kinshasa, República Democrática do Congo.&lt;br /&gt;Floribert Chebeya Bahizire, de 47 anos, desapareceu com o motorista Fidèle Bazana Edadi na noite de 1º de junho, quando se dirigiam para uma reunião na Sede da Inspetoria Geral de Polícia, onde se encontrariam com o inspetor-chefe, o general John Numbi.&lt;br /&gt;Chebeya não chegou e se encontrar com o inspetor e, pouco antes das 20 horas, informou sua família, por meio de uma mensagem de texto via celular, que estaria regressando à cidade, e não foi mais visto.&lt;br /&gt;O corpo de Chebeya foi encontrado na noite de 2 para 3 de junho, no banco de trás de seu automóvel, abandonado à beira de uma rodovia à oeste de Kinshasa. Estava com as mãos amarradas às costas e as calças arriadas até os joelhos. O corpo de Edadi, seu motorista, foi encontrado no dia seguinte, em outra área nos arredores da cidade.&lt;br /&gt;Destacado defensor dos direitos humanos e vítima de constantes ameaças ao longo dos anos, Floribert Chebeya participou da I Plataforma de Dublin para os defensores dos direitos humanos, em janeiro de 2002.&lt;br /&gt;As circunstâncias da morte ainda não estão claras. “O fato de ter sido convocado pelo inspetor-chefe da polícia nacional sugere que Chebeya tinha um assunto muito delicado para discutir. Sabemos que Chebeya pretendia apresentar um relatório sobre as condições dos presídios locais”, disse à agência Fides o padre Loris Cattani, missionário xaveriano.&lt;br /&gt;“Floribert Chebeya era um dos ativistas mais comprometidos com a causa dos direitos humanos, e vinha recebendo ameaças há algum tempo”, acrescentou.&lt;br /&gt;“Há cerca de um ano, Chebeya foi preso pelas autoridades congolesas por protestar contra um contrato firmado entre a República Democrática do Congo e uma importante multinacional francesa, visando à exploração de minas de urânio em Katanga”, contou padre Cattani.&lt;br /&gt;“Chebeya criticava o contrato porque a empresa, a seu ver, era responsável por graves violações dos direitos humanos e já havia causado enormes danos ambientais em outros países, especialmente no Níger”, disse ainda.&lt;br /&gt;Em um comunicado oficial, a Conferência Episcopal Congolesa “condena energicamente o cruel assassinato de uma pessoa cuja vida havia sido generosamente dedicada à defesa dos direitos humanos em nosso país”, exigindo uma investigação “credível” para identificar os responsáveis e levá-los à justiça. “Porque é inconcebível a construção de um Estado democrático afogando a voz daqueles que defendem os direitos humanos”, completam os prelados.&lt;br /&gt;A ONU e a União Europeia, por sua vez, pediram ao governo congolês “uma investigação independente e imparcial” sobre as mortes. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8774303889241340757-4758618009164170741?l=aefjnportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/feeds/4758618009164170741/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/06/congo-assassinado-defensor-dos-direitos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/4758618009164170741'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/4758618009164170741'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/06/congo-assassinado-defensor-dos-direitos.html' title='Congo: assassinado defensor dos direitos humanos'/><author><name>Secção portuguesa da Rede cristã AEFJN</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16975863732410955901</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TBEXoOcEqcI/AAAAAAAAALc/a_vPfs2FNNE/s72-c/floribert10.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8774303889241340757.post-2566269233332975399</id><published>2010-06-06T23:06:00.000-07:00</published><updated>2010-06-06T23:11:10.782-07:00</updated><title type='text'>Zâmbia, nação “cristã”?</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TAyNVAqm3vI/AAAAAAAAALU/6vV8n16_4QA/s1600/Telesphore+Mpundu.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 220px; FLOAT: right; HEIGHT: 317px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5479910238698528498" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TAyNVAqm3vI/AAAAAAAAALU/6vV8n16_4QA/s320/Telesphore+Mpundu.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;Entrevista com Dom Telesphore Mpundu, pastor católico de Lusaka&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;LUSAKA, domingo, 6 de junho de 2010 (&lt;a href="http://www.zenit.org/"&gt;ZENIT.org&lt;/a&gt;).- A Zâmbia pode ser considerada uma nação cristã, mas ainda há muito a fazer para que a fé se converta em estilo de vida para os crentes católicos, de acordo com o arcebispo Telesphore Mpundu.&lt;br /&gt;O prelado de Lusaka reflete nesta entrevista sobre o porquê de ser errôneo que a Zâmbia seja considerada oficialmente cristã e as razões para a esperança em seu país.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;--Excelência, em 1991, o então presidente Chiluba declarou que a Zâmbia era oficialmente uma nação cristã e cada governo, desde aquele tempo, reafirmou esta fidelidade a Deus. Pode-se dizer que a Zâmbia foi especialmente santificada por esta fidelidade, por esta generosidade, uma generosidade oficial do Estado para Deus?&lt;br /&gt;--Arcebispo Mpundu: Na realidade, não. Acredito que a Zâmbia seja um país como todos os países do mundo, amado por Deus, cristão ou não cristão. Ele não distingue nem discrimina. No que diz respeito à Igreja católica oficial na Zâmbia, a declaração da Zâmbia como nação cristã é algo com o que nós não coincidimos, pelo contrário, de alguma maneira, está errada e não é aconselhável.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;--Por que não é aconselhável? O que há de ruim nesta declaração?&lt;br /&gt;--Arcebispo Mpundu: Em primeiro lugar, tem que ver com os direitos constitucionais das pessoas. Se você declara um país cristão como parte da Constituição, então quem não é cristão está em desvantagem. Não preciso entrar em detalhes nas implicações de tal uma declaração. A revisão de 1996 da Constituição declarou a Zâmbia como nação cristã no preâmbulo e nós pensamos, e assim o dissemos, que estava errada. A Zâmbia deveria ser um Estado laico e não uma teocracia. Bem, governos sucessivos reafirmaram isto para os próprios interesses. Eles têm seus próprios interesses.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;--Que interesses?&lt;br /&gt;Arcebispo Mpundu: Estes interesses, em minha humilde opinião, e acredito que na opinião dos bispos católicos, são uma forma de tentar manipular os bispos católicos e a Igreja Católica.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;--Como se pode manipular proclamando uma nação como cristã?&lt;br /&gt;--Arcebispo Mpundu: Dando a impressão de ter uma relação com as igrejas cristãs e de apoiar às igrejas cristãs e, deste modo, adquirir seus votos, apoio, e nós pensamos que isto não está bom.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;--E é assim por razões políticas?&lt;br /&gt;Arcebispo Mpundu: Sim, trata-se de manobra política e, com o curso do tempo, foi provado que era assim, porque, infelizmente, durante este tempo, nos governos sucessivos ao presidente Frederick Chiluba, foi exumada uma montanha de corrupção. Não é que não houvera corrupção antes, mas deveria ter reduzido se, de verdade, o Estado é considerado "cristão". Claro que, um país não é cristão por uma declaração, embora esta declaração seja presidencial, ministerial, isso não significa que seja cristão ou não. É a forma, é a vida das pessoas. Para mim, para os bispos católicos da Zâmbia e para a maioria dos católicos, não é mais ou menos cristão devido àquela declaração, pelo que é uma declaração inútil. Não ajuda ninguém. Pelo contrário, põe o Cristianismo sob uma sombra ruim. "César" quer ser ao mesmo tempo padre, ser papa; aqueles que na história da Igreja, na história da religião, especialmente a religião judeu-cristã, quiseram ser profetas, sacerdotes e reis, terminaram sendo mais reis que profetas ou sacerdotes.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;--A situação do país não é particularmente fácil; 51% da população vive com menos que um dólar por dia, fazendo da Zâmbia um dos países mais pobres no mundo. Qual é a razão disto, embora a Zâmbia seja rica em recursos? Tem o "cinturão do cobre". Por que a Zâmbia está economicamente atrasada?&lt;br /&gt;--Arcebispo Mpundu: Agradeço por suscitar este tema. Para começar, você é muito generoso. Não é 51% mas 80%, uma estimativa conservadora e de curto prazo. Diria que 85% das pessoas da Zâmbia vive abaixo do limiar da pobreza. Por quê? Você mencionou isto em parte. Não é porque nós não temos recursos na Zâmbia; há recursos naturais, mas nas últimas quatro décadas, ou deste modo, infelizmente, embora tenhamos feito algum progresso, não foi bastante para beneficiar à maioria das pessoas. A maioria das pessoas é agora mais pobre que nos anos sessenta; e eu digo "os sessenta" porque eu os vivi.&lt;br /&gt;Um das razões é a falta prioridades adequadas entre os líderes políticos. Por exemplo, a educação. A educação é a chave para o desenvolvimento. Justamente após a independência, a prioridade foi dada à educação. No entanto, o programa era algo como: "Mais é melhor". Mais jovens na escola não significa que se trata de uma educação de qualidade. Infelizmente, este foi infelizmente o caso.&lt;br /&gt;Nós falamos de recursos naturais. Sim, o cobre é um deles, mas, infelizmente, o cobre também tem sido nossa maldição. Os políticos da primeira geração nos ensinaram, depois dos britânicos, que nós, os cidadãos da Zâmbia, éramos afortunados com uma "colher de cobre" na boca. Sim, isso era dito e se escutava, eu mesmo escutei isto. Como conseqüência, nossa economia na Zâmbia foi uma "mono-economia", dependendo do cobre, ano após ano.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;--Sem desenvolver qualquer outro setor?&lt;br /&gt;--Arcebispo Mpundu: Não se tomou esforço suficiente para diversificar a economia: por exemplo, o setor da indústria agrícola. Tivemos três ou quatro programas para fazer da agricultura a coluna principal de nossa economia, para tudo não foram determinadas mais que falsas aprovações. Uma foi conhecida como a "Reforma Agrária", durante o tempo de Kenneth Kaunda, a segunda foi a "Revolução Verde", logo vindo a "Operação Produção de Alimentos", logo "Volta à Terra". Não foi tudo bem planejado, nem se destinaram recursos suficientes ao setor e, conseqüentemente, ao fim, as pessoas não viram a agricultura um setor que implicasse numa atividade econômica lucrativa e, por isso, as pessoas não se dedicaram à, todavia, temos um montão de terra cultivável vazia. Da população de 12 milhões, cerca de cinco mora nas cidades e o resto está nas áreas rurais do país, que é maior que o Quênia.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;--A Zâmbia tem a taxa de urbanização mais alta da África, verdade?&lt;br /&gt;--Arcebispo Mpundu: Sim, de fato é dito que a Zâmbia, com mais de 45%, talvez 46%, das pessoas morando em cidades ou áreas urbanas, é um, se não o primeiro, dos países mais urbanizados na África.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;--Mas dentro do contexto africano, a Zâmbia está indo bem economicamente. Tem inflação de um único dígito. Tem indicadores macroeconômicos que são positivos. Tem investimentos, que estão entrando. A inflação está abaixando. Estamos falando de um país que economicamente, pelo menos no papel, está indo bem e, todavia, ao mesmo tempo, em nossa conversa, e pelo que entendo, as reclamações de pobreza estão aumentando. Por que esta contradição? Onde está o problema?&lt;br /&gt;--Arcebispo Mpundu: Permita-me esclarecer isto. Pra começar, esta era minha avaliação do segundo mandato do último presidente Mwanawasa. Houve um aumento enorme de confiança, da confiança dos investidores, como resultado de sua dedicação ao menos para reduzir a corrupção. Infelizmente, esta "injeção de investimentos" em nossa economia foi centrada novamente em apenas uma coisa. É minha avaliação pessoal. Por quê? Abriram-se mais minas, especialmente minas de cobre. Falou-se de um segundo "cinturão de cobra". A mineração de cobre tem trabalhado na Zâmbia nos últimos 67 anos. Chamávamos aquilo de cinturão de cobre. A província do cinturão do cobre. Agora então, sob Mwanawasa começaria um segundo cinturão de cobre no município no noroeste, em Solwezi. Se centrado em um único setor, você sabe quão volátil podem ser os preços do cobre. De 1973, com o embargo na produção de petróleo - especialmente por parte das nações árabes - a produção de cobre ficou muito cara. Então os preços do cobre caíram. Nove anos depois da independência, nossa economia começou a cair. Nunca nos recuperamos daquilo. Voltamos à mesma coisa. Tem-se prometido um montão de benefícios em curto prazo, com um montão de investimentos fluindo para a Zâmbia e prometendo abrir estas minas. Agora vem a crise econômica mundial, há um montão de demissões no cinturão de cobre agora mesmo, enquanto nós falamos. E aquelas minas que se iam abrir estão reduzindo em um número considerável. Demissões em todos lugares porque a produção relacionada com o cobre diminuiu.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;--Ouvimos falar do desemprego nos Estados Unidos, do impacto na China, mas, na realidade, a história não contada nesta crise econômica, é que a África é o continente que está sofrendo mais com as consequências desta crise econômica.&lt;br /&gt;--Arcebispo Mpundu: Isso está correto. Quando se encontra com 5.000 mineiros demitidos por semana na Zâmbia; supõe-se muito mais que um milhão no Estados Unidos, devido à proporção, mas isto tem acontecido nos últimos dois ou três meses e ninguém pode dizer quando parará. Acredito que isto ficará pior antes de começasse a melhorar. Esta é uma razão pela qual voltar a uma "mono-economia" e não investir bastante em agricultura, para fazê-la uma atividade mais vantajosa econômica para pessoas, é um grande erro.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;--Eu tenho uma pergunta um pouco comprometedora para o senhor, já que os católicos superam os três milhões, dos doze que formam a população da Zâmbia. A educação católica é forte e tem presença. Não está desempenhando seu papel a corrupção neste problema do crescimento econômico? Se a corrupção está fazendo seu papel, onde falha a educação católica na hora de confrontar isto com os futuros líderes da sociedade da Zâmbia?&lt;br /&gt;--Arcebispo Mpundu: Negar que nosso laicado católico está incluso na corrupção é enterrar a cabeça na areia como um avestruz. Posso lhe dar um exemplo. Um dia os bispos tiveram a honra e o privilégio de se encontrar com o antigo presidente Chiluba: "Olhe, senhor presidente, tem que fazer algo com a corrupção. Corrupção no governo. Corrupção na vida civil. Você, como presidente, tem que assumir a liderança. O governo deve tomar a liderança na reconstrução moral, principalmente no que se refere à corrupção". E o presidente Chiluba disse: "Obrigado. Corrupção! Não falem comigo. Falem com seus próprios católicos. 70% dos secretários permanentes são católicos. São os únicos que sabem como funciona o sistema". "Senhor presidente, isto não é um problema católico, é um problema nacional", respondemos.&lt;br /&gt;Eu concordo com você, por outro lado temos dito nestes últimos anos que a Igreja na Zâmbia compartilha com os fiéis, e também com aqueles que não são membros da Igreja Católica, nosso tesouro mais escondido, que é a doutrina social da Igreja. Nossa gente está cada vez mais contente de que a Igreja tenha esta herança de doutrina, sobre como os seres humanos devem se relacionar uns com os outros, sobre temas de direitos humanos, da dignidade da pessoa humana, criada à imagem e semelhança de Deus, e devemos fazer mais. Talvez deveríamos fazer muito mais. Agora estamos acordando. No setor educacional, asseguro, a Igreja Católica tem feito muito, infelizmente, como digo, por parte dos sucessivos governos, não têm sido destinados recursos suficientes ao setor educacional e não têm visto o quão importante é. Não se trata apenas de educação. É sobre educação de qualidade. Onde estão os recursos para aumentar as salas de aula, por exemplo, os laboratórios, o número de professores?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;--Qual é o tamanho de uma sala de aula na Zâmbia? Na Europa ou Estados Unidos são 25 estudantes por classe.&lt;br /&gt;--Arcebispo Mpundu: Essa é uma boa pergunta. Durante muito tempo tivemos sempre 40 por classe, mas dada a pressão com o passar dos anos, tem ido a 45 e agora é de 50. Aumentou-se a admissão, não há nenhum limite. "Que entrem mais crianças". Não há um limite de admissão, mas onde os põe? Não temos bastantes classes, laboratórios, nem professores. Se se tem muitos estudantes e não se tem bastantes professores... Tem-se visto que nas escolas secundárias, por exemplo, há entre 70 e 75 estudantes por professor. Pobre professor! São impossíveis de controlar. Quer preparar um exame, mas não é um exame que pode qualificar. Quer preparar sua lição, como fazer para ganhar a atenção deles? Mais é melhor? Não. Este é um exemplo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;--Mudemos de tema. Eu quero falar sobre os não cristãos, especialmente sobre a questão do Islã. Há uma islamização crescente, especialmente ao norte da Nigéria e em outros países africanos. Em Lusaka, há 10 anos havia uma mesquita, hoje acredito que há 10. É isto uma preocupação?&lt;br /&gt;--Arcebispo Mpundu: Não sei se a palavra preocupação é a palavra correta. É um fato que o Islã está crescendo. Foi determinado, em um passado não tão distante, o que eu chamaria de uma campanha de proselitismo agressivo por parte dos muçulmanos; e pode-se ver isto nas ruas de Lusaka. Em uma escola islâmica instalada em Lusaka e em áreas rurais nos municípios centrais e orientais. Ao mesmo tempo, o que as pessoas esquecem é que as Igrejas cristãs também são crescentes. As Igrejas Católicas também aumentam, não só com uma paróquia, mas com várias paróquias que tiveram que se estabelecer nos últimos anos para servir melhor a nossos cristãos. O fato de que o islã esteja crescendo não é tanto motivo de preocupação quanto motivo de auto-exame para a igreja local. Que catequese temos dado de forma que nossa gente esteja devidamente formada em sua fé, para que não sejam abalados por isto ou por aquilo, porque igualmente fazemos frente às seitas?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;--Chegaremos neste assunto, mas gostaria de voltar ao Islã. O senhor mencionou que é uma forma agressiva de islamização e há provas de que o dinheiro está vindo, por exemplo, da Arábia Saudita para a islamização da África. É este o caso da Zâmbia?&lt;br /&gt;--Arcebispo Mpundu: Não sei. Não posso responder para eles e isto não é absolutamente algo novo. Eu, todos os anos, tenho várias tarefas para as missões. Tenho relações com algumas dioceses no Estados Unidos e Europa que nos ajudam em nossos programas pastorais. Não vejo por que o Islã, os muçulmanos, não farão a mesma coisa com seus irmãos e irmãs na Arábia Saudita, Barém ou Deus sabe onde... Não há qualquer coisa ruim nisto. Não me assusta, mas só me força a pensar: Que classe de formação na fé estamos dando a nossos cristãos de forma que eles estejam muito mais seguros em sua fé?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;--E estão?&lt;br /&gt;--Arcebispo Mpundu: Bem, não tanto quanto nós queríamos que estivessem. Estão, mas queríamos que estivessem muito mais seguros. As raízes da catequese não são tão profundas, não são suficientes. A Igreja é jovem, muito dinâmica, mas tem problemas como Igreja jovem na hora de "lançar os dentes". A fé não está suficientemente profunda para o que é nossa tarefa assegurar que nossa fé se enraíze. Nossa fé ilumina nossas práticas culturais e tradicionais, de forma que estas práticas culturais e tradições fiquem ricas pela luz da fé e ambos se entrelacem, de um modo tão maravilhoso dentro de nós que tornemos verdadeiramente cristãos africanos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;--Tem esperança nos jovens?&lt;br /&gt;--Arcebispo Mpundu: Os jovens me dão muita esperança. Por exemplo, quando se trata de vocações, na arquidiocese de Lusaka, tenho 70 jovens no seminário maior e não tenho dinheiro suficiente para pagar a permanência deles no seminário; e esta é uma tragédia. Perdi alguns porque não consegui que estivessem todos no seminário. Primeiro porque não tenho dinheiro suficiente como Igreja local e, segundo, que também são dadas a nós cotas de nível nacional, como no ano de preparação. Eu só posso ter lá cinco estudantes, mas se tenho 15, bem, 10 podem esperar pelo próximo ano. Alguns têm pouca paciência para esperar, por isso tentamos achar modos e meios para os manter ocupados enquanto esperarem sua troca para ir para ao seminário maior. Estes são jovens que querem tornar-se sacerdotes e estão, principalmente, nas escolas secundárias ordinárias, onde lhes fazem piadas, onde são ridicularizados por tornarem-se sacerdotes, e ainda assim dizem: "Apesar de tudo, queremos ser os sacerdotes".&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;[Esta entrevista foi realizada por Mark Riedemann para "Deus Chora na Terra", um programa rádio televisivo semanal feito por Catholic Radio and Television Network (CRTN) em colaboração com a organização Ajuda à Igreja que Sofre.]&lt;br /&gt;Mais informação em &lt;a href="http://www.ain-e.org/"&gt;http://www.ain-e.org/&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.aischile.cl/"&gt;http://www.aischile.cl/&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8774303889241340757-2566269233332975399?l=aefjnportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/feeds/2566269233332975399/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/06/zambia-nacao-crista.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/2566269233332975399'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/2566269233332975399'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/06/zambia-nacao-crista.html' title='Zâmbia, nação “cristã”?'/><author><name>Secção portuguesa da Rede cristã AEFJN</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16975863732410955901</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TAyNVAqm3vI/AAAAAAAAALU/6vV8n16_4QA/s72-c/Telesphore+Mpundu.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8774303889241340757.post-6142376281341365840</id><published>2010-06-05T05:51:00.000-07:00</published><updated>2010-06-05T05:53:35.381-07:00</updated><title type='text'>Dia Mundial do Ambiente</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TApItqoW6TI/AAAAAAAAALM/VVsuWYUmN5U/s1600/5Junho_DMA.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 290px; FLOAT: right; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5479271846024505650" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TApItqoW6TI/AAAAAAAAALM/VVsuWYUmN5U/s320/5Junho_DMA.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Comemorado a &lt;strong&gt;5 de Junho&lt;/strong&gt;, o Dia Mundial do Ambiente é um dos principais veículos através dos quais as Nações Unidas estimulam a consciencialização mundial do meio ambiente e reforçam a atenção política e de acção. Este foi o primeiro passo para que em todo o mundo, governos, instituições e cidadãos, passassem a ter uma maior consideração para as questões ambientais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sob o tema “&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Muitas espécies. Um Planeta. Um Futuro&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;”, o Dia Mundial do Ambiente 2010 pretende evidenciar a importância da riqueza global de espécies e ecossistemas para a humanidade apoiando assim o Ano Internacional da Biodiversidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Ruanda será o país anfitrião global do Dia Mundial do Ambiente 2010, onde irá decorrer um conjunto de eventos, de 3 a 5 de Junho, culminando na cerimónia Kwita Izina para dar nomes a bebés gorilas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Portugal a data será também assinalada com algumas actividades que apelam à participação da sociedade civil e da comunidade científica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Dia Mundial do Ambiente é comemorado desde 1972, quando foi criado pela Assembleia Geral das Nações Unidas, para marcar o início da Conferência de Estocolmo sobre o Meio Ambiente Humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ano Internacional da Biodiversidade&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Assembleia Geral das Nações Unidas declarou o ano de 2010 como Ano Internacional da Biodiversidade, com o objectivo de aumentar a consciência sobre a importância da preservação da biodiversidade em todo o mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Secretaria da Convenção sobre a Diversidade Biológica foi designada pela ONU, como coordenadora das acções do Ano Internacional da Biodiversidade 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estabelecida durante a realização da Cimeira da Terra, no Rio de Janeiro em 1992 (Eco/92), a Convenção sobre a Diversidade Biológica (CDB) é depositária de um tratado internacional para a conservação e uso sustentável da biodiversidade, com o intuito de promover a partilha dos muitos benefícios advindos da biodiversidade. Com 191 países membros signatários integrantes, a CDB goza de uma adesão quase total na comunidade das nações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o Ano Internacional da Biodiversidade, está previsto um conjunto de políticas a nível nacional, comunitário e europeu. Segundo a Agência Europeia do Ambiente (AEA), as várias políticas incidem em medidas de protecção específicas para espécies e habitats importantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Biodiversidade&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A biodiversidade engloba a variedade de genes, espécies e ecossistemas que constituem a vida no planeta. Assiste-se a uma perda constante deste conjunto, com extinções e destruições com profundas consequências para o mundo natural e o bem-estar humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As principais causas são as alterações nos habitats naturais, resultantes dos sistemas intensivos de produção agrícola, da construção, da exploração de pedreiras, da sobrexploração das florestas, oceanos, rios, lagos e solos, da poluição e, cada vez mais, das alterações climáticas globais.&lt;br /&gt;Os Estados membros da União Europeia ficarão com a responsabilidade de estabelecer uma ambiciosa abordagem política do Plano de Acção com uma proposta de medidas concretas. Os principais objectivos do plano de acção a nível internacional visam reforçar a importância de conservar a biodiversidade tanto para o bem-estar do Homem como para o desenvolvimento da economia e consciencializar o maior número de pessoas possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Setembro de 2010 terá lugar uma Assembleia Geral das Nações Unidas tendo por tema precisamente a biodiversidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;@SAPO&lt;br /&gt;&lt;a href="http://noticias.sapo.pt/info/artigo/1068748.html"&gt;http://noticias.sapo.pt/info/artigo/1068748.html&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8774303889241340757-6142376281341365840?l=aefjnportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/feeds/6142376281341365840/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/06/dia-mundial-do-ambiente.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/6142376281341365840'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/6142376281341365840'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/06/dia-mundial-do-ambiente.html' title='Dia Mundial do Ambiente'/><author><name>Secção portuguesa da Rede cristã AEFJN</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16975863732410955901</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TApItqoW6TI/AAAAAAAAALM/VVsuWYUmN5U/s72-c/5Junho_DMA.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8774303889241340757.post-2181661020129138431</id><published>2010-05-30T22:50:00.000-07:00</published><updated>2010-05-30T22:56:38.914-07:00</updated><title type='text'>Desafios da Igreja na África do Sul</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TANPi6BdctI/AAAAAAAAALE/yt90dzC434E/s1600/Wood-Bishop-Barry.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 222px; FLOAT: right; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5477309032922182354" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TANPi6BdctI/AAAAAAAAALE/yt90dzC434E/s320/Wood-Bishop-Barry.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;Entrevista com Dom Barry Wood&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;DURBAN, África do Sul, domingo, 30 de maio de 2010 (&lt;a href="http://www.zenit.org/"&gt;ZENIT.org&lt;/a&gt;). Apesar de um período de boas mudanças após o apartheid, a África do Sul luta contra muitos de problemas: violência, AIDS e ruptura familiar, verifica o bispo auxiliar de Durban, às vésperas da copa do mundo de futebol.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Dom Barry Wood nasceu e cresceu na África do Sul, no seio de uma família que viveu naquela parte do mundo por mais de 200 anos.&lt;br /&gt;Conhecida por sua diversidade, a África do Sul tem as maiores comunidades de caucasianos, índios e mestiços no continente africano. Também tem, em sua constituição, 11 idiomas oficialmente reconhecidos.&lt;br /&gt;Nesta entrevista, ele fala das mudanças "milagrosas" em seu país e dos problemas mais urgentes enfrentados pelo povo e pela Igreja.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;--Por este tempo o senhor deve ter visto mudanças. O senhor diria que o país mudou para melhor ou para pior?&lt;br /&gt;--Dom Wood: Bem, tendo crescido e vivido tanto tempo sob o regime do apartheid, foi uma grande libertação experimentar em 1994 nossa nova democracia.&lt;br /&gt;A Igreja, como você sabe, foi muito ativa em tentar trazer a nova democracia devido à injustiça do sistema do apartheid. E naquele tempo nós sofremos muito.&lt;br /&gt;A maioria de nossa gente sofreu muito, mas todos nós sofremos de certo modo ou outro ao tentar acabar com aquele regime que era mau. E a nova África do Sul é uma libertação para todos nós, porque a maioria de nossa gente tem direitos humanos agora. A maioria de nossa gente tem está aprendendo o que significa a auto-estima que lhe foi arrebatada no regime anterior e, de um modo lento, mas seguro, está crescendo espiritualmente e materialmente.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;--Que mudanças negativas experimentou este tempo posterior ao apartheid?&lt;br /&gt;--Dom Wood: A mudança negativa foi a ruptura da vida familiar. Há uma enorme ruptura da vida familiar.&lt;br /&gt;Como você mencionou ao começo: os crimes e a violência, as violações, os abusos contra mulheres, mas principalmente o problema da injustiça econômica.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;--Gostaria de me ater à questão ruptura da família. Pode nos dizer de onde vem? Por que entrou tão de repente na vida dos sul-africanos?&lt;br /&gt;--Dom Wood: Não acredito que seja algo novo. Durante o tempo do apartheid, os homens separaram as mulheres. As mulheres permaneceram nas áreas rurais e os homens iam para as cidades e, deste modo, as mulheres e as famílias não puderam ficar com os homens nas cidades e o que aconteceu é que esta forma de vida se tornou parte do sistema da África do Sul.&lt;br /&gt;E, infelizmente, isto se perpetuou depois de 1994, o governo está dando ajuda financeira às meninas jovens que estão grávidas e, deste modo, muitos estão grávidas para adquirir as ajudas e isto está causando estragos entre os jovens.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;--Por que o governo começou a dar ajuda? Qual é o propósito desta ajuda?&lt;br /&gt;--Dom Wood: A finalidade era ajudar estas jovens que ficaram grávidas a criar suas famílias, mas, infelizmente, como na maioria das coisas, pessoas tiraram vantagem disto e querem o dinheiro.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;--E veem isto como uma fonte de renda?&lt;br /&gt;--Dom Wood: Veem isto como uma fonte de renda. E assim as meninas ficam grávidas. Têm filhos. Enviam os bebês às avós e seguem trabalhando ou tendo os bebês. E isto realmente se transformou em um problema.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;--A transição do apartheid na África do Sul foi verdadeiramente um milagre. Eu acredito que não foi bastante estimada. Falamos do Muro de Berlim - uma mudança sem violência - mas a mudança na África do Sul também foi um milagre.&lt;br /&gt;--Dom Wood: Foi um milagre e nós não esperávamos por isto. Esperávamos pelo pior, ano após ano; depois de cada celebração da Eucaristia, rezávamos pela paz na África do Sul: rezávamos a oração de São Francisco e creio de verdade que a oração do povo influenciou nas negociações que aconteceram entre Nelson Mandela e F. W. de Klerk.&lt;br /&gt;Eu realmente acredito que a fé de pessoas trouxe este milagre.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;--E o milagre ainda continua, a menos que eu me confunda, não se percebe o desejo de vingança por parte das pessoas de cor para os brancos. Não é assim?&lt;br /&gt;--Dom Wood: Absolutamente. Há aceitação e perdão. Em algumas áreas há raiva e as pessoas querem vingança, mas diria que a grande maioria aceitou e seguimos em frente.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;--Pode-se dizer que, neste período posterior ao apartheid, o país ainda está procurando sua identidade. Que identidade tem a África do Sul? Que identidade nacional o senhor poderia dizer que possui o país?&lt;br /&gt;--Dom Wood: Ainda temos uma democracia muito jovem. Ela só tem 16 anos e, como algo que tem 16 anos, está procurando nossa identidade.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;--Um adolescente, por assim dizer.&lt;br /&gt;--Dom Wood: Um adolescente, uma democracia adolescente e estamos buscando nossa identidade.&lt;br /&gt;Cometemos muitos erros, como os adolescentes fazem quando estão amadurecendo, e acredito que isto é o que nos está acontecendo. Cometemos erros, mas nos levantamos e continuamos em frente e tentamos aprender com nossos erros. Mas nós somos uma democracia adolescente e queremos alcançá-la. Acredito que há uma verdadeira vontade por parte das pessoas, de alcançá-la.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;--Porém, também está a sensação de que a Igreja Católica, especialmente na África do Sul, está relacionada com o período colonial, e que há um movimento novo, por assim dizer, que rejeita tudo aquilo que pertence àquele período colonial, inclusive a Igreja, e está a favor de instituições, organizações que sejam africanas em origem e em orientação. Como a Igreja Católica encontra seu lugar perante este movimento?&lt;br /&gt;--Dom Wood: Em primeiro lugar, eu ouvi este rumor de que há um movimento que quer eliminar qualquer coisa que venha do tempo colonial, mas a Igreja Católica na África do Sul é acostumada à perseguição, desde o exato momento em que chegamos à África do Sul, não fomos bem recebidos, principalmente pelos holandeses, então pelos britânicos, depois pelo regime africâner, que fez tudo o que pôde para nos rejeitar, e nos chamava: "O Perigo Romano".&lt;br /&gt;Por isso somos acostumados à perseguição; somos acostumados a ser golpeados pelo regime e, conseqüentemente, para este último problema que surge, sentimos que nossa fé e nossa gente são suficientemente fortes ao ponto de resistir a qualquer tipo de ataque deste tipo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;--Assim a fé vem de pessoas. As raízes estão, por isso, bastante profundas, o senhor pode assegurar que as raízes da fé estão bastante profundas na população, nas comunidades, para suportar este nível de desafio?&lt;br /&gt;--Dom Wood: Eu acredito que sim; Eu sei que sim.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;--A África do Sul tem um dos índices maiores em AIDS do mundo. Pode nos falar algo em sua perspectiva?&lt;br /&gt;--Dom Wood: É um dos maiores e é uma pandemia em nosso país. Milhões de pessoas estão vivendo com AIDS ou estão afetados por esta doença. E se transformou em um verdadeiro problema para nossas pessoas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;--Como o senhor vê concretamente, quer dizer, nos órfãos da AIDS?&lt;br /&gt;--Dom Wood: Uma vez mais nós falamos da ruptura da vida familiar. Algumas famílias não têm mães e pais. Há crianças que tomam conta das casas, órfãos da AIDS e crianças vulneráveis. E não se trata de exceções; está estendido pelo país inteiro. E o cuidado básico e a atenção para estes órfãos da AIDS são um grande desafio.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;--A África do Sul respondeu a isto com a política do preservativo. Durante os últimos 20 anos se tem apresentado os preservativos como a solução e, ainda assim, a AIDS está nada menos que em 22% da população. Pode-se dizer que a política do preservativo falhou?&lt;br /&gt;--Dom Wood: Definitivamente, a pandemia está crescendo.&lt;br /&gt;Distribuíram a nossa gente milhões de preservativos e ainda assim, todavia, vivemos com a AIDS, e está crescendo. Não importa que o ministro da saúde diga que o número baixou, porque as pessoas nas ruas dizem "Não, está aumentando", e nossos sacerdotes que estão enterrando ao povo, fim de semana após fim de semana, dizem que a coisa está piorando.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;--De acordo com o senhor, qual o fracasso da política do preservativo?&lt;br /&gt;--Dom Wood: A educação. Às pessoas apenas são distribuídos preservativos e dizendo-se que há um problema, usem os preservativos e o problema desaparecerá.&lt;br /&gt;Não desapareceu.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;--E não se tem promovido a abstinência como uma possível alternativa?&lt;br /&gt;--Dom Wood: Bem, a Igreja tem feito isto durante anos, contudo de um modo lento, mas seguro. Quando se vê os anúncios do governo, a abstinência está na cabeça da lista.&lt;br /&gt;Está chegando e eles promovem a abstinência. Promovem ao mesmo tempo abstinência, fidelidade e preservativos, mas diria que na parte de cima da lista está a abstinência e eu acredito que estão começando a perceber que é a única estrada.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;--Há aproximadamente 3,3 milhões de católicos na África do Sul, pelo que, de fato, o tamanho da Igreja Católica da África do Sul é muito pequena e, ainda assim, seu impacto é até significante. Que impacto tem a Igreja Católica? Que programas tem realizado? E como é possível que a Igreja Católica, nesta porcentagem tão pequena da população, tenha tal um impacto grande?&lt;br /&gt;--Dom Wood: Ao longo dos anos, a Igreja da África do Sul teve um verdadeiro impacto nas pessoas pela educação e pela saúde.&lt;br /&gt;Desde o começo da Igreja, o governo, por aquele tempo, nunca ministrou saúde ou educação, e agora com a pandemia estamos no segundo lugar, depois do governo, chegando até as pessoas. Não tenho a percentagem. Mas é reconhecido e as pessoas o afirmam: a Igreja chega até eles.&lt;br /&gt;E está em todas as esferas: nos cuidados do lar, nos cuidados às crianças vulneráveis e órfãos, nos hospícios para os moribundos, no cuidado com as mulheres abusadas sexualmente e das grávidas com problemas. O aspecto todo e o desenvolvimento de tratamentos antiretrovirais.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;--Qual a maior necessidade da África do Sul hoje para o senhor?&lt;br /&gt;--Dom Wood: A maior necessidade da África do Sul é o trabalho, o emprego, porque creio que todos estes problemas como o crime e os abusos de mulheres e crianças e todo o demais, estão sendo causados porque as pessoas estão frustradas e furiosas; e não têm emprego. E isto, creio eu, ajudaria à situação, se pudéssemos encontrar emprego para a maioria das pessoas de nosso país. E também qualificação profissional, estas duas coisas reunidas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;--E da perspectiva da Igreja: qual seria a maior necessidade da Igreja na África do Sul?&lt;br /&gt;--Dom Wood: A maior necessidade da Igreja, acredito, e o maior desafio que temos, é tentar confrontar o problema da ruptura da vida familiar e pôr todos nossos recursos na tentativa de reconstrução do sentido da vida familiar novamente.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;--Como se pode alcançar isso?&lt;br /&gt;--Dom Wood: Não estou completamente seguro. Se tivesse a solução, estaria contente, mas acredito que nós temos que começar com as pequenas comunidades cristãs onde nós somos fortes.&lt;br /&gt;Temos pequenas comunidades cristãs e precisamos evangelizá-las no sentido de prover um lar, uma vez mais, a importância da vida familiar.&lt;br /&gt;É algo mesmo da cultura africana, mas todo esse individualismo ocidental entrou de um modo silencioso e destruiu. Acredito que agora nós precisamos acentuar novamente a beleza do marido e do pai e das crianças - e a beleza da vida familiar.&lt;br /&gt;Esta entrevista foi realizada por Mark Riedemann para "Deus Chora na Terra", um programa rádio televisivo semanal produzido pela Catholic Radio and Television Network, (CRTN) em colaboração com a organização católica Ajuda à Igreja que Sofre. Mais informação em &lt;a href="http://www.ain-es.org/"&gt;http://www.ain-es.org/&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.aischile.cl/"&gt;http://www.aischile.cl/&lt;/a&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8774303889241340757-2181661020129138431?l=aefjnportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/feeds/2181661020129138431/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/05/desafios-da-igreja-na-africa-do-sul.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/2181661020129138431'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/2181661020129138431'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/05/desafios-da-igreja-na-africa-do-sul.html' title='Desafios da Igreja na África do Sul'/><author><name>Secção portuguesa da Rede cristã AEFJN</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16975863732410955901</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/TANPi6BdctI/AAAAAAAAALE/yt90dzC434E/s72-c/Wood-Bishop-Barry.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8774303889241340757.post-7035168068301655527</id><published>2010-05-28T07:59:00.000-07:00</published><updated>2010-05-28T08:01:22.995-07:00</updated><title type='text'>Preocupações com período pós-referendo no Sudão</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/S__asfn15_I/AAAAAAAAAK8/q8cFgXSKkrA/s1600/090512190901_sudan283.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 255px; FLOAT: right; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5476336129843521522" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/S__asfn15_I/AAAAAAAAAK8/q8cFgXSKkrA/s320/090512190901_sudan283.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Omar al-Bashir tomou posse como Presidente do Sudão, mesmo a pender sobre si um mandado de prisão emitido pelo Tribunal Penal Internacional. No seu discurso, o líder sudanês reafirmou o seu compromisso em levar a cabo o referendo, em Janeiro, sobre a possível independência do Sul do Sudão.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A votação é consequência do acordo de paz de 2005 que pôs termo à guerra civil de duas décadas entre o norte e o sul.&lt;br /&gt;Figuras destacadas do antigo movimento rebelde do sul, o SPLM, saudaram cautelosamente as declarações de Bashir relativamente ao referendo.&lt;br /&gt;O presidente prometeu levar a cabo uma campanha pela união, mas insistiu que a votação seria justa e que iria respeitar os resultados.&lt;br /&gt;Luka Biong do SPLM disse haver preocupações quanto ao período pós-eleitoral.&lt;br /&gt;"O mais importante, especialmente para o povo do sul do Sudão, é o seu compromisso em garantir que o referendo seja conduzido em ambiente livre e justo. E, para mim, o início da discussão, pelos partidos, dos assuntos do período pós-referendo é essencial", disse Luka Biong.&lt;br /&gt;Desconfiança&lt;br /&gt;Entretanto, vários sulistas, incluindo membros da liderança do SPLM, continuam desconfiados em relação ao Presidente Bashir.&lt;br /&gt;O líder sudanês conta igualmente com críticos em Darfur. Bashir foi indiciado pelo TPI por alegados crimes de guerra cometidos na região, denúncias por ele rejeitadas.&lt;br /&gt;Bashir prometeu igualmente trabalhar para o fim da guerra em Darfur e em prol do desenvolvimento da região.&lt;br /&gt;Sete chefes de estado africanos tomaram parte na cerimónia de investidura. Mas vários países ocidentais fizeram-se representar por diplomatas de baixo nível.&lt;br /&gt;Para este grupo de países, o estigma produzido pelo mandado internacional de prisão contra Bashir continua presente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BBC Africa &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8774303889241340757-7035168068301655527?l=aefjnportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/feeds/7035168068301655527/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/05/preocupacoes-com-periodo-pos-referendo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/7035168068301655527'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/7035168068301655527'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/05/preocupacoes-com-periodo-pos-referendo.html' title='Preocupações com período pós-referendo no Sudão'/><author><name>Secção portuguesa da Rede cristã AEFJN</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16975863732410955901</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/S__asfn15_I/AAAAAAAAAK8/q8cFgXSKkrA/s72-c/090512190901_sudan283.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8774303889241340757.post-2339195085606921725</id><published>2010-05-26T14:08:00.001-07:00</published><updated>2010-05-26T14:09:21.681-07:00</updated><title type='text'>Falhas na ajuda a África</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/S_2N7OMfrbI/AAAAAAAAAK0/v0RvPckYGpo/s1600/mulleres-sudan.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; FLOAT: right; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5475688770514693554" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/S_2N7OMfrbI/AAAAAAAAAK0/v0RvPckYGpo/s320/mulleres-sudan.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Dois relatórios publicados nesta terça-feira, dia 25, sobre as promessas de ajuda feitas a África sugerem falhas tanto da parte dos doadores como dos recipientes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2005, durante a cimeira de Gleneagles, na Escócia, as nações desenvolvidas concordaram em duplicar a assistência financeira ao continente africano até 2010, disponibilizando 25 mil milhões de dólares suplementares todos os anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas as últimas estimativas da DATA, o órgão criado para acompanhar a implementação dos pontos acordados na cimeira, dizem que, até ao final do ano, apenas 61% do prometido terá sido efectivamente cumprido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do lado dos países mais ricos, a Grã-Bretanha foi a que mais contribuiu, tendo em conta a dimensão da sua economia. A contrastar, a ajuda proveniente de Itália, ao invés de ser incrementada, foi sujeita a cortes de mais de 200 milhões de dólares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;'Falhanço'&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O papel de Itália é descrito como um "falhanço absoluto" e o relatório da DATA sugere mesmo que aquele país europeu seja excluído de encontros futuros sobre assistência internacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas também África é alvo de críticas. Noutro relatório patrocinado pelo ex-secretário-geral da ONU, Kofi Annan, pode ler-se que "os problemas crónicos permanecem, nomeadamente a fragilidade dos estados, a corrupção e a ausência generalizada de liberdades fundamentais".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O documento refere como escandalosa a exploração do continente por parte da elite africana, e aponta números: cerca de 1,8 biliões de dólares foram retirados ilegalmente de África desde a década de 70.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Promessas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A importância da ajuda canalizada para o continente é cada vez mais insignificante quando comparada com outros fluxos, nomeadamente as remessas de emigrantes africanos, o investimento privado estrangeiro e as contribuições de entidades filantrópicas, como é o caso da Fundação americana Ford.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda assim, parte da ajuda prometida em Gleneagles, tem beneficiado África em várias áreas, colocando mais crianças nas escolas e reduzindo o número de mortes por doenças como o HIV, a tuberculose e a malária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;BBC Africa&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8774303889241340757-2339195085606921725?l=aefjnportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/feeds/2339195085606921725/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/05/falhas-na-ajuda-africa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/2339195085606921725'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/2339195085606921725'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/05/falhas-na-ajuda-africa.html' title='Falhas na ajuda a África'/><author><name>Secção portuguesa da Rede cristã AEFJN</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16975863732410955901</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/S_2N7OMfrbI/AAAAAAAAAK0/v0RvPckYGpo/s72-c/mulleres-sudan.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8774303889241340757.post-1352213350956563053</id><published>2010-05-25T04:34:00.000-07:00</published><updated>2010-05-25T04:38:01.507-07:00</updated><title type='text'>DIA DE ÁFRICA - assina contra a pobreza!</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/S_u2jpCnXhI/AAAAAAAAAKs/i3ovJPgHLy0/s1600/dia_de_Africa.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 250px; FLOAT: right; HEIGHT: 281px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5475170495427468818" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/S_u2jpCnXhI/AAAAAAAAAKs/i3ovJPgHLy0/s320/dia_de_Africa.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Cada ano o dia 25 de Maio é o dia de África. Esta data marca o aniversário da fundação da Organização da Unidade Africana que durante quase quatro décadas foi a voz de África na cena internacional e no continente africano um advogado para o progresso e a paz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Campanha do Milénio das Nações Unidas lança em Portugal uma petição electrónica ( &lt;a href="http://www.unitedagainstpoverty.org/422"&gt;http://www.unitedagainstpoverty.org/422&lt;/a&gt; ) dirigida a José Sócrates e aos restantes líderes da UE, pedindo-lhe que cumpra a promessa de acabar com a pobreza extrema e de atingir os Objectivos do Milénio até 2015. Esta iniciativa conta também com a participação de organizações não governamentais em vários países europeus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A petição europeia “Unidos Contra a Pobreza” quer influenciar a agenda do Conselho Europeu da UE, que ocorrerá a 18 de Junho em Madrid – e no qual se definirá a posição da UE na decisiva cimeira das Nações Unidas sobre os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM), agendada entre 20 e 22 de Setembro para Nova Iorque.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os ODM, acordados por todos os líderes políticos há 10 anos nas Nações Unidas, estão em risco de não serem atingidos até ao ano limite, 2015. Cerca de dois mil milhões de pessoas ainda vivem com menos de dois dólares por dia e a fome global atingiu níveis recorde (calcula-se que existam 1,02 mil milhões de pessoas subnutridas).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para a Campanha do Milénio das Nações Unidas, esta situação é inaceitável, dado que o que está em causa é falta de vontade política, não falta de recursos: em 2008, os governos injectaram nos bancos 18 triliões de dólares para enfrentar a crise financeira – nove vezes mais do que destinaram à ajuda aos países pobres durante 50 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estabeleceu-se no ano 2000 que bastaria, até 2015, 0,7% do Rendimento Nacional Bruto dos países desenvolvidos para Ajuda Pública ao Desenvolvimento dos países pobres. Prevê-se que apenas nove países da UE cumpram ou excedam o mínimo de 0,51% para 2010: de acordo com os últimos valores da OCDE, a Áustria (0,37%), a Alemanha (0,40%), a Grécia (0,21%), a França (0,46%), a Itália (0,20%) e Portugal (0,34%) não atingirão este nível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Campanha do Milénio das Nações Unidas exige aos países da UE: mais e melhor Ajuda Pública ao Desenvolvimento; políticas agrícolas e comerciais mais favoráveis aos países pobres – e apela a todas as cidadãs e cidadãos europeus para que juntem a sua voz, assinando a petição electrónica em &lt;a href="http://www.unitedagainstpoverty.org/422"&gt;http://www.unitedagainstpoverty.org/422&lt;/a&gt; ou nos sítios web dos parceiros aderentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dossier informativo (PDF) descarregável em: &lt;a href="http://www.box.net/shared/dozn2j6oqt"&gt;http://www.box.net/shared/dozn2j6oqt&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As ONG interessadas em participar devem contactar:&lt;br /&gt;Vítor Simões / Objectivo 2015&lt;br /&gt;vitor@objectivo2015.org . &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8774303889241340757-1352213350956563053?l=aefjnportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/feeds/1352213350956563053/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/05/dia-de-africa-assina-contra-pobreza.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/1352213350956563053'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/1352213350956563053'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/05/dia-de-africa-assina-contra-pobreza.html' title='DIA DE ÁFRICA - assina contra a pobreza!'/><author><name>Secção portuguesa da Rede cristã AEFJN</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16975863732410955901</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/S_u2jpCnXhI/AAAAAAAAAKs/i3ovJPgHLy0/s72-c/dia_de_Africa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8774303889241340757.post-8477817327354568896</id><published>2010-05-24T11:10:00.000-07:00</published><updated>2010-05-24T11:13:14.669-07:00</updated><title type='text'>“Novo Pentecostes para a África”</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/S_rBrrDUGKI/AAAAAAAAAKk/FSi9HCqxYHw/s1600/Sinodo-Africa.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 224px; FLOAT: right; HEIGHT: 167px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5474901253057419426" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/S_rBrrDUGKI/AAAAAAAAAKk/FSi9HCqxYHw/s320/Sinodo-Africa.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Consulta para implementar as proposições do Sínodo estão abertas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Por Nieves San Martín&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;ROMA, domingo, 23 de Maio de 2010 (ZENIT.org).- Como garantir a implementação das proposições da II Assembleia Especial para a África, do Sínodo dos Bispos, que foi realizada no Vaticano em 2009? Este é o principal objetivo da Consulta pós-sinodal que está sendo organizada juntamente pela Cáritas África e o Departamento de Justiça e Paz do Simpósio das Conferências Episcopais da África e Madagascar (SECAM), que começou hoje em Maputo, Moçambique, e terminará no dia 26 de Maio.&lt;br /&gt;"É esperado que a consulta promova a colaboração e sinergia entre várias estruturas eclesiais da África, em especial as organizações da Cáritas e as comissões de Justiça e Paz, para uma abordagem mais forte e efetiva da Igreja até a hora de enfrentar alguns dos desafios identificados pelos padres sinodais e, em consequência, ajudar a construir um continente reconciliado consigo mesmo e com o resto do mundo."&lt;br /&gt;"Um continente em que ‘se encontrem a verdade e o amor, e a justiça e paz se abracem' (Salmo 85)", destaca o segundo vice-presidente da SECAM, bispo Francisco João Silota, de Chimoio, Moçambique, e o presidente da Cáritas África, arcebispo Cyprian Kizito Lwanga, de Campala, Uganda, em sua carta de convite aos participantes, segundo informa o site da Cáritas Internacional.&lt;br /&gt;O convidado principal a esta consulta será o cardeal Peter Turkson, presidente Conselho Pontifício Justiça e Paz, que se pronunciará sobre o tema principal: "O Sínodo dos Bispos para a África - um Novo Pentecostes para a África". Esta intervenção, muito esperada, destacará as áreas prioritárias às quais os assistentes participantes na consulta deveriam dar mais atenção.&lt;br /&gt;A consulta também será uma oportunidade para que os líderes eclesiais na África e suas contraposições do Norte examinem e concretizem modos de colaboração e identifiquem ações prioritárias que integrem o Plano de Ação da SECAM e África em relação à reconciliação, justiça e paz para os próximos anos, com a finalidade de aproveitar o dinamismo criado pelo Sínodo, cujo tema foi "A Igreja na África ao serviço da reconciliação, da justiça e da paz".&lt;br /&gt;"Esperamos 135 participantes, incluindo 3 cardeais e 45 bispos que virão de 45 países. O presidente da SECAM, cardeal Polycarp Pengo, arcebispo de Dar-es-Salaam, Tanzânia, assim como o secretário-geral da Cáritas Internacional, Lesley-Anne Knight, honrarão a consulta com suas presenças."&lt;br /&gt;"Sentimo-nos muito satisfeitos de que esta próxima consulta tenha levantado consideráveis interesses e nosso maior desejo é que as 57 proposições feitas pelos padres sinodais, em Outubro de 2009, se traduzam em um plano realista e concreto para os próximos anos, a fim de apoiar o processo de reconciliação, promover a justiça e apoiar a construção da paz, passos essenciais na luta contra a pobreza", afirmou o secretário executivo da Cáritas África, Jacques Dinan, presidente da Cáritas Maurício.&lt;br /&gt;A consulta, um "Novo Pentecostes para a África", foi inaugurada com uma Missa solene no Domingo de Pentecostes, presidida pelo cardeal Turkson, no pavilhão de Maxaneque, um estádio coberto no centro de Maputo, na presença de representantes do governo e a população de Moçambique. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8774303889241340757-8477817327354568896?l=aefjnportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/feeds/8477817327354568896/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/05/novo-pentecostes-para-africa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/8477817327354568896'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/8477817327354568896'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/05/novo-pentecostes-para-africa.html' title='“Novo Pentecostes para a África”'/><author><name>Secção portuguesa da Rede cristã AEFJN</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16975863732410955901</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/S_rBrrDUGKI/AAAAAAAAAKk/FSi9HCqxYHw/s72-c/Sinodo-Africa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8774303889241340757.post-8298602406746182487</id><published>2010-05-19T23:02:00.000-07:00</published><updated>2010-05-19T23:05:48.467-07:00</updated><title type='text'>DEMOLIÇÕES E DESLOCAÇÕES FORÇADAS EM ANGOLA</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/S_TRGZsdoBI/AAAAAAAAAKc/2umKtEOyT9k/s1600/Demolic-Huila.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 224px; FLOAT: right; HEIGHT: 149px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5473229355068792850" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/S_TRGZsdoBI/AAAAAAAAAKc/2umKtEOyT9k/s320/Demolic-Huila.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;DECLARAÇÃO ACERCA DE DEMOLIÇÕES E DESLOCAÇÕES FORÇADAS EM ANGOLA SUBMETIDA À 47ª SESSÃO DA COMISSÃO AFRICANA DOS DIREITOS HUMANOS E DOS POVOS&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Ex.ma e Caríssima Sra.Presidente da Comissão,&lt;br /&gt;Ex.mos Srs.Comissários,&lt;br /&gt;Distintos Convidados&lt;br /&gt;Vamos apresentar esta declaração em nome da ACC de que sou Presidente, sendo eu, igualmente portador do grito lancinante das vítimas de recentes demolições de casas e deslocações forçadas no Lubango, Angola.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Breve historial&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;O assunto de demolições de casas e deslocações forçadas em Angola pode ser datado desde 2001. No entanto, poucas famílias têm sido compensadas por perdas resultantes de tais actos. Entretanto, nos últimos anos, têm estado a acontecer repetidos casos de demolições pelo país, com especial destaque para as províncias de Luanda, Benguela e Huila. Uma das características típicas desses actos de remoção é a utilização desproporcionada da força contra civis desarmados. Para além disso, algumas dessas deslocações forçadas têm por bases motivacionais interesses de entidades de sectores privados.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Impacto de demolições de casas e deslocamentos forcados recentes&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Em Marco último, por Decreto n.80/GPH/2010, o Governo Provincial da Huila baixou ordens às competentes autoridades para levar avante um processo de demolições e de deslocamentos forçados de 3081 casas na cidade do Lubango, muitas delas pertencentes a famílias deslocadas de guerra e de renda baixa. A razão para tal é que as referidas casas foram construídas no perímetro próximo demais do caminho-de-ferro inter-provincial. Entretanto, a implementação do decreto acima mencionado levou à criação de mais de dez mil pessoas deslocadas internas em situação de emergência humanitária. Para além disso, o governo não providenciou abrigos para os que foram forçosamente arrancados dos seus prévios lugares, tendo sido enviados a 10 quilómetros de distância, numa área onde faltam serviços básicos tais como água, condições de sanidade, electricidade, sem falar de serviços básicos subsidiados tais como a saúde e educação. Além disso, tudo isto aconteceu no pico mais alto da estação chuvosa em que as pessoas precisavam elas mesmas de abrigo para se protegerem e o solo não era apropriado para acomodar as pessoas porque estava cheio de nascentes de água. De acordo com as fontes do Governo, uma criança morreu no processo de deslocamentos forçados. De facto, o impacto de tal medida levou a um indescritível e traumático sofrimento, especialmente sobre os grupos vulneráveis.&lt;br /&gt;As outras fases de demolições de residências estão planeadas para terem lugar no próximo mês de Junho, envolvendo 800 casas, ao longo da linha férrea, na Província da Huila. No entanto, até agora, não foram criadas alternativas para remediar a necessidade de abrigos e outras condições sociais para as pessoas que virão ser afectadas. A última fase irá incluir aquelas pessoas a viverem ao longo dos leitos dos rios, debaixo dos cabos de electricidade e finalmente, todos os casebres e construções informais espalhadas pela cidade do Lubango.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Em face destes eventos recentes, &lt;strong&gt;a ACC apresenta à Comissão dos direitos Humanos e dos Povos a seguinte declaração:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;• A ACC reconhece a necessidade imperativa para a reconstrução urbana depois da destruição de infra-estruturas durante os 27 anos de Guerra civil;&lt;br /&gt;• Por outro lado, a ACC acredita que as demolições de casas e deslocações forçadas acima mencionados, foram conduzidos em contravenção a convenções e paradigmas internacionais e de leis internas;&lt;br /&gt;o A ACC acredita que o Artigo 11, par.1, da Convenção Internacional dos direitos Económicos, Sociais e Culturais que reconhece o direito à qualidade de vida incluindo habitação adequada foi violado;&lt;br /&gt;o Os Princípios e Directrizes Básicas sobre Deslocamentos Forçados, nº33, do relator Especial para Habitação Adequada em relação aos grupos vulneráveis, especialmente crianças, idosos, mulheres gestantes e os portadores de deficiência, não foram observados;&lt;br /&gt;o O mesmo se aplica à Carta Africana dos Direitos Humanos e dos Povos, ratificado pelo Governo de Angola em Janeiro de 1991. Esta Carta diz no seu Artigo 14, que os Estados devem garantir o direito à propriedade;&lt;br /&gt;o O Artigo 37 da Constituicao Angolana e a Resolução 37/2009 da Assembleia Nacional em relação à compensação das pessoas e/ou à criação de condições apropriadas antes de proceder aos deslocamentos forcados e demolições de residências foram igualmente violados.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Recomendações&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Diante destes cenários, a ACC propõe gentilmente à Comissão Africana dos Direitos Humanos e dos Povos e em extensão à União Africana, para solicitar ao Estado Angolano para levar avante as seguintes medidas:&lt;br /&gt;1. Cancelar todas as demolições e deslocamentos forçados e criar uma lei sobre a material em consonância aos parâmetros das leis internacionais e da legislação interna;&lt;br /&gt;2. Compensar todas as vítimas de demolições e deslocamentos forcados de acordo com as leis e directrizes internacionais, bem como em responsabilizar todas as instituições governamentais e entidades do sector privado responsáveis por ilegais e desumanos actos de deslocamentos forçados;&lt;br /&gt;3. Solicitar ao Relator Especial da Comissão Africana sobre os Deslocados Internos, Refugiados e Requerentes de Asilo, a levar avante uma missão de constatação a Angola, como um meio de encorajar o Governo de Angola a ter directrizes claras e específicas relativas ao direito à habituação adequada;&lt;br /&gt;4. Cumprir com as recentes recomendações ao Estado Angola, saídas do Exame Periódico Universal das Nações Unidas, nas questões específicas do direito à habitação adequada;&lt;br /&gt;5. Solicitar ao Governo Angolano a requerer a visita da Relatora Especial das Nações Unidas para a Habitação Adequada para ajudar a construir as directrizes internacionais em relação ao direito à habitação adequada em Angola;&lt;br /&gt;Senhora Presidente, Excelentíssimos Srs.Comissários, Distintos Convidados,&lt;br /&gt;A ACC acredita, onde há um problema, existe sempre uma solução. Nós estamos profundamente agradecidos à sociedade africana e global, que se ergueu a favor das vítimas do Lubango. Finalmente, A ACC acredita que as presentes recomendações poderiam contribuir para a prevenção de novos conflitos e impulsionar uma duradoira e sustentável paz em Angola.&lt;br /&gt;Muito obrigado Senhora Presidente&lt;br /&gt;Lubango, 12 de Maio de 2010.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O Presidente da ACC , Pe.Jacinto Pio Wacussanga&lt;br /&gt;Associacao Construindo Communidades (Association for Building Communities)&lt;br /&gt;Bairro Dr. António Agostinho Neto (Lage).&lt;br /&gt;Telefone Nº00 244 261220519&lt;br /&gt;a.c.c.@nexus.ao&lt;br /&gt;Lubango – Angola&lt;br /&gt;NOTA: Esta Declaração foi lida durante a Sessão da Comissão de 15 de Maio de 2010 &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8774303889241340757-8298602406746182487?l=aefjnportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/feeds/8298602406746182487/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/05/demolicoes-e-deslocacoes-forcadas-em.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/8298602406746182487'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/8298602406746182487'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/05/demolicoes-e-deslocacoes-forcadas-em.html' title='DEMOLIÇÕES E DESLOCAÇÕES FORÇADAS EM ANGOLA'/><author><name>Secção portuguesa da Rede cristã AEFJN</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16975863732410955901</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/S_TRGZsdoBI/AAAAAAAAAKc/2umKtEOyT9k/s72-c/Demolic-Huila.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8774303889241340757.post-6202510888420163972</id><published>2010-05-14T10:17:00.000-07:00</published><updated>2010-05-14T10:19:34.669-07:00</updated><title type='text'>Contemplação e ação na defesa dos pobres e da vida</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/S-2GHky8qLI/AAAAAAAAAKU/7qXo8hClpxc/s1600/11043479.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; FLOAT: right; HEIGHT: 191px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5471176587019593906" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/S-2GHky8qLI/AAAAAAAAAKU/7qXo8hClpxc/s320/11043479.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;FÁTIMA, quinta-feira, 13 de maio 2010 (&lt;a href="http://www.zenit.org/"&gt;ZENIT.org&lt;/a&gt;). - De Fátima, Bento XVI apresentou nesta tarde de quinta-feira um programa para os cristãos comprometidos no âmbito social, no qual supera a histórica divisão entre a contemplação e a ação. Além disso, o Papa pediu pela superação da dicotomia estabelecida ao longo das últimas décadas, que contrapõe o compromisso com a justiça social e a defesa da vida humana.&lt;br /&gt;O Pontífice sintetizou desta maneira os ensinamentos por ele expostos ao longo de seus cinco anos de pontificado e em suas três encíclicas, em um encontro com as organizações da pastoral social na Igreja da Santíssima Trindade, da cidade mariana.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;As lições da crise&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O Pontífice iniciou extraindo lições da atual "crise socioeconómica, cultural e espiritual" e de seu impacto sobre as reflexões dos cristãos.&lt;br /&gt;A doutrina social da Igreja, explicou, não deve ser reduzida ao caráter de um "puro conhecimento intelectual, mas de uma sabedoria que dê sabor e tempero, ofereça criatividade às vias cognoscitivas e operativas para enfrentar tão ampla e complexa crise".&lt;br /&gt;"Que as instituições da Igreja, unidas a todas as organizações não eclesiais, melhorem as suas capacidades de conhecimento e orientações para uma nova e grandiosa dinâmica que conduza para aquela civilização do amor, cuja semente Deus colocou em todo o povo e cultura", pediu o Papa.&lt;br /&gt;"Quem aprende de Deus Amor será inevitavelmente pessoa para os outros. Realmente, o amor de Deus revela-se na responsabilidade pelo outro", acrescentou.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Conjugar contemplação e ação&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Neste sentido, reconheceu que "não é fácil conseguir uma síntese satisfatória da vida espiritual com a ação apostólica".&lt;br /&gt;"A pressão exercida pela cultura dominante, que apresenta com insistência um estilo de vida fundado sobre a lei do mais forte, sobre o lucro fácil e fascinante, acaba por influir sobre o nosso modo de pensar, os nossos projetos e as perspectivas do nosso serviço, com o risco de esvaziá-los da motivação da fé e da esperança cristã que os tinha suscitado."&lt;br /&gt;"Os pedidos numerosos e prementes de ajuda e amparo que nos dirigem os pobres e marginalizados da sociedade impelem-nos a buscar soluções que estejam na lógica da eficácia, do efeito visível e da publicidade."&lt;br /&gt;A síntese entre contemplação e ação, porém, lembrou Bento XVI aos presentes, "é absolutamente necessária (...) para poderdes, amados irmãos, servir Cristo na humanidade que vos espera".&lt;br /&gt;"Neste mundo dividido, impõe-se a todos uma profunda e autêntica unidade de coração, de espírito e de ação."&lt;br /&gt;Para tal, o Papa pediu que seja clara a orientação das instituições humanitárias ligadas à Igreja.&lt;br /&gt;"A firmeza da identidade das instituições é um serviço real, com grandes vantagens para os que dele se beneficiam. Passo fundamental, além da identidade e unido a ela, é conceder à atividade caritativa cristã autonomia e independência da política e das ideologias, ainda que em cooperação com organismos do Estado para atingir fins comuns."&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Justiça social e defesa da vida&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;À luz destas reflexões, o Pontífice pediu também pela superação das divisões verificadas no comprometimento social de alguns católicos, que por vezes veem no auxílio aos mais pobres e na defesa da vida - em especial dos não-nascidos - elementos contraditórios.&lt;br /&gt;"Vossas atividades assistenciais, educativas ou caritativas sejam completadas com projetos de liberdade que promovam o ser humano, na busca da fraternidade universal. Aqui se situa o urgente empenhamento dos cristãos na defesa dos direitos humanos, preocupados com a totalidade da pessoa humana nas suas diversas dimensões."&lt;br /&gt;Por isso, expressou seu "profundo apreço a todas aquelas iniciativas sociais e pastorais que procuram lutar contra os mecanismos socioeconómicos e culturais que levam ao aborto e que têm em vista a defesa da vida e a reconciliação e cura das pessoas feridas pelo drama do aborto".&lt;br /&gt;"As iniciativas que visam tutelar os valores essenciais e primários da vida, desde a sua concepção, e da família, fundada sobre o matrimônio indissolúvel de um homem com uma mulher, ajudam a responder a alguns dos mais insidiosos e perigosos desafios que hoje se colocam ao bem comum", destacou.&lt;br /&gt;"Tais iniciativas constituem, juntamente com muitas outras formas de compromisso, elementos essenciais para a construção da civilização do amor", finalizou. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8774303889241340757-6202510888420163972?l=aefjnportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/feeds/6202510888420163972/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/05/contemplacao-e-acao-na-defesa-dos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/6202510888420163972'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/6202510888420163972'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/05/contemplacao-e-acao-na-defesa-dos.html' title='Contemplação e ação na defesa dos pobres e da vida'/><author><name>Secção portuguesa da Rede cristã AEFJN</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16975863732410955901</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/S-2GHky8qLI/AAAAAAAAAKU/7qXo8hClpxc/s72-c/11043479.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8774303889241340757.post-7098244994259250977</id><published>2010-05-10T10:18:00.000-07:00</published><updated>2010-05-10T10:20:19.697-07:00</updated><title type='text'>Trabalho infantil alastra em África devido à pobreza</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/S-hAQ8UygQI/AAAAAAAAAKM/kZfWWc19bJk/s1600/trabalho-infantil.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; FLOAT: right; HEIGHT: 213px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5469692407256875266" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/S-hAQ8UygQI/AAAAAAAAAKM/kZfWWc19bJk/s320/trabalho-infantil.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;No Mundo há 215 milhões de crianças sujeitas a tarefas laborais. Quase metade corre mesmo perigo físico.&lt;br /&gt;A OIT divulga agora o seu relatório e lança um alerta que também soa a autocrítica. É que "houve um abrandamento no decréscimo" do fenómeno face às realidades detectadas quatro anos antes. "Isto pede uma campanha mais enérgica", admitem os tutores da campanha mundial lançada em 1992 e que estipulava o ano de 2016 como a meta em que "as formas mais graves de trabalho infantil sejam eliminadas". Em 2010, o documento da OIT admite que tal objectivo possa estar comprometido. Os números dizem respeito ao quadriénio 2004-08, em cujo começo havia 222 milhões de crianças "activas economicamente". No ano 2000, elas eram 245,5 milhões.&lt;br /&gt;A África a Sul do Sara registou um aumento em números relativos e absolutos. Na região equatorial desse continente uma em cada quatro crianças trabalha e há mesmo um dos países, o Mali, em que metade das crianças estão sujeitas a tarefas "profissionais".&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Agricultura é terreno fácil&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;É nas actividades agrícolas que predomina o recurso a trabalho infantil, confirma o relatório da OIT. Essa realidade corresponde a 60% dos casos detectados em todo o Mundo. A maior parte dessas crianças trabalha para a família, devido à situação de pobreza em que esta vive. "Temos de ir ao encontro das formas escondidas do trabalho infantil", alerta a OIT, confirmando que muitas destas situações "estão enraizadas na pobreza".&lt;br /&gt;Segundo o relatório, a crise económica mundial estará a contribuir para que o trabalho infantil não decresça a ritmo mais acelerado, sobretudo nas formas mais pesadas. Mas, de acordo com o director-geral da OIT, "a desaceleração económica não pode ser desculpa". Muitas das crianças visadas no relatório trabalham à noite, em condições insalubres, com exposição a químicos, em alturas perigosas, debaixo de terra ou de água e sujeitas a maus-tratos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;JN  9.05.2010&lt;br /&gt;EDUARDA FERREIRA&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=1564967"&gt;http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=1564967&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8774303889241340757-7098244994259250977?l=aefjnportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/feeds/7098244994259250977/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/05/trabalho-infantil-alastra-em-africa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/7098244994259250977'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/7098244994259250977'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/05/trabalho-infantil-alastra-em-africa.html' title='Trabalho infantil alastra em África devido à pobreza'/><author><name>Secção portuguesa da Rede cristã AEFJN</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16975863732410955901</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/S-hAQ8UygQI/AAAAAAAAAKM/kZfWWc19bJk/s72-c/trabalho-infantil.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8774303889241340757.post-751403074251721995</id><published>2010-05-09T14:46:00.000-07:00</published><updated>2010-05-09T14:50:22.971-07:00</updated><title type='text'>APELO: PRÉMIO NOBEL DA PAZ 2011 PARA AS MULHERES AFRICANAS</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/S-cuE5w4otI/AAAAAAAAAKE/aQqpFu9xRG8/s1600/Darfur-1.bmp"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 150px; FLOAT: right; HEIGHT: 150px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5469390934224970450" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/S-cuE5w4otI/AAAAAAAAAKE/aQqpFu9xRG8/s320/Darfur-1.bmp" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A África caminha com os pés das mulheres. No desafio da sobrevivência, todos os dias centenas de milhares de mulheres africanas percorrem as estradas do continente à procura de uma paz duradoura e de uma vida digna. Num continente massacrado há séculos, marcado pela pobreza e sucessivas crises económicas, o papel desenvolvido pelas mulheres é notório.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A campanha, nascida na Itália, já percorre o mundo para incentivar a entrega do Prémio Nobel da Paz de 2011 para as mulheres africanas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A proposta é da CIPSI, coordenação de 48 associações de solidariedade internacional, e da ChiAma África, surgida no Senegal, em Dakar, durante o seminário internacional por um Novo Pacto de Solidariedade entre Europa e África, que aconteceu de 28 a 30 de dezembro de 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chama a atenção a luta e o crescente papel que as mulheres africanas desenvolvem, tanto nas aldeias, quanto nas grandes cidades, em busca de melhor condição de vida. São elas que sustentam a economia familiar realizando qualquer atividade, principalmente na economia informal, que permite cada dia reproduzir o milagre da sobrevivência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem na África milhares de cooperativas que reúnem mulheres envolvidas na agricultura, no comércio, na formação, no processamento de produtos agrícolas. Há décadas, elas são protagonistas também na área de microfinanças, e foi graças ao microcrédito que surgiram milhares de pequenas empresas, beneficiando o desenvolvimento económico e social, nas áreas mais remotas até as mais desenvolvidas do continente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de terem destaque cada vez mais crescente na área de geração de emprego e renda, as mulheres, com seu natural instinto materno e protetor, lutam pela defesa da saúde, principalmente, contra o HIV e a malária. São elas, as mulheres africanas, que promovem a educação sanitária nas aldeias. E, além de tudo, lutam para combater uma prática tão tradicional e cruel na região: a mutilação genital.&lt;br /&gt;São milhares as organizações de mulheres comprometidas na política, nas problemáticas sociais, na construção da paz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na África varrida pelas guerras, as mulheres sofrem as penas dos pais, dos irmãos, dos maridos, dos filhos destinados ao massacre e sabem, ainda, acolher os pequenos que ficam órfãos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“As mulheres africanas tecem a vida”, escreve a poetisa Elisa Kidané da Eritréia.&lt;br /&gt;Sem o hoje das mulheres, não haveria nenhum amanhã para a África.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em virtude de toda essa luta e para reconhecer o papel de todas elas é que surgiu a proposta de lançar uma Campanha Internacional para dar o Prémio Nobel da Paz de 2011, a todas as mulheres africanas. Trata-se de uma proposta diferente, já que esta não é uma campanha para atribuir o Nobel a uma pessoa singular ou a uma associação, mas sim, um Prémio Coletivo, a todas essas guerreiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ideia é lançar um manifesto assinado por milhões de pessoas, por personalidades reconhecidas internacionalmente e criar comités nacionais e internacionais na África e em outros continentes. Além de recolher assinaturas, a campanha deve estimular também encontros organizados com mulheres africanas, convenções e iniciativas de movimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós, latino-americanos e latino-americanas, temos muito sangue africano em nossas veias e em nossas culturas. Vamos gritar nossa solidariedade com a África assinando a petição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A criatividade dos Movimentos Sociais e Populares, das ONGs, grupos religiosos, universidades, sindicatos, etc., pode inventar mil atividades para difundir essa iniciativa e colocar a mulher africana no centro da opinião pública do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode-se criar comités, eventos com debates sobre a África, show de artistas locais, palestras nas universidades, nos bairros, nas praças, lançamentos da coleta de assinaturas, etc. Nossa criatividade vai fortalecer os caminhos da África.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os membros da campanha são todos aqueles que assinarem a petição online. E para fazê-lo é simples. Para assinar a petição, aceda ao link: &lt;a href="http://www.noppaw.net/?page_id=16"&gt;http://www.noppaw.net/?page_id=16&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para mais informações, contate a Campanha pelo endereço: &lt;a href="mailto:info@noppaw.org"&gt;info@noppaw.org&lt;/a&gt; ou &lt;a href="mailto:segretaria@noppaw.org"&gt;segretaria@noppaw.org&lt;/a&gt; ou no site &lt;a href="http://www.noppaw.org/"&gt;http://www.noppaw.org/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[ADITAL] Agência de Informação Frei Tito para a América Latina&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.adital.com.br/"&gt;http://www.adital.com.br/&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8774303889241340757-751403074251721995?l=aefjnportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/feeds/751403074251721995/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/05/apelo-premio-nobel-da-paz-2011-para-as.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/751403074251721995'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/751403074251721995'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/05/apelo-premio-nobel-da-paz-2011-para-as.html' title='APELO: PRÉMIO NOBEL DA PAZ 2011 PARA AS MULHERES AFRICANAS'/><author><name>Secção portuguesa da Rede cristã AEFJN</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16975863732410955901</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/S-cuE5w4otI/AAAAAAAAAKE/aQqpFu9xRG8/s72-c/Darfur-1.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8774303889241340757.post-357733194117717851</id><published>2010-05-07T01:09:00.000-07:00</published><updated>2010-05-07T01:14:24.239-07:00</updated><title type='text'>Mundial de Futebol na África do Sul: católicos contra indústria do sexo</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/S-PLIKdc0mI/AAAAAAAAAJ8/Wa1ofqHkd60/s1600/napier.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 191px; FLOAT: right; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5468437713665184354" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/S-PLIKdc0mI/AAAAAAAAAJ8/Wa1ofqHkd60/s320/napier.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;O Cardeal Napier fala do risco de tráfico humano durante o Campeonato Mundial de Futebol&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Por Mariaelena Finessi&lt;br /&gt;DURBAN, quinta-feira, 6 de Maio de 2010 (&lt;a href="http://www.zenit.org/"&gt;ZENIT.org&lt;/a&gt;). A experiência demonstra que todo grande evento desportivo atrai numerosos turistas, o que incorre num aumento da demanda de favores sexuais.&lt;br /&gt;Para a Campeonato Mundial de Futebol 2010 (que acontecerá de 11 de Junho a 11 de Julho deste ano), prevê-se a chegada de centenas de milhares de apaixonados por futebol à África do Sul.&lt;br /&gt;As organizações de proteção às crianças e de direitos humanos advertem que o tráfico de pessoas pode se agravar com a chegada ilegal ao país de adultos e crianças, que vêm da Ásia, Europa Oriental e de outras regiões de África, para fomentar a indústria do sexo.&lt;br /&gt;Nesta ocasião, a Igreja Católica se prepara para acolher as equipas e visitantes, é claro, mas também para tomar iniciativas de combate ao risco de exploração (veja em &lt;a href="http://www.churchontheball.com/"&gt;http://www.churchontheball.com/&lt;/a&gt;).&lt;br /&gt;O arcebispo de Durban, cardeal Wilfrid Fox Napier, explica nesta entrevista à Zenit as atitudes a serem tomadas pela Igreja em favor dos direitos humanos.&lt;br /&gt;Mostra que a iniciativa de uma maior distribuição de preservativos não é eficiente na contenção da difusão do HIV: "É como dizer que o único modo de curar o alcoolismo será dando bebidas gratuitamente a todos os alcoólatras".&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;Eminência, o que diz sobre o risco de que se aumente a prostituição de menores em razão do Campeonato Mundial de Futebol?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cardeal Napier:&lt;/strong&gt; Há sinais de que as máfias dedicadas a isto entraram em ação. Também são crescentes as notícias de crianças desaparecidas e de casos de adolescentes e jovens adultos que são apanhados em oportunidades de trabalho "boas demais para se poder resistir".&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;Há atividades específicas que a Igreja gostaria de promover neste evento? &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cardeal Napier:&lt;/strong&gt; Nós estamos realizando muito trabalho de sensibilização e divulgação de informação, usando casos reais aplicáveis. Da mesma maneira, estamos cobrando as escolas católicas e as associações de mulheres para darem maior alcance à atividade de divulgação do tema relacionado aos direitos humanos. Por outro lado, eu devo dizer que o governo também tem o mérito de fazer um grande trabalho, mostrando-se aberto a colaborar com as organizações não-governamentais.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- A Igreja Católica é a única que intervém?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cardeal Napier:&lt;/strong&gt; Outras Igrejas e associações cristãs, como também as pessoas de outras religiões, estão cada vez mais participativas, por exemplo, a Conferência Mundial sobre Religião e Paz, o Conselho Inter-Religioso KwaZulu e o Fórum Nacional de Líderes Religiosos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- A verdadeira preocupação se deve ao medo de uma transmissão maior do vírus HIV face à demanda maior no mercado do sexo. Recentemente, a Grã-Bretanha anunciou que daria 42 milhões de preservativos à África do Sul em resposta a um pedido deste mesmo país que, especificamente para a Copa do Mundo, instituiu um programa de prevenção ao HIV. Qual é o seu ponto de vista?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cardeal Napier:&lt;/strong&gt; O Governo de Jacob Zuma nunca deixa de surpreender! Poucas semanas atrás, uma campanha anti-HIV / AIDS foi iniciada e muito divulgada, cujo objetivo é que 15 milhões de pessoas façam o teste de HIV, mas o segundo passo, deste mesmo governo, é aceitar, ou "pedir e aceitar", 42 milhões de preservativos da Grã-Bretanha. É uma loucura!&lt;br /&gt;Diz-se que os preservativos são para a Copa do Mundo: mas só se esperam para o evento entre 250.000 e 300.000 apaixonados pelo futebol; e considerando, obviamente, que nem todos têm um estilo de vida promíscuo, a quem são destinados realmente estes preservativos? Não é talvez outro exemplo da decadência do Ocidente e de sua vontade de vender seus decadentes bens às decadentes elites emergentes?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- O debate afecta o contexto e a legitimidade da indústria do sexo: os peritos dizem que o único modo para prevenir o tráfico de seres humanos é penalizar a prostituição e promulgar leis antitráfico. O que poderia ser feito, em sua opinião? &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cardeal Napier:&lt;/strong&gt; É como dizer: "O único modo para curar o alcoolismo é dar bebidas gratuitamente a todos os alcoólatras". Tampouco faz sentido remover as poucas limitações jurídicas ao imponente tráfico de meninas e moças. Em todo caso, a legislação pertinente deve ser específica e tipificada: esses que escravizam a vítima de abuso e contra os que se aproveitam disto, contra esses mesmos homens que "usam" as prostitutas.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Uma última pergunta: como nasceu a oração especial para o Campeonato Mundial de Futebol FIFA 2010?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cardeal Napier:&lt;/strong&gt; A oração, como também outros meios de atenção espiritual das igrejas, estará à disposição durante o Campeonato Mundial de Futebol e é fruto de um acordo entre vários âmbitos: conferências episcopais, dioceses e paróquias. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8774303889241340757-357733194117717851?l=aefjnportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/feeds/357733194117717851/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/05/mundial-de-futebol-na-africa-do-sul.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/357733194117717851'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/357733194117717851'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/05/mundial-de-futebol-na-africa-do-sul.html' title='Mundial de Futebol na África do Sul: católicos contra indústria do sexo'/><author><name>Secção portuguesa da Rede cristã AEFJN</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16975863732410955901</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/S-PLIKdc0mI/AAAAAAAAAJ8/Wa1ofqHkd60/s72-c/napier.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8774303889241340757.post-3989654580872826190</id><published>2010-04-29T02:19:00.000-07:00</published><updated>2010-04-29T02:21:05.511-07:00</updated><title type='text'>Imigrantes submetidos a “exploração intolerável”</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/S9lPdl5p6FI/AAAAAAAAAJ0/qpSkHyiC8Eg/s1600/Migrantes.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; FLOAT: right; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5465486992599541842" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/S9lPdl5p6FI/AAAAAAAAAJ0/qpSkHyiC8Eg/s320/Migrantes.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;RABAT, quarta-feira, 28 de abril de 2010 (&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.zenit.org/"&gt;&lt;strong&gt;ZENIT.org&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;).- Os bispos do Norte da África, reunidos em Rabat, em Marrocos, denunciaram o que chamaram de "exploração intolerável" a que estão submetidos os imigrantes.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A reunião da Conferência Episcopal Regional do Norte da África (CERNA), realizada em Rabat entre os dias 20 e 24 de abril, possibilitou um frutífero intercâmbio de opiniões sobre a situação dos países e das Igrejas da região, afirma um comunicado enviado à agência Fides.&lt;br /&gt;Mesmo em meio à diversidade de situações que caracteriza a vida na região, foi possível constatar como os participantes do encontro estiveram unidos pela intenção de servir as comunidades católicas a eles confiadas, com base na liberdade religiosa reconhecida pelos Estados.&lt;br /&gt;Os bispos do Norte da África buscam atuar em colaboração ecumênica com outras igrejas cristãs reconhecidas, vivendo e trabalhando - sem qualquer espírito de proselitismo - diretamente com as populações, em sua maior parte muçulmanas, que os acolhem e com as quais têm estreitos laços de amizade.&lt;br /&gt;Os prelados sublinharam a solidariedade vivida como experiência no serviço aos menos favorecidos, em colaboração com as associações da sociedade civil nos países do Maghreb.&lt;br /&gt;A reunião da CERNA abordou em particular a questão dos imigrantes "em situação irregular", especialmente as mulheres e crianças, particularmente vulneráveis, a ponto de muitos deles estarem submetidos a uma "exploração intolerável".&lt;br /&gt;"Diante deste problema, que exige uma maior atenção por parte da comunidade das nações, os membros da CERNA trocaram opiniões sobre a assistência humanitária e pastoral, uma ajuda modesta, mas muito concreta, segundo o espírito do Evangelho e em conformidade com o magistério da Igreja."&lt;br /&gt;Discutiu-se ainda o papel das bibliotecas disponibilizadas para os estudantes de todas as dioceses, como locais de encontro e diálogo intercultural, e foram definidas as disposições para que estes trabalhos continuem.&lt;br /&gt;Os quatro delegados da CERNA presentes na 2ª Assembléia Especial para a África, do Sínodo dos Bispos, apresentaram as conclusões do sínodo e destacaram a atenção dada pelos prelados às relações entre o Maghreb o restante do continente africano.&lt;br /&gt;Os membros da CERNA que participaram dos trabalhos preparativos do Sínodo para o Oriente Médio, que será realizado em outubro, analisaram os meios pelos quais o envio de pessoal religioso oriundo do Oriente Médio poderia ser útil às dioceses norte-africanas.&lt;br /&gt;A próxima reunião da CERNA será realizada na Argélia, entre 29 de janeiro e 3 de fevereiro de 2011. Nesta ocasião, será aprovado um documento teológico sobre a presença da Igreja nos países do Norte da África. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8774303889241340757-3989654580872826190?l=aefjnportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/feeds/3989654580872826190/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/04/imigrantes-submetidos-exploracao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/3989654580872826190'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/3989654580872826190'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/04/imigrantes-submetidos-exploracao.html' title='Imigrantes submetidos a “exploração intolerável”'/><author><name>Secção portuguesa da Rede cristã AEFJN</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16975863732410955901</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/S9lPdl5p6FI/AAAAAAAAAJ0/qpSkHyiC8Eg/s72-c/Migrantes.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8774303889241340757.post-3268585982141570710</id><published>2010-04-28T02:43:00.000-07:00</published><updated>2010-04-28T02:46:58.948-07:00</updated><title type='text'>Recessão global condena 53 milhões à miséria</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/S9gECGeBZnI/AAAAAAAAAJs/4fJRYtRkawQ/s1600/8_metas.png"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; FLOAT: right; HEIGHT: 319px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5465122581956879986" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/S9gECGeBZnI/AAAAAAAAAJs/4fJRYtRkawQ/s320/8_metas.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;WASHINGTON, 27 de abril de 2010 (&lt;a href="http://www.zenit.org/"&gt;ZENIT.org&lt;/a&gt;). – A crise económica global levará à "extrema pobreza" 53 milhões de pessoas e causará, dentro dos próximos cinco anos, a morte de mais de um milhão de crianças, segundo um relatório elaborado em conjunto pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O relatório, mencionado na edição de domingo do “&lt;em&gt;Observatore Romano&lt;/em&gt;”, avalia a realização das Metas do Milénio estabelecidas pela ONU em 2000.&lt;br /&gt;Apesar disso, o número de pessoas consideradas pobres em – que vivem com menos de 1,25 dólares por dia – se reduzirá, até 2015, à metade dos números registrados em 1990.&lt;br /&gt;A crise económica de 2008-2009 e a alta nos preços dos alimentos que a precedeu terão consequências devastadoras para a população mundial.&lt;br /&gt;Quase 1 milhão de pessoas devem enfrentar graves dificuldades para ter acesso a alimento, e as mais vulneráveis, como crianças, mulheres grávidas e idosos, estarão sob risco de morte.&lt;br /&gt;De acordo com a maioria dos especialistas, as oito Metas para o Milênio não poderão ser alcançadas nos prazos estabelecidos. Particularmente, a meta de reduzir a mortalidade infantil nos países em desenvolvimento para 34 por mil é bastante inverossímil. Segundo analistas, esta taxa será, em 2015, de cerca de 68 por mil.&lt;br /&gt;Foi também apresentado em Washington o relatório do FMI sobre a situação econômica na África subsaariana. O crescimento económico médio da região em 2010 deverá fica em torno dos 4,75%, e em 2011, em 5,75%, contra os 2% registrados em 2009.&lt;br /&gt;“A relativamente contida recessão económica da região deve-se à saúde geral das economias locais no ano anterior à crise, e às políticas macro-econômicas implementadas em vários países”, diz o relatório.&lt;br /&gt;A situação da fome na região permanece, no entanto, em níveis alarmantes. Cerca de 10 milhões de pessoas estão sendo afetadas pela grave crise alimentar que se abateu sobre vários países da região norte-africana do Sahel. Em especial, segundo dados da ONU, 7,8 milhões de habitantes no Níger se encontram em “estado de insegurança alimentar”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Nieves San Martín) &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8774303889241340757-3268585982141570710?l=aefjnportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/feeds/3268585982141570710/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/04/recessao-global-condena-53-milhoes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/3268585982141570710'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/3268585982141570710'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/04/recessao-global-condena-53-milhoes.html' title='Recessão global condena 53 milhões à miséria'/><author><name>Secção portuguesa da Rede cristã AEFJN</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16975863732410955901</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/S9gECGeBZnI/AAAAAAAAAJs/4fJRYtRkawQ/s72-c/8_metas.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8774303889241340757.post-3841348257656837430</id><published>2010-04-25T22:43:00.000-07:00</published><updated>2010-04-25T22:47:22.792-07:00</updated><title type='text'>Um rosto africano para a Igreja em Gana</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/S9Uo4kn_F4I/AAAAAAAAAJk/BFdAW0y54dg/s1600/Archbishop_Gabriel_Charles_Palmer-Buckle_26.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; FLOAT: right; HEIGHT: 295px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5464318675253139330" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/S9Uo4kn_F4I/AAAAAAAAAJk/BFdAW0y54dg/s320/Archbishop_Gabriel_Charles_Palmer-Buckle_26.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Entrevista com o arcebispo de Acra&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;ACRA, domingo, 25 de abril de 2010 (&lt;a href="http://www.zenit.org/"&gt;ZENIT.org&lt;/a&gt;).- A Igreja Católica em Gana tem pouco mais de 125 anos e está fazendo a transição para ser uma Igreja missionária verdadeiramente ligada ao país, utilizando os idiomas locais para a Bíblia e o culto.&lt;br /&gt;Embora esse processo esteja em andamento, ainda existem muitos desafios para superar.&lt;br /&gt;Nesta entrevista concedida ao programa de televisão "Deus chora na Terra", deCatholic Radio and Television Network (CRTN) em colaboração com Ajuda à Igreja que Sofre, Dom Gabriel Palmer-Bucke, arcebispo de Acra (Gana), analisa os progressos e o trabalho a se realizar.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;-O lema dos missionários era: "a África deve ser evangelizada pelos africanos". Até que ponto isso está na atual realidade em Gana?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;-Dom Palmer-Buckle: De fato, foi o Papa Paulo VI que em uma ocasião em 1969, na fundação do que chamamos de Simpósio das Conferências Episcopais da África e Madagascar, disse: "Devem ter um cristianismo africano".&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;-E isso tem ocorrido em Gana?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;-Dom Palmer-Buckle: Em grande parte sim. Agora temos 19 dioceses em Grana, e todos os bispos são locais. De fato, há dioceses que já vão para a quarta geração de bispos de Gana. O último bispo estrangeiro creio que deixou Gana no início dos anos 70.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;-Qual foi a importância desses primeiros missionários para a Igreja em Gana?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;-Dom Palmer-Bucke: Devemos dar graças a Deus por eles. Começaram em 1880, os padres SMA - Sociedade dos Missionários da África - foram os primeiros a vir para o sul, a Elmina, próximo de Cape Coast, na costa, e começaram a evangelização de forma gradual ao longo da costa até o norte.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;-Com grandes sofrimentos físicos... para esses europeus que vieram a Gana, não?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;-Dom Palmer-Buckle: Sim. Gana naquele tempo era chamada de cemitério do homem branco, porque muitos morriam de malária em seis ou oito semanas após sua chegada. Mas devemos agradecer a Deus por sua persistência, sua perseverança... Os missionários continuam vindo. Vieram homens e mulheres. Nossa Senhora dos Apóstolos, que é a congregação feminina dos SMA, também veio em 1882, para evangelizar gradualmente o sul. No norte havia os SMA, que baixavam naquela época de Uagadugu, em Alto Volta, agora Burkina Faso, e se estabeleceram em 1906 em Nayrongo. Eles começaram a evangelização da zona norte também de forma gradual, descendo e alcançando a zona central do país. Hoje, segundo as estatísticas de Gana, deve ter cerca de 1.400 sacerdotes e entre eles cerca de 1.000 são ganeses e indígenas.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;-Portanto há um bom fundamento?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;-Dom Palmer-Buckle: Muito bom. Temos cerca de 800 irmãs religiosas, das quais quase metade ou mais são indígenas, são ganesas. Temos cerca de 600 religiosos e mais da metade também é de Gana.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;-Há muitas esperanças para a Igreja local?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;-Dom Palmer-Buckle: Muitas, muitas esperanças. De fato, muito mais desafios devido às pessoas. O país tem uma população de cerca de 22 milhões. A população católica é ligeiramente inferior a 20% da população total. Os protestantes - anglicanos, metodistas, presbiterianos, batistas entre outros - somam cerca de 18% também, um pouco menos que os católicos. Os muçulmanos são cerca de 16%. Os petencostais são ainda mais agora. Eles entraram em algum momento de 1929.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;-Mas estão crescendo com rapidez?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;-Dom Palmer-Buckle: Muito rápido. São cerca de 24% da população. Assim, Gana pode se vangloriar de que 68% da população é cristã.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;-As pessoas de Gana têm um profundo amor pela Palavra de Deus. De fato, diz-se que se alguém vai ao mercado e começa a pregar, os que estão no mercado param e escutam porque é a Palavra de Deus. De onde vem esse amor pela Palavra?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;-Dom Palmer-Buckle: Não só pregam a Palavra de Deus. As pessoas conhecem as Escrituras muito bem. Temos de dizer que devemos agradecer as Igrejas protestantes e, em especial os petencostais, por terem feito crescer o amor pela Palavra de Deus, as Escrituras, a Bíblia. Mas também temos de dizer que trabalhamos juntos de modo ecumênico. Por exemplo: no ano passado, Gana celebrou seu 50° aniversário como país independente, e um dos projetos do Conselho Cristão e da Conferência Episcopal Ganesa distribuiu um milhão de Bíblias aos jovens nas escolas secundárias. Já distribuímos 250.000 - não só na Igreja Católica, mas em toda família cristã. Estamos distribuindo ainda mais porque novo povo gosta de ler as Escrituras.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;-Gana não é apenas cristã, ainda existem muitas religiões tradicionais. Quais são as diversas formas de religiões tradicionais que ainda existem em Gana?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;-Dom Palmer-Buckle: Em nosso último censo que ocorreu no ano 2000, apenas 8% da população ainda se mantém na religião tradicional.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;-Seriam animistas, essas religiões das quais falamos?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;-Dom Palmer-Buckle: A palavra "animismo" já não é muito usada devido a que o animismo significa crer em espíritos. Acreditamos no Espírito Santo, mas nós somos animistas? A diferença é que eles acreditam que a floresta tem espíritos, que as águas têm espíritos, as rochas têm espíritos, toda a criação possui espíritos e eles continuam vivendo com essas coisas e o que admiramos disso é seu respeito pela criação, seu respeito pela ecologia. Esta é uma das coisas que nós estamos lidando: a proteção da criação, a conservação do meio ambiente. Estamos focando nisso e parece que há uma boa ressonância.&lt;br /&gt;Outra coisa deles que temos de avaliar é que eles mantiveram nossa forma de governo tradicional: muitos de nossos chefes celebram ritos, que se encaixam em sua cultura religiosa e eles conservaram. Também mantiveram unida a família, o respeito entre pai, mãe e filhos; mantiveram esses aspectos e estão começando a ver que o cristianismo, em um determinado momento, acentuou mais a salvação dos indivíduos contra a perspectiva comunitária e social da comunidade, na história da salvação. Estamos dando continuidade e focando nisso.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;-Fazer-se cristão significa muitas vezes abandonar alguns aspectos tradicionais. Onde e como estão tentando encontrar na Igreja um equilíbrio nesse aspecto?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Monsenhor Palmer-Buckle: Devemos admitir que, desde mais ou menos 1880 até o Vaticano II, a mentalidade foi que todos os tradicionais eram pagãos, era demoníaco, e não era bom. Graças ao Vaticano II, a Igreja nos permitiu apreciar os valores de nossa cultura. Estamos começando a nos dar conta de que há muito em comum, por exemplo, nos ritos de nosso povo. Eu venho de Acra; lá existem ritos de tirar, de expor a criança quando nasce.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;-Que é isso?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;-Dom Palmer-Buckle: Isso significa que recebe um nome. Exibem a criança diante do público. Dão-lhe um nome, que normalmente é um nome de um ancestral que viveu uma boa vida, porque acreditam que o ancestral escolhido protegerá a criança. A criança não se torna propriedade de seus pais, mas de todo o clã, e o clã assume sua responsabilidade para com a criança. Esse é um belo rito. Fiz minha tese de doutorado sobre isso, para mostrar sua semelhança com o batismo, com o qual uma pessoa renasce na família de Deus e é dado um nome a ela.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;-Será que integram o batismo nesse ritual tradicional?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;-Dom Palmer-Buckle: Em muitos lugares sim, eles têm um ritual tradicional pela manhã, muito cedo, pois deve ocorrer antes do nascer do sol e, logo, acontece o batismo na tarde de sábado.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;-Há elementos da religião tradicional que a Igreja tem de rejeitar como a poligamia e temas similares. Como a Igreja trabalha com as culturas locais e tradicionais para tentar lidar com esse tipo de problema?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;-Dom Palmer-Buckle: Não só a poligamia, temos também ritos muito violentos relacionados com a viuvez e outros ritos que tentamos lidar...&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;-Poderia nos dar alguns exemplos?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;-Dom Palmer-Buckle: Quando morre o marido de uma mulher, ela é maltratada e, em algumas ocasiões, submetida a várias formas de crueldade, que podem culminar até na expulsão de casa.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;-Por que pensam que de alguma forma ela seria responsável pela morte de seu marido?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;-Dom Palmer-Buckle: Em alguns casos, de maneira ignorante, pensa-se assim. Em outros casos, é uma espécie de terapia de choque para que ela consiga superar o fato de ter perdido seu marido. Assim há aspectos positivos e aspectos negativos - devido à maldade humana algumas vezes os negativos ocultam os positivos.&lt;br /&gt;Agora a poligamia por exemplo. Um homem é casado com duas ou três mulheres, tem filhos, todos trabalham com ele em uma fazenda, adquiriram juntos a propriedade, os filhos são mão de obra para a fazenda. Agora, a dificuldade do cristianismo foi chegar e dizer ao homem: deixe duas de suas três esposas e mande seus filhos para longe...&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;-Na prática, um homem vem ao senhor e diz: quero ser cristão, quero me batizar, vivo em uma relação de poligamia, tenho quatro esposas. Como a Igreja responde numa situação dessas?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Dom Palmer-Buckle: Oficialmente lhe dizemos o que diz a Igreja: um homem, uma mulher. Normalmente, aconselhamos que o homem deve eleger a mulher mais antiga dos relacionamentos, mas também tentamos ajudá-lo a cuidar de seus filhos e das mulheres sem fazer uso dos direitos conjugais que ofendem a moralidade cristã, o adultério. E não é fácil. Houve casos em que os descendentes dessas mulheres, junto com o homem, culparam a Igreja de arruinar seu sistema familiar porque em muitos lugares vivem em paz uns com os outros. Os meninos se identificavam com as três mulheres como suas mães e, quando falta o pai, as mulheres cuidam de todos os filhos. Mas há outras situações, com muita rivalidade entre as mulheres e entre seus filhos, o que cria muita dor.&lt;br /&gt;Então, o que tentamos fazer é acompanhá-los enquanto crescem. Uma vez que aceitam Cristo, devemos acompanhá-los no crescimento de sua fé, enquanto crescem no conhecimento. Pela graça de Deus, os que foram batizados, eliminam o que chamamos de restos pecaminosos de coisas como a poligamia, ritos da viuvez e outros ritos que não estão em acordo com a fé cristã.&lt;br /&gt;--- --- ---&lt;br /&gt;Na internet: &lt;a href="http://www.wheregodweeps.org/"&gt;http://www.wheregodweeps.org/&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8774303889241340757-3841348257656837430?l=aefjnportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/feeds/3841348257656837430/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/04/um-rosto-africano-para-igreja-em-gana.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/3841348257656837430'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/3841348257656837430'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/04/um-rosto-africano-para-igreja-em-gana.html' title='Um rosto africano para a Igreja em Gana'/><author><name>Secção portuguesa da Rede cristã AEFJN</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16975863732410955901</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/S9Uo4kn_F4I/AAAAAAAAAJk/BFdAW0y54dg/s72-c/Archbishop_Gabriel_Charles_Palmer-Buckle_26.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8774303889241340757.post-7450202038911726368</id><published>2010-04-23T23:59:00.000-07:00</published><updated>2010-04-24T00:01:19.822-07:00</updated><title type='text'>Caritas Internacional adverte para perigo de fome no Níger</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/S9KXKKECILI/AAAAAAAAAJc/k2D5ojqxVbc/s1600/NigerDunes~10064427.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; FLOAT: right; HEIGHT: 230px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5463595498709590194" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/S9KXKKECILI/AAAAAAAAAJc/k2D5ojqxVbc/s320/NigerDunes~10064427.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;800 mil crianças no Sahel ocidental sofrem de desnutrição severa&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;NIAMEY, 23 de abril de 2010 (ZENIT.org). - Caritas Internacional afirma que a crise alimentar no Níger e em outras partes do Sahel ocidental deve ser enfrentada urgentemente antes que o início da estação das chuvas torne a distribuição de alimentos nas regiões mais remotas impossível.&lt;br /&gt;"Em algumas áreas, a situação é muito grave. Algumas pessoas estão se alimentando apenas plantas silvestres. É preciso que a ajuda chegue rapidamente. Em 45 dias, se iniciará a estação das chuvas e algumas áreas ficarão incomunicáveis", disse o voluntário da Caritas Níger Bruno Sossou após uma visita exploratória a algumas aldeias remotas.&lt;br /&gt;Como consequência direta da crise alimentar, as pessoas estão abandonando as aldeias em grande número em direção às cidades de países vizinhos. Muitas escolas estão fechando por falta de estudantes, e os campos já não estão sendo cultivados.&lt;br /&gt;A situação em Níger é especialmente preocupante, mas toda a região do Sahel ocidental foi afetada pela crise. Milhões de pessoas se encontram em risco devido às secas e os efeitos de longo prazo das crises alimentares anteriores.&lt;br /&gt;Cerca de 800 mil crianças menores de cinco anos em Burkina Faso, Mauritânia, Mali, Níger, no norte da Nigéria e no Chade estão classificadas como necessitadas de tratamento por desnutrição severa.&lt;br /&gt;"A crise tem sido subestimada no Níger. A insegurança alimentar era um tema tabu sob o governo anterior, derrubado por um golpe em 18 de fevereiro. Apenas com a pressão dos meios de comunicação e das associações internacionais é que o governo decidiu levar adiante uma investigação sobre o tema, e que se pode avaliar as dimensões da emergência", disse Raymond Yoro, secretário-geral da Caritas Níger.&lt;br /&gt;Cerca de 7,8 milhões de pessoas - 60% da população do Níger - estão sem comida, segundo a investigação conduzida pelo governo em dezembro passado.&lt;br /&gt;"O ambiente político é crucial para que as intervenções tenham êxito. Ao menos agora estamos livres para coordenar nossos esforços com outras ONGs, e temos acesso a informações geográficas detalhadas que nos permitem chegar onde a ajuda é mais necessária", disse Yoro.&lt;br /&gt;A Caritas se prepara para lançar uma campanha de ajuda alimentar de emergência aos mais vulneráveis de Níger. Planeja distribuir ajuda a quase 250 mil famílias em 327 aldeias.&lt;br /&gt;A ajuda consiste na distribuição de cereais e na promoção de atividades remuneradas, dando prioridade às crianças e mulheres grávidas ou que estejam amamentando.&lt;br /&gt;"Em primeiro lugar, precisamos enfrentar a emergência oferecendo alimento. Mas pretendemos implementar em breve um programa de reabilitação da capacidade de produção de alimento, promovendo atividades que gerem renda nas regiões rurais, a fim de alcançar uma melhoria na segurança alimentar", explicou Maliki Oumarou, responsável pela operações de emergência da Caritas Níger. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8774303889241340757-7450202038911726368?l=aefjnportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/feeds/7450202038911726368/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/04/caritas-internacional-adverte-para.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/7450202038911726368'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/7450202038911726368'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/04/caritas-internacional-adverte-para.html' title='Caritas Internacional adverte para perigo de fome no Níger'/><author><name>Secção portuguesa da Rede cristã AEFJN</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16975863732410955901</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/S9KXKKECILI/AAAAAAAAAJc/k2D5ojqxVbc/s72-c/NigerDunes~10064427.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8774303889241340757.post-3943461176971928570</id><published>2010-04-21T14:14:00.000-07:00</published><updated>2010-04-21T14:19:54.189-07:00</updated><title type='text'>NOTÍCIAS AEFJN – 39 – MARÇO 2010</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/S89rysnvv8I/AAAAAAAAAJU/nPRIohMpPRg/s1600/Logo_AEFJN-Bruxelas.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 388px; FLOAT: right; HEIGHT: 86px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5462703391739199426" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/S89rysnvv8I/AAAAAAAAAJU/nPRIohMpPRg/s320/Logo_AEFJN-Bruxelas.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Para uma informação mais completa sobre os assuntos que mais o interessarem, poderá consultar o link de cada título.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Grupo Africano na ONU exige o cumprimento das promessas para o Desenvolvimento&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://tinyurl.com/ybp2578"&gt;http://tinyurl.com/ybp2578&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Grupo africano na ONU pediu que seja imediatamente cumprido o compromisso de Assistência Oficial para o Desenvolvimento (ODA) para a África. O grupo pediu também que o Grupo dos 8 países mais industrializados (G8) honre a sua promessa de duplicar, a partir de 2010, a assistência oficial a este continente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Pesca ilegal nas águas da Guiné é a pior do mundo&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.ipsnews.net/africa/nota.asp?idnews=50771"&gt;http://www.ipsnews.net/africa/nota.asp?idnews=50771&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A pesca ilegal atinge constantemente os países mais pobres da África ocidental porque esta prática ocorre sobretudo nas águas orientais e centrais do oceano Atlântico, que cobrem as águas territoriais de cerca de 15 países africanos, desde Marrocos e Mauritânia, no Norte, a Angola, no Sul. A Guiné e a Serra Leoa estão entre os mais afectados e a maioria dos navios e empresas envolvidas na pesca ilegal operam sob as bandeiras da China, Rússia, Indonésia e Panamá, mas também da União Europeia e de outros países industrializados como Portugal, Itália e Japão.&lt;br /&gt;A pesca ilegal pratica-se sobretudo nestas águas centrais e orientais do Atlântico e aumentou nos últimos 10 anos, de acordo com o Centro Técnico de Cooperação Agrícola e Rural (CTA), um órgão da EU criado para divulgar, à África, Caraíbas e países do Pacífico, informações relativas ao excesso de pesca, que dizimou várias espécies de peixe, desde o atum ao bacalhau.&lt;br /&gt;Os países em desenvolvimento são os que mais riscos correm com a pesca ilegal. «Calcula-se que as capturas (ilegais) na África Ocidental sejam 40% superiores às capturas legais», segundo os Consultores londrinos MRAG.&lt;br /&gt;A Fundação de Justiça Ambiental (EFJ), sediada em Londres, caracteriza esta pesca ilegal nas águas territoriais da Guiné como a «pior da África» o que significa a pior a nível mundial. Segundo o relatório do Departamento para o Desenvolvimento Internacional (DfID), a Guiné também perde por ano 34.000 toneladas de peixe com a pesca ilegal, incluindo 10.000 toneladas de bycatch. O Bycatch é um eufemismo para a quantidade de peixe que é rejeitada e deitada fora pelos pescadores. Oficialmente, os pescadores da Guiné pescam cerca de 54.000 toneladas por ano, pela via legal. Isto significa que a pesca ilegal representa 2/3 do registo de pescas legais no país.&lt;br /&gt;Enquanto algumas listas registam navios da China, Rússia, Panamá, Tunísia e Indonésia e outros países do mesmo tipo, mas nenhum da Europa Ocidental, a lista do Greenpeace inclui navios de Portugal, Itália e Japão. Em numerosas empresas pesqueiras europeias, os produtos da pesca ilegal representam entre 2/3 e 1/2 das capturas.&lt;br /&gt;Num comunicado à imprensa, em 27 de Outubro de 2009, a Comissão Europeia calcula que 10% das importações de peixe e marisco (cerca de 1,7 mil milhões de USA$) possam ter origem ilegal. Algumas autoridades portuárias europeias autorizaram a entrada de navios e de empresas da lista negra. Por exemplo, a EJF chama ao porto espanhol de Las Palmas de Gran Canaria «o mais notório porto de conveniência» pois oferece os seus serviços a barcos de pesca piratas que operam ao largo da costa ocidental da África.&lt;br /&gt;Devido ao estatuto do porto de Las Palmas – zona franca – as empresas que aí têm sede «gozam de um grande número de privilégios fiscais e aduaneiros que facilitam a organização, o transporte e a venda de peixe capturado ilegalmente», declarou à IPS Duncan Copeland, da EJF. Las Palmas tem sido uma entrada fácil para o grande mercado europeu de peixe e marisco, e o centro para o transporte do peixe capturado ilegalmente para outros grandes mercados como a Ásia Oriental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#990000;"&gt;Quénia: alunos regressam às suas casas devido a um alerta de cólera&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.irinnews.org/Report.aspx?ReportId=88577"&gt;http://www.irinnews.org/Report.aspx?ReportId=88577&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Cerca de 11.000 alunos de diversas escolas de Msambweni e Kwale, distritos costeiros do Quénia, foram obrigados a voltar para suas casas antes da data prevista para as férias de Páscoa por causa de um alerta de cólera na região. A responsável pelo ensino no distrito de Msambweni, Brigide Wambua, declarou à IRIN que o departamento tinha decidido fechar as escolas para impedir os alunos de contraírem cólera e outras doenças associadas à água que foram registadas na região.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#990000;"&gt;&lt;strong&gt;Gana: produção maciça de jatrofa ameaça a segurança alimentar&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.ghanaian-chronicle.com/thestory.asp?id=16673&amp;amp;title=Massive%20jatropha%20farming%20threatens%20food%20security"&gt;http://www.ghanaian-chronicle.com/thestory.asp?id=16673&amp;amp;title=Massive%20jatropha%20farming%20threatens%20food%20security&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Um estudo realizado pela Action Aid Ghana (AAG) e pela FoodSPAN em quatro regiões do Gana revelou que a produção de biocombustível está a ameaçar a produção agrícola dos agricultores locais. O estudo indica que, devido à falta de uma política razoável de produção de biocombustível no país, a sua produção está a ter efeitos negativos na segurança alimentar, no ambiente, nos direitos humanos e, em geral, na subsistência das comunidades afectadas.&lt;br /&gt;Segundo este relatório, o pior foi que, em muitos casos, as empresas envolvidas na produção de biocombustível foram buscar mão-de-obra fora das comunidades próximas das áreas de produção e que isso provocou um desemprego importante à medida que o projecto passava da fase de preparação do solo para a da plantação. As empresas ocuparam grandes extensões de terra para a produção de jatrofa, sendo as menores de 75 acres. As terras aráveis são geralmente favoráveis à produção de culturas locais e foram desviadas para a cultura de jatrofa, excepto na região do Volta. A produção de biocombustível caracteriza-se pelo uso extensivo de herbicidas, por exemplo o Sunphosate, e o risco futuro de poluição da água. A produção em grande escala exige também maquinaria pesada que destrói a floresta, a cobertura vegetal, a biodiversidade e as árvores com rendimento económico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Situação actual da tripanossomíase africana que ataca o homem (HAT)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.tropika.net/svc/review/Chinnock-20090320-Review-Tryps"&gt;http://www.tropika.net/svc/review/Chinnock-20090320-Review-Tryps&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A doença do sono (tripanossomíase humana - HAT) ilustra muitos dos problemas que os investigadores e os políticos enfrentam em relação às doenças infecciosas entre as populações mais pobres. Para começar, não há consenso sobre o número de doentes, nem um relatório sobre os malefícios desta doença. Esta questão foi recentemente estudada num artigo da PLoS Neglected Tropical Diseases. A HAT é uma doença fatal, se não for tratada, e é causada por uma infecção provocada pelo Trypanosoma brucei rhodesiense ou pelo Trypanosoma brucei gambiense. Os portadores são os insectos do género glossina (mosca tsé-tsé) que se encontram apenas em África. A variedade gambiense ocorre na África Ocidental e Central e a variedade rhodesiense ocorre na África Oriental. Teme-se que tenha havido evolução entre as duas variedades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Perspectiva de o Sudão se dividir&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.enoughproject.org/"&gt;http://www.enoughproject.org/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Tudo indica que o Sudão, o maior país da África, se vai dividir em dois brevemente – pacífica ou violentamente. A administração Obama deve fazer tudo para evitar que isto aconteça – é o que se lê num novo relatório de Enough Project, do Center for American Progress.&lt;br /&gt;Prevê-se que a população do Sul do Sudão vote a separação dos seus vizinhos do Norte, quando se efectuar o referendo de autodeterminação marcado para Janeiro de 2011. No entanto, a situação de fraca segurança no Sul pode tornar difícil a realização das eleições nacionais previstas para Abril; e como algumas cláusulas do CPA (Acordo de Paz) ainda não foram implementadas, o referendo e o seu resultado não estão minimamente garantidos.&lt;br /&gt;A ONU, garante do CPA, terá de trabalhar em todas as frentes e em todas as direcções para sustentar a vontade de pacificação do povo do Sul do Sudão e evitar o regresso ao conflito, afirma Maggie Fick, investigadora política da Enough em Juba. «Os partidos políticos sudaneses terão duras tarefas a realizar para prepararem o referendo de 2011 e os seus resultados. O papel da comunidade internacional é reduzir os riscos de as próximas negociações se desenvolverem num ambiente político tão carregado que o acordo entre os partidos se torne impossível».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Burkina Faso: O Governo pára a privatização da água e da electricidade&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.afrol.com/articles/35615"&gt;http://www.afrol.com/articles/35615&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Com uma decisão notável, o governo do Burkina Faso decidiu retirar os serviços estatais de água e electricidade da lista das empresas a privatizar. Num desafio ao FMI, o governo decidiu que seria suficiente reestruturar a administração das empresas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#990000;"&gt;&lt;strong&gt;O Ghana pode evitar a maldição do petróleo?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://blogs.reuters.com/africanews/2010/03/25/can-ghana-avoid-the-oil-curse/"&gt;http://blogs.reuters.com/africanews/2010/03/25/can-ghana-avoid-the-oil-curse/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Num gesto democrático raro numa região conhecida como favorável às ditaduras, o Gana pergunta aos seus cidadãos o que fazer com os benefícios inesperados da produção petrolífera que vai começar este ano. Num questionário intitulado «O Uso e a Gestão dos Lucros do Petróleo e do Gás – Pesquisa sobre Escolhas Públicas», lançado pela a Internet, na página do Ministério das Finanças, o Gana afirma que as nações produtoras de petróleo estão a enfrentar grandes problemas e quer evitar que estes problemas se reproduzam no país. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8774303889241340757-3943461176971928570?l=aefjnportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/feeds/3943461176971928570/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/04/noticias-aefjn-39-marco-2010.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/3943461176971928570'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/3943461176971928570'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/04/noticias-aefjn-39-marco-2010.html' title='NOTÍCIAS AEFJN – 39 – MARÇO 2010'/><author><name>Secção portuguesa da Rede cristã AEFJN</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16975863732410955901</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/S89rysnvv8I/AAAAAAAAAJU/nPRIohMpPRg/s72-c/Logo_AEFJN-Bruxelas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8774303889241340757.post-4350693082594330339</id><published>2010-04-21T03:27:00.000-07:00</published><updated>2010-04-21T03:29:12.034-07:00</updated><title type='text'>Pior surto de cólera nos últimos anos em Lusaka</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/S87TZv6YMaI/AAAAAAAAAJM/iOLbda45lsI/s1600/Colera.JPG"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; FLOAT: right; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5462535837358502306" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/S87TZv6YMaI/AAAAAAAAAJM/iOLbda45lsI/s320/Colera.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Em Lusaka, a capital da Zâmbia, está a assistir-se ao pior surto de cólera dos últimos anos. São os Médicos Sem Fronteiras que o afirmam num comunicado à imprensa datado de 12 de Abril de 2010. Segundo esse comunicado, “durante as últimas cinco semanas o número de casos de cólera subiu dramaticamente acima de 4.500, e mais de 120 pessoas perderam as suas vidas”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Centros Provisórios de Tratamento &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste momento, a preocupação dos Médicos Sem Fronteiras é conter a doença. Para isso criaram três centros de tratamento de cólera (CTC) em Matero, Chawama e Kanyama. O número de casos é, de facto, alarmante. Em colaboração com o Ministério da Saúde da Zâmbia, os Médicos Sem Fronteiras trataram já 4.020 doentes desde o dia 4 de Março.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nestes centros montaram um número elevado de tendas provisórias para facilitar o internamento e tratamento dos casos que chegam diariamente. “Na semana passada”, diz o mesmo comunicado, “assistimos ao ponto mais alto deste surto com mais de 1.054 internamentos”. Por isso, há agora alguma esperança de que o número de casos comece a diminuir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na semana passada fui visitar um desses CTC em Matero, uma vez que é o centro que serve a zona de Lilanda onde me encontro. Uma das responsáveis pelo CTC de Matero disse-me que não estão autorizados a falar nem a deixar ninguém visitar o centro. Depois de conversarmos um pouco, deixou-me fotografar as tendas. Certamente nos dá uma ideia das dimensões da situação e do secretismo que se criou à sua volta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Necessidade de Água Potável e Instalações Sanitárias&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A propagação da cólera tem a ver com a qualidade da água e dos esgotos. Por isso, os Médicos Sem Fronteiras estão a fazer um grande esforço para fazer chegar água potável às populações das áreas mais pobres da cidade.&lt;br /&gt;Quando falamos de cólera na Zâmbia, não falamos nada de novo, pois ela é endémica. A situação repete-se ano após ano durante a estação da chuva. Aqui em Lilanda, o número de casos tem sido muito reduzido devido a um projecto de abastecimento de água que o Governo do Japão desenvolveu nesta área em parceria com o Governo da Zâmbia. Este projecto proporciona água potável a toda esta área da cidade, abrangendo uma população de mais de 100 mil pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As zonas mais afectadas pela cólera (e por outras doenças como a sida, tuberculose, etc.) são as zonas pobres da cidade; estas zonas são normalmente abandonadas pelos políticos que só aparecem em tempo de eleições. Talvez um dia o Governo se dê conta que estes são também cidadãos da Zâmbia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Horácio Rossas (Missionário Comboniano, em Lusaka, na Zâmbia)&lt;br /&gt;19 de Abril de 2010 &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8774303889241340757-4350693082594330339?l=aefjnportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/feeds/4350693082594330339/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/04/pior-surto-de-colera-nos-ultimos-anos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/4350693082594330339'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8774303889241340757/posts/default/4350693082594330339'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aefjnportugal.blogspot.com/2010/04/pior-surto-de-colera-nos-ultimos-anos.html' title='Pior surto de cólera nos últimos anos em Lusaka'/><author><name>Secção portuguesa da Rede cristã AEFJN</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16975863732410955901</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_zFrGvBEJ6bA/S87TZv6YMaI/AAAAAAAAAJM/iOLbda45lsI/s72-c/Colera.JPG' height='72' width='72'/><t
